Chapinha

Sinopse: Kurama está com o cabelo diferente e Kuwabara e Yusuke não o deixam em paz.

Personagens: Kurama, Kuwabara, Ysuke e Keiko.

Categoria: Anime/mangá; Gênero: Humor; Classificação: Livre

Yu Yu Hakusho pertence a Yoshihiro Togashi e Estúdio Pierrot. Essa é uma obra sem fins lucrativos feita de fã para fã. 

Chapinha 

Kurama sai de casa atrasado para faculdade e quando chega ao ponto de ônibus encontra Kuwabara. Kuwabara olha para o amigo e pergunta:

– O que você fez com o seu cabelo, Kurama?

Kurama fica envergonhado e responde:

– Não foi nada demais.

Kuwabara não resiste e diz:

– Parece mais que você fez chapinha. 

Kurama ignora o comentário quando Yusuke se aproxima e cumprimenta Kuwabara:

– E aí, Kuwabara? O que é que manda? 

– Oh Urameshi, deixa de ser mal educado. Não vai cumprimentar o Kurama, não?

Yusuke olha em volta até ver o rapaz de cabeça ruivo escorrido e se aproxima mais de Kurama e finalmente o reconhece:

– E aí Kurama? Você fez chapinha? Explica aí essa coisa. 

– Eu não fiz chapinha nenhuma, Yusuke. E sinceramente não acho que você deveria reparar no cabelo de um homem. Responde Kurama.

– Que é isso rapá? Tá me estranhando? 

– É que o seu cabelo tá muito engraçado, Kurama. Diz Kuwabara dando uma grande gargalhada.

Yusuke também ri e comenta:

– Só falta agora criarem uma série baseada na vida da gente e te colocarem com esse cabelo que o boi lambeu. Diz Yusuke.

Para a sorte de Kurama o ônibus chega e ele embarca, porém Kuwabara e Yusuke também sobem no ônibus. 

Kurama não resiste a curiosidade e pergunta a Yusuke:

– O que você faz no ônibus? Pensei que você tivesse largado os estudos?

– Sabe como é, né? A Keiko pediu pra eu me inscrever num programa de aprimoramento de vendas da universidade. E eu me matriculei pra não contrariar a patroa.  Responde Yusuke.

Kuwabara dá uma risadinha e comenta:

– Mas é mesmo um gado.

Kuwabara percebe que Yukina está com Keiko no ônibus e vai até ela.

– Yukina! Grita Kuwabara praticamente empurrando Keiko para ficar junto de Yukina.

– Lá ele! Depois eu que sou gado. Comenta Yusuke.

Keiko se aproxima do noivo e diz:

– Tô tão contente que você decidiu assistir a aula pra aprimorar as vendas. Francamente pensei que você não se matricularia.

– Aí você me ofende, Keiko. Missão dada é missão cumprida.

Finalmente Keiko repara em Kurama e diz:

– Desculpa eu não ter falado com você, Kurama. É que você tá muito diferente com esse cabelo. Você fez chapinha? Eu super apóio homens que fazem chapinha sem essa de masculinidade frágil.

Kurama dá um suspiro impaciente e mais uma vez responde:

– Eu não fiz chapinha e nem minha masculinidade é frágil.

– Pera lá, Keiko. Não vem com essa parada de masculinidade frágil, se não as pessoas vão achar que tem lacração na fic e que você ficou chata.

Kurama procura um lugar vazio no ônibus e para no meio do caminho quando Keiko comenta:

– Tudo bem fazer chapinha, mas e essa roupa brilhando?

Yusuke vai comentar, mas Keiko tampa a boca do namorado com a mão e diz:

– Calado, Yusuke! 

Kurama dá um suspiro e responde ao amigos:

– Acho que foi algum tipo de travessura do meu irmão mais novo.

– É só essa a explicação? Pergunta Kuwabara.

– Sim. O que exatamente esperava que um youkai me atacou com um alisante de cabelos e jogou glitter nas minhas roupas? Diz Kurama um pouco irritado.

– Realmente seria uma explicação mais legal. Diz Yusuke.

– Kurama não sabe mentir. Comenta Keiko.

No final do dia Kurama volta para casa um pouco cheio das piadas e comentários sobre sua aparência. Entretanto, Kurama mal pode esperar para chegar em casa com a barra de chocolate com wasabi que preparou para o irmão.

Nota da autora: Tive a ideia para essa fanfic depois de ver o visual do Kurama na série da Netflix. 

Espero que gostem.

Provação Final

Cavaleiros do Zodíaco pertence a Masami Kurumada e Toei Animetion.

 Provação Final

Saga passa com louvor no teste para se purificar ajudando no orfanato da fundação de Saori. No dia seguinte à prova final no orfanato, Saori manda chamar Saga diante dela.

O cavaleiro de Gêmeos vai o mais rápido possível e encontra Saori sentada em seu trono ao lado dela Shion e Aioros.

– Mandou me chamar, senhorita Athena? Diz Saga.

– Sim, Saga. Quero lhe dar os parabéns por ter ajudado com louvor a cuidar das crianças do orfanato. Diz Saori.

– Muito obrigado, senhorita Athena.

– De nada, Saga. A propósito Aioros sugeriu a Shion e a mim que fizéssemos uma última prova com você.

Saga fica perturbado por alguns instantes se perguntando se Aioros pretende se vingar dele pelo que aconteceu no passado. O cavaleiro de Gêmeos dá um suspiro triste e pergunta:

– Qual será a minha provação, senhorita Athena? Prometo cumpri-la com o máximo da minha dedicação.

– Quero que você se dê bem com seu irmão. Espero que vocês dois não briguem num período de um mês. Diz Saori.

Saga fica sem fala por alguns segundos, mas Aioros diz:

– Tenho certeza de Saga cumprirá a essa pequena penitência em menos de um mês, senhorita Athena. Veja como ele está emocionado em ter que conviver vinte e quatro horas por dia com o Kanon.

Saga se controla para não mandar uma Explosão Galática em Aioros. Tudo o que o cavaleiro de Gêmeos consegue dizer é:

– Cumprirei a minha punição com grande alegria, senhorita Athena.

Aioros vai até Saga e dá uma tapinha no ombro do colega e diz:

– Se você quiser deixo você e Kanon observarem como eu convivo bem com o meu irmãozinho Aioros.

‘’ Aioros me paga por essa.’’ Pensa Saga indo para a casa de Gêmeos, porém ele diz a Airos:

– Será uma grande honra ver como você e Aioria se dão bem.

Saga vai para a casa de Gêmeos e logo encontra Kanon a sua espera.

– E então, Saga? Você passou no teste de Athena? Pergunta Kanon.

– Sim. Tanto que Athena me pediu para lhe assessorar nos próximos dias. Mente Saga.

– Que estranho. Você não está mentido, Saga. Será que Athena não quer que eu verifique se você não é um terrível traidor? Diz Kanon.

– De onde você tirou isso? Questiona Saga.

– Eu conheço você muito bem. Pensa que eu esqueci da vez que você e Aioros colocaram tachinhas no trono do Grande Mestre e eu levei a culpa? Diz Kanon.

– Não sei de onde você tirou essa ideia de que eu coloquei tachinhas no trono do Grande Mestre? Você deveria assumir o que faz, afinal você foi pego em flagrante. Diz Saga com um sorriso no rosto.

Kanon perde o controle e vai dar um soco no irmão quando sente o cosmo de Athena perto dele.

– Kanon! Você sabe que os cavaleiros de Athena não devem brigar entre si. É melhor que você faça um pouco de terapia antiestresse e ficará a responsável pelas tarefas domésticas de casa de Gêmeos. Diz Saori.

Kanon apenas obedece a deusa, enquanto lança um olhar de puro ódio para o irmão que tem uma expressão de plenitude absoluta.

– Isso vai ter volta, Saga. Diz Kanon pelo cosmo ao irmão.

– Saga, você pode exercer as funções de cavaleiro e monitorar o seu irmão. Diz Saori.

– Algumas coisas não podem ser mudadas. Diz Saga a si mesmo depois que Saori sai da casa de Gêmeos.

Nota da autora: Essa fanfic foi levemente baseada em um doujishin paródia sobre o passado de Kanon.

Injeção

Categoria: Anime/mangá; Gênero: Humor; Classificação:Live.

Sinopse: Ikki precisa tomar injeção, mas quer facilitar as coisas.

Personagens: Ikki de Fênix, Shun de Andrômeda, Seiya de Pégaso, Hyoga de Cisne, Saori, Kiki e Mu de Aries.

Cavaleiros do Zodíaco pertence a Masami Kurumada e Toei Animetion

     Injeção

Ikki está no hospital da Fundação Graad para se recuperar dos ferimentos. Enquanto o cavaleiro de Fênix descansa no quarto, o médico que cuida do caso vem falar com Saori, Shun, Seiya e Hyoga.

– Como tá o meu irmão, doutor? Pergunta Shun.

– Bem, o rapaz está com uma febre muito alta que não cede. Vou receitar uma injeção e logo ele melhorará. Diz o médico.

-Que bom! Eu vou agora mesmo contar pra ele. Diz Shun.

– A gente pode ver ele, doutor? Pergunta Seiya.

– Sim. Todos vocês podem entrar.

– Muito obrigada, doutor. Eu vou acompanhar os rapazes até o quarto de Ikki.
Shun é o primeiro a entrar no quarto do irmão e dá a boa nova:

– Você vai ficar bom logo e poder voltar pra casa.

– Mas é claro que eu vou ficar bem, Shun. Eu sou o cavaleiro de Fênix. Posso curar meus ferimentos com facilidade. Diz Ikki.

– O médico disse que você só precisa tomar uma injeção pra sua febre acabar. Explica Saori.
– Tomar injeção? Eu não preciso dessa bobagem. Meu corpo é mais quente que o normal, por isso parece que eu tô com febre. Responde Ikki irritado.

– Não me diga que tá com medo de tomar injeção? Provoca Seiya.

– Não precisa se preocupar, Ikki eu consigo usar o gelo para anestesiar a dor. Diz Hyoga juntando-se a Seiya na brincadeira.
Shun não percebe o tom de brincadeira dos amigos e diz:

– Eles têm razão, Ikki. Não vai doer nada é só uma picadinha.

– Eu não tenho medo de injeção! De onde tiraram isso! Diz Ikki se controlando para não dar um Ave Fênix.
Saori tenta controlar o riso com a situação e diz:

– Shun pode segurar a sua mão para você não sentir tanto medo. Como Shun disse, é apenas uma picadinha. Você não sentirá nada.

– Eu me recuso a tomar injeção. Tudo que eu tenho que fazer é ir pro vulcão Insiste Ikki.
Hyoga e Seiya não resistem e começam a debochar de Ikki.

– Quem diria que o grande cavaleiro de Fênix tem medo de injeção? Diz Hyoga.

– Espera só quando o pessoal no santuário souber disso? Comenta Seiya.

– Não riam do meu irmão. Todos nós temos medo de alguma coisa. E daí que o Ikki tem medo de injeção? Diz Shun irritado causando mais risos nos amigos.
Saori mantém a compostura e diz:

– Ikki você vai tomar essa injeção daqui a meia hora. Isso é uma ordem!

– Eu não aceito ordens! Diz Ikki.

– Mas, Ikki, se você não tomar a injeção todos vão pensar que você tá com medo e você não vai ficar bom. Diz Shun.

– Isso mesmo, Ikki. Você não tem que se importar com o santuário inteiro zombando do seu medo de injeção. Debocha Hyoga.
Seiya pega o celular e entra na sua rede social para fazer uma live.

– E aí santuário! Vejam Ikki de Fênix com medo de tomar injeção.
Shun usa a corrente de Andrômeda para tirar o celular da mão do cavaleiro de Pégaso.

– Ei, Shun! Devolve meu celular.

– Vocês dois parem com isso! Ikki a enfermeira já vem com sua injeção trate de se comportar como um cavaleiro de Athena e Hyoga não diga nada. Ordena Saori irritada com o comportamento dos cavaleiros.
A enfermeira chega para aplicar a injeção e Ikki faz uma cara muito séria para os amigos o deixarem em paz.

– Viu só, Ikki? Foi só uma picadinha. Diz Saori.

– Você foi muito forte, Ikki. Elogia Shun.
Seiya e Hyoga continuam rindo do cavaleiro de Fênix que lança um olhar ameaçador para eles.
O que ninguém percebe é que Kiki filmou toda a confusão.

– Vou mostrar pra todo mundo no santuário. Diz o jovem aprendiz.
Mu se aproxima de Kiki e diz:

– Outra vez com esse celular, Kiki? Eu não disse que você veio para aprender a fazer a escolta da deusa?

– Sim, mestre Mu. Mas foi por uma boa causa. Diz o aprendiz mostrando as cenas de Ikki se recusando a tomar injeção.
Mu confisca o celular do aprendiz e assiste ao vídeo que Kiki gravou e não consegue segurar o riso diante da situação de Ikki tentando escapar da injeção.
‘’Será que devo mostrar esse vídeo ao Aldebaran e aos outros?” Pergunta-se Mu.

Nota da autora: Uma fanfic curtinha de Cavaleiros do Zodíaco. Tive a ideia dessa fanfic numa tarde de tédio.
Engraçado que apesar do Ikki ser o meu cavaleiro de bronze favorito acho que essa é a primeira fanfic que eu faço com ele de protagonista.
Espero que gostem.

O Blues da Gata Branca

Sinopse: Um breve conto sobre a relação entre Spike, Julia e Vicious.

Personagens: Spike, Julia e Vicious

Categoria: Anime/mangá: Cowboy Bebop; Gênero: Drama; Classificação: 13 anos.

O Blues da Gata Branca

Spike resolve relaxar de mais uma missão bem executada para os Dragões e entra num bar, onde uma cantora entretém a plateia com um blues muito antigo tocado na Terra. A música conta uma história sobre um gato de rua e uma gata branca.

Spike pede uma bebida e logo vê Vicious jogando sinuca e com alguns homens, enquanto uma bela loira o observa.  

Spike viu a mesma mulher no mesmo bar uma noite bebendo sozinha e a mesma música tocava no bar. 

Spike não consegue desviar o olhar da mulher. Até que Vicious ganha o jogo e diz:

– Vai ficar parado aí, Spike? Que tal uma partida?

– Tá bem. O que a gente vai apostar? Pergunta Spike pegando um cigarro. 

– Que tal uma garrafa de vinho caro? Diz a loira.

Vicious chama a garota para perto dele e ela o abraça e ele apresenta ao amigo:

– Spike, essa é Julia, minha namorada. Julia, esse é Spike, o meu melhor amigo.

Spike e Júlia se cumprimentam e Vicious comenta com a sua voz sussurrante:

– Espero que vocês dois se deem muito bem.

– Que tal a gente apostar que bebe mais sem cair. Suger Julia animada.

– Eu topo! Aceita Spike animado.

– Vocês dois já perderam. Diz Vicious com dando um pequeno sorriso.

A aposta entre os amigos dura cerca de duas horas, com Vicious vencendo a aposta e levando Julia e Spike para casa.

Spike acorda no dia seguinte com dor de cabeça e percebe que está no sofá do apartamento de Vicious e a primeira coisa que vê é o pássaro de estimação do amigo. A ave grasna e Spike reclama:

– Puxa vida! Bem que você podia ser menos escandaloso.

Para surpresa de Spike, Julia vem saindo do banheiro enrolada em uma toalha. Julia entra o mais rápido que pode no quarto e Vicious surge na sala e comenta com Spike:

– Nunca pensei que você fosse tão fraco para bebida, Spike. Até a Júlia se recuperou antes de você. 

– Pois é. Diz Spike pegando um cigarro e acendendo. 

– A propósito, o tem café e uns sanduíches na  cozinha para você. Diz Vicious.

Spike vai para cozinha tomar o café da manhã e Julia entra logo depois. Ela sorri e entrega um comprimido a Spike e diz:

– Vai curar a sua ressaca em cinco segundos.

– Obrigado. 

Vicious entra na cozinha e avisa ao amigo:

– Os anciões estão nos chamando. Deve ser uma boa missão. 

– Eu tô indo. Diz Spike.

Antes de sair Spike diz a Júlia:

– Valeu pelo comprimido.

– Não vai levar um sanduíche?

Spike pega dois sanduíches e vai comendo enquanto segue Vicious até a nave. Júlia observa os dois partirem e dá um leve sorriso.

Assim que chegam à sede dos Dragões, Spike e Vicious são recebidos por dois guardas. Um dos guardas se dirige a Vicious e diz:

– O executivo deseja falar pessoalmente com você. Venha comigo, por favor.

Vicious segue o guarda, enquanto o outro entrega a Spike um dispositivo e diz:

– Aí estão as instruções da sua nova missão.

Duas horas depois, Spike está em um depósito de naves abandonadas e não vê ninguém e o silêncio é absoluto. Spike olha em volta e acha tudo muito estranho e resolve voltar para a nave.

De repente Spike vê que está cercado por um grupo de homens armados que começam a atirar. Spike se defende com pode atirando nos homens que consegue, mas também recebe muitos tiros.

Spike consegue entrar na nave, apesar da dificuldade de andar e se manter consciente. Os homens continuam atirando e conseguem acertar a nave que é avariada. Spike quase desmaia por alguns segundos e a nave começa uma queda livre.

Um dos homens comemora com os colegas e diz:

– A gente pegou ele. Vamos avisar pro chefe que tudo correu bem. 

Spike consegue acordar e escapar da nave segundos antes dela explodir. O jovem mafioso fica alguns minutos no chão respirando apressado por causa das dores dos ferimentos e começa a se arrastar até uma parede e com dificuldade consegue levantar e andar. Apenas a imagem de Julia está na mente de Spike.

Júlia recebe uma mensagem de Vicious dizendo que não poderá comparecer ao encontro no apartamento dela. Julia lamenta num suspiro quando ouve a campainha da porta tocar.

– Ele veio afinal de contas. Murmura Julia.

Quando Júlia abre a porta fica surpresa ao ver Spike ferido e lutando para ficar em pé.

– Oi, Julia. Boa noite.

Spike desmaia e Julia o ampara como pode. 

Julia consegue levar Spike para dentro de casa e colocá-lo no sofá com dificuldade. Em seguida ela vai até o quarto e pega a maleta de primeiros socorros e começa a cuidar dos ferimentos de Spike.

Enquanto trata os ferimentos, Júlia percebe que eles são superficiais e dá um suspiro de alívio. 

Spike acorda de um sonho longo ouvindo a mesma música que ouviu no bar cantada por uma bela voz de mulher. 

Quando abre os olhos, Spike vê Júlia. Júlia percebe que Spike acordou e para de cantar.

– Finalmente você acordou. Diz Julia.

Spike sente o corpo pesado, mas consegue fazer um gesto para Júlia se aproximar dele. Júlia vai até Spike e ele diz no ouvido dela:

– Continue cantando.

Julia começa a rir e diz:

– Está bem, vou cantar enquanto termino o jantar. Você dormiu por dois dias seguidos, deve estar faminto. 

Spike passa mais três dias com Júlia e na noite do terceiro dia, os dois trocam um beijo mais longo e começam a se acariciar e vão para a cama. A cada beijo e toque de Spike, Júlia percebe uma ternura que nunca sentiu com Vicious, algo que vai além do desejo carnal e ela fica quase emocionada demais.

Depois da noite de amor com Spike Júlia começa a ignorar todas as ligações de Vicious e finalmente propõe a Spike:

– Vamos fugir e viver o sonho de sermos livres. Vamos deixar pra trás Vicious e os Dragões Vermelhos e toda essa vida horrenda. Vamos fugir pra um asteroide longe daqui. Tudo será como um sonho.

– Vamos. Primeiro eu tenho que resolver umas pendências e volto daqui a dois dias pra te buscar. Você marca o lugar do encontro pra gente fugir. Diz Spike fazendo surgir uma rosa vermelha com um truque de mágica.

Spike entrega a rosa a Julia e dá um longo beijo na amada.

Minutos depois, Júlia ouve a campainha tocar e abre um sorriso quando corre para abrir a porta sem olhar quem é e repreende com carinho:

– Você parece um menino, sempre esquecendo as coisas. 

Julia perde o belo sorriso quando vê Vicious.

– Não sabia que você estava tão ansiosa para me ver, Julia, meu amor. Diz Vicious com sua habitual expressão impassível.

– Vicious. Gagueja Júlia se afastando da porta e segurando no sofá para não cair no chão.

– Eu ajudo você, querida.Diz Vicious fechando a porta com um chute e agarrando o braço de Julia com força.

Vicious obriga Julia a sentar em uma cadeira e tira uma arma do bolso e aponta para a cabeça de Julia.

– Você achou que eu não sabia de você e do Spike? Em nome da afeição que eu tive por você vou deixar que você viva, mas você deve matá-lo. Diz Vicious pressionando o cano da arma na cabeça de Julia.

– Você me amou, Vicious? Você já amou alguém na sua vida? Pergunta Julia muito calma.

– Amor? Eu não acredito nessas coisas. Mas eu gostei muito de você. Você sempre foi a minha favorita. Vai dizer que não gostou das nossas noites juntos? Diz Vicious.

– Você é como uma cobra ou alguma fera, até a sua beleza é feroz. Não posso negar que eu gostei de ficar na cama com você, mas ele é diferente. Eu sinto bondade nos olhos do…

Vicious interrompe Julia com uma tapa tão forte que a derruba no chão. 

– Você pode escolher o lugar do encontro e a arma para matá-lo. Depois voltamos as boas, minha cara Julia. Boa noite.

Vicious sai e Júlia começa a chorar e soluçar até sentir o corpo tremer.

 Dois dias passam e Julia recebe um bilhete de Spike pedindo para encontrá-lo num cemitério. Julia rasga o bilhete sem e percebe Spike do outro lado da rua e faz um gesto para avisá-lo que os capangas de Vicious estão por perto vigiando. 

Spike entende e se afasta sem que os capangas de Vicious o vejam. Julia fecha a janela e chora mais uma vez e vai para o quarto se arrumar.

Horas depois Spike caminha pelas alamedas do cemitério segurando uma rosa vermelha até que finalmente, ele encontra Júlia a sua espera. Spike logo percebe que o rosto da amada tem uma expressão muito séria.

Para surpresa de Spike, Julia aponta uma arma para ele. A mão de Spike treme e ele solta a rosa vermelha no chão. Julia começa a tremer e ela abraça Spike.

– Ele nos descobriu. Acho até que ele sempre soube de nós dois. Eu queria tanto viver o nosso sonho. Diz Julia chorando nos braços de Spike.

– Tudo bem, Julia. Vamos ficar livre agora pra viver o sonho da gente depois. Faz o que ele te mandou e atira em mim bem no coração. 

Júlia dá um tiro em Spike no coração e depois se jogar sobre ele chorando sem parar.

– Muito bem, Julia. Você merece uma recompensa. Diz Vicious jogando um grande maço de dinheiro para Julia no chão.

Julia assiste Viciou ir embora do cemitério acompanhado de cinco homens e percebe que terá que ir embora o mais rápido possível.

Nota da autora: Fiquei com saudade de Cowboy Bebop e me veio a ideia para escrever essa fanfic.

No Caminho para a Meditação

Sinopse: Goemon é surpreendido por um inimigo disposto a tudo para matá-lo. Conseguirá o samurai vencer mais esse inimigo?

Personagens: Goemon

Categoria: Anime/mangá: Lupin III; Gênero: Ação; Classificação:10 anos

Lupin III pertence a Monkey Punch e TMS Entretenimento. Essa é uma história sem fins lucrativos de fã para fã.

No caminho para meditação

Goemon caminha tranquilo pela estrada até a cachoeira onde costuma meditar. O samurai aprecia o canto dos pássaros e a beleza das grandes árvores da floresta densa.

Goemon ouve o som das águas caindo quando ouve passos leves nas folhas caídas das no chão e prepara e segura a bainha da espada. Um coelho sai correndo e em seguida um ninja vem pelas costas de Goemon com a espada prestes a acertar o samurai que consegue desviar do golpe e quase acerta o inimigo.

– Vejo que continua muito bom, Goemon, mas eu vou derrotá-lo ! Diz o ninja.

Goemon recolhe a espada e responde:

– Outro dia faremos isso. No momento estou a caminho da minha meditação. 

O ninja lança outro ataque e mais uma vez Goemon consegue repelir, dessa vez usando a bainha da Zantetsuken. O ninja aproveita uma distração de Goemon e joga um pó em direção aos olhos do samurai.

Goemon percebe que está cego e antes que consiga reagir é atacado pelo ninja com um golpe de espada nas costas que faz um corte profundo.

– Há! Eu vou cortar você em pedacinhos e mandar uma parte para Lupin e outra pros chefes das máfias e me tornar famoso no submundo. Diz o ninja atingindo Goemon com outro golpe, agora no braço.

– Que descuido o meu. Diz Goemon a si mesmo segurando a bainha da Zantetsuken.

O ninja atinge Goemon outra vez com um golpe perto do peito e sorri ao ver o samurai ensanguentado.

– Vamos, Zantetsuken, me ajude agora.

O ninja passa com a espada por Goemon e sorri, mas logo a fisionomia dele muda e vira uma careta horrenda de dor. O ninja é partido ao meio.

Goemon deita no chão por causa dos ferimentos e começa a entoar um mantra quando ouve uma voz conhecida:

– Valeu, Goemon! Você ensinou pra aquele covarde como é que se luta. Foi tão emocionante!

– Lupin? Você está aqui mesmo? Pergunta Goemon.

– É claro que eu tô aqui. Jigen, me ajuda a levar o Goemon pro hospital. Diz Lupin.

– Certo. 

– Vocês dois estavam aí todo esse tempo e não interferiram na minha luta? 

– É claro que não, nós sabemos como você leva a sério uma luta. Responde Jigen.

– E eu não quero encarar você com raiva. Diz Lupin.

– Agora vamos te levar pro hospital.

Nota da autora: Mais uma breve fanfic sobre Goemon.

Espero que gostem.

Numa noite louca

Sinopse: Fujiko encontre Ryo e o contrata para protegê-la de Lupin que quer tomar um tesouro de Fujiko.

Categoria: Anime/mangá: Lupin III e City Hunter; Gênero: Humor; Classificação: 14 anos

Lupin III pertence a Monkey Punch e TMS Entretenimento. City Hunter pertence a Tsukasa Hojo e Estúdio Sanrise.

Numa noite louca

Ryo está caminhando sem rumo numa parte diferente da cidade e resolve entrar em um bar. O caçador senta em um dos bancos perto do bartender e pede uma cerveja, quando uma mulher de cabelos ruivos se aproxima e pede uma taça de champanhe.

– Só um instante, senhorita Fujiko. Diz o bartender.

Ryo olha para o lado e não se controla e diz:

– Mokkori! 

Fujiko olha para Ryo e dá um sorriso malicioso.

– Acho que eu tô reconhecendo você. Você é famoso City Hunter, Ryo Saeba.

Ryo faz uma pose séria e confirma:

– Sou eu mesmo. 

– Eu preciso da sua ajuda. O terrível Lupin Terceiro está atrás de mim, porque jura que eu roubei o raro rubi cor-de-rosa de Julieta. E eu preciso de um homem forte para me proteger. Diz Fujiko.

– Pode deixar, senhorita…

– Fujiko Mine.

– Então você é a famosa Fujiko Mine! Oba! Um mokkori marginal! Grita Ryo.

Ryo volta a pose séria e diz: 

– Pode deixar, senhorita Fujiko. Eu Ryo Saeba a protegerei do terrível Lupin III. Para lhe manter em segurança, vou lhe levar até minha casa.

– Está bem. Concorda Fujiko.

Depois de alguns minutos de conversa, Ryo e Fujiko decidem sair do bar. De repente Ryo percebe que alguém está apontando uma arma e diz:

– Fique atrás de mim, Fujiko. Faz muito tempo que eu queria desafiar esse cara. Apareça Jigen Daisuke.

Jigen surge de um ponto escuro da rua e diz:

– Eu também já tava a fim de testar as minhas habilidades contra você.

Jigen acende um cigarro e pega o Magnum 357 do bolso, enquanto Ryo tira  a Pyton ao mesmo tempo.

Fujiko recua para o para tentar fugir, quando é surpreendida por Goemon.

– Devolva  o rubi, senhorita Fujiko.

Ryo se aproxima de Fujiko e abre o fecho do vestido da ladra a deixando nua na frente de Goemon que cobre os olhos. O caçador atira contra Jinge que também atira e ambos são atingidos.

– Essa não. É melhor eu chamar uma ambulância pra esses dois, quando estiver longe. Diz Fujiko.

De repente Fujiko ouve uma risada familiar e a voz que ela conhece bem:

– Egoísta como sempre, não é Fujiko querida?

– Lupin! Surpreende-se Fujiko.

Lupin tira a máscara de Ryo e diz:

– Eu mesmo.

– Mas eu tinha descoberto que o Ryo viria pra cá. Diz Fujiko.

– Digamos que ele teve um pequeno contratempo. Diz Lupin.

Horas antes, Ryo recebe uma mensagem de Fujiko e gritou:

– Hoje tem um mokkori criminoso!

Kori ouve tudo e fica furiosa e paga a marreta para bater em Ryo.

– Eu vou curar essa sua atração pelo perigo agora mesmo, seu pervertido! Diz Kori acertando uma marretada em Ryo.

Lupin sorri e tira a roupa e se prepara para se jogar em Fujiko e diz:

– Agora vamos aumentar a audiência dessa fanfic!

Para surpresa de Lupin, Fujiko tira da cinta liga um revólver e aperta o gatilho e dispara uma luva de boxe que atinge o ladrão em cheio.

– Parece que tudo continua normal no nosso mundo. Comenta Jinge pegando mais um cigarro.

– A senhorita Fujiko já se vestiu? Pergunta Goemon dando uma breve olhada em Fujiko, que ainda está só de calcinha e sutiã, e passa por indo em direção à moto.

– Realmente tudo está normal no nosso mundo. Repete Jigen rindo.

Nota da autora: Um pequeno crossover entre City Hunter e Lupin III. Em parte me inspirei em um doujin que unia o Lupin e o Ryo. Mas resolvi usar a Fujiko como principal, porque fiquei imaginando o encontro entre o Ryo e a Fujiko.

Uma aventura na farmácia

Sinopse: Jigen tem insônia e resolve comprar um remédio numa farmácia, mas as coisas não são tão simples para o melhor amigo de Lupin.

Personagens: Jigen, Zenigata, Lupin e personagem original.

Categoria: Anime/mangá: Lupin III; Gênero: Humor ; Classificação: 10 anos

Lupin III pertence a Monkey Punch e TMS Entretenimento. Essa é uma obra sem fins lucrativo feita de fã para fã.

Uma aventura na farmácia

Jigen levanta no meio da noite e vai buscar um copo d ‘ água na cozinha. O pistoleiro volta para o quarto e percebe que não consegue dormir e começa a procurar um remédio para dormir e não encontra nada.

Jigen então resolve sair para comprar remédio para dormir na farmácia próxima ao apartamento que ele usa como esconderijo. Jigen entra no carro sem perceber Zenigata na esquina comendo cachorro-quente.

“ Então a dica sobre o esconderijo do Jigen aqui em Nova York estava certa. Com certeza Lupin está na cidade para roubar a partitura escrita pelo Fantasma da Ópera.” Pensa Zenigata.

Zenigata entra no carro e sai em perseguição a Jigen.

Não demora muito e Jigen chega à farmácia e caminha até o balcão, onde uma jovem está mexendo no celular.

– Boa noite, moça. Tem algum remédio pra dormir?

A moça desvia o olhar do celular e vai responder mecanicamente, quando olha para Jigen e o reconhece.

– Você é Daisuke Jigen, o melhor amigo de Lupin Terceiro. Diz a moça.

– Na verdade, eu sou apenas um sujeito parecido com ele. Responde Jigen tentando disfarçar.

– Não é verdade, você é Jigen sim. Insiste a moça.

– Está bem, eu sou Jigen, amigo do Lupin. Você tem ou não um remédio pra dormir? Diz Jigen perdendo a paciência.

– Você é mesmo ranzinza como nos vídeos da internet. Que legal! E o Lupin é daquele jeito mesmo todo simpático e brincalhão? E o Goemon é fofo que nem na internet? E a Fujiko tem mesmo aquele corpão ou é tudo plástica. Tagarela a garota.

– Moça, se não for incomodar, poderia buscar o remédio para dormir? Diz Jinge entre os dentes.

– É claro, senhor Jigen. O senhor poderia tirar uma selfie comigo? Pergunta a garota.

Jigen concorda com a self na esperança de ter logo o remédio. A garota aproveita a situação e dá um beijo na boca de Jigen.

– Você está preso, Lupin! Quero dizer Daisuke Jigen. Grita Zenigata entrando na farmácia.

A garota pega a arma do bolso de Jigen e aponta para Zenigata dizendo:

– Não atrapalhe o nosso amor, tira! Saiba que preferimos morrer do que nos entregar.

Zenigata fica com uma expressão confusa e comenta com Jigen:

– Onde você conheceu sua namorada, Jigen? Ela parece gostar muito de filmes antigos.

– Ela não é minha namorada, é atendente da farmácia. Resmunga Jigen.

– É somente isso que eu significo pra você, Jigen? Você acha que eu só sirvo pra pegar o remédio que você quer e pronto. Você é um sujeito insensível. Diz a garota chorando.

Jigen aproveita a distração da garota, pega a arma de volta e pula o balcão e vai até a sessão de remédios para dormir. 

Zenigata aponta a arma para Jigen e diz:

– Daisuke Jigen, você está preso por roubo de farmácia e remédios controlados.

Jigen aponta o Magnum para Zenigata e diz:

– Quer mesmo apostar no saque contra mim, Tiozão?

– Você sabe que eu não tenho medo de nenhum delinquente. Diz Zenigata pronto para pegar a pistola do bolso.

Jigen dispara e Zenigata é atingido por uma grande luva de boxe.

– O que? O idiota do Lupin trocou as armas! Diz Jigen furioso.

– Que homem! Além de tudo não abusa de quem tá em desvantagem! Eu quero me casar com você, Jigen! Diz a atendente de farmácia emocionada.

Porém Jigen vai embora sem dizer nada.

No dia seguinte Jigen acorda ao meio dia e encontra Lupin no esconderijo olhando para o celular com um sorriso divertido no rosto.

– Olá, Jigenzinho. Pelo visto você curtiu muito a noite ontem, hein?

– Eu tive uma insônia horrível e fui numa farmácia aqui perto. Diz Jigen sem se importar tanto com o amigo.

– Oh! Então por que está em todos os portais que uma atendente de farmácia é sua esposa? Diz Lupin mostrando o celular para Jigen.

O pistoleiro arranca o celular da mão do amigo e lê a matéria completa e diz:

– Parece que eu arrumei uma esposa. 

– Coitada dela. Retruca Lupin.

De repente Zenigata surge na frente do prédio abandonado, que serve de esconderijo para Jigen e Lupin.

– Saiam daí agora mesmo, Lupin e Jigen. Vocês estão cercados!

Porém Lupin e Jigen saem voando de asa- delta.

– Até mais, Tiozão.

Nota da autora: Uma fanfic curtinha sobre Jigen. Tive essa ideia depois de ficar parada em um original. Engraçado o quanto é divertido escrever com os personagens de Lupin III.

Espero que gostem.

Roupa Suja

Sinopse: Kenshin fica impossibilitado de lavar roupa e Kaoru ordena que Sanozuke faça a tarefa, porém Sano tem um plano diferente.

Personagens: Sanozuke Sagara, Megumi, Yahiko, Kaoru e Kenshin.

Categoria: Anime/mangá: Samurai X; Gênero: Humor; Classificação: Livre

Samurai X pertence a Nobuhiro Watsuki e demais detentores da obra. Essa é uma história sem fins lucrativos feita de fã para fã.

Roupa Suja

É mais um dia comum no dojo Kamiya, enquanto Kenshin se recupera dos ferimentos na luta contra Shishio, Kaoru divide as tarefas domésticas com Yahiko.

– Não vejo a hora do Kenshin melhorar. Não aguento mais a comida da feia. Reclama Yahiko para Sano.

– Pois é, parece que você tá bem encrencado. Diz Sano com um sorriso de deboche.

– É mesmo, Yahiko? Então, hoje você faz o almoço. Sanosuke, você lava a roupa. Estou de saída para comprar mais remédio pro Kenshin. Diz Kaoru.

– E por que eu tenho que lavar a roupa? Pergunta Sano.

– Se você não quiser lavar a roupa, pode começar a pagar pela hospedagem. Os custos aumentaram desde que você começou a morar aqui. Responde Kaoru.

– Tá certo, eu lavo a roupa.

Sano vai até a torneira e encontra duas bacias cheias de roupa suja e diz:

– Quando é que os ocidentais vão inventar uma máquina de lavar roupa. 

Sano vê Megumi do outro lado da calçada e tem uma ideia.

Sano olha sai do dojo e se aproxima de Megumi e cumprimenta:

– E aí, Megumi? Passeando sem fazer nada?

– Na verdade eu vi a Kaoro sair e resolvi dar uma olhada no Kenshinzinho. Responde Megumi.

– Você tá certa. Sabia que a Kaoru deixou toda a roupa suja do dojo acumular pro Kenshin lavar quando melhorar ter que lavar tudo. Diz Sano em tom de fofoca.

– O quê? Eu não vou permitir que o Kenshinzinho lave a roupa. Eu mesma vou lavar a roupa dele. Diz Megumi.

Sano entrega os baldes de roupa suja a Megumi e sai para jogar dominó.

Horas depois, Sano sai de uma casa de apostas e encontra Yahiko.

– Ei, Sano! A Megumi tá te procurando pela cidade. Ela já descobriu que você enganou ela pra lavar a roupa do dojo. Se eu fosse você, me escondi.

– Eu não tenho medo de mulher. Diz Sano.

De repente o lutador vê Megumi se aproximar com uma expressão furiosa perguntando por ele e Sano se esconde.

Como medo de encontrar Megumi, Sano vai até o dojo Kamiya e encontra Kaoru no pátio.

– Olá, Sanosuke Sagara. Diz Kaoru.

– Oi, Kaoru. Como é que você tá? Parece que a Megumi andou interpretando mal as minhas palavras e tá um pouco zangada comigo. Será que eu posso ficar alguns dias hospedado aqui no dojo? Diz Sano.

– Quer dizer que você tá se escondendo da Megumi depois de fazer ela lavar a roupa suja da casa dizendo que era a roupa do Kenshin. Eu deixo você ficar aqui com uma condição. Retruca Koru.

– Qual é a condição?

– Que você faça todas as tarefas domésticas do dojo. 

– O quê? Grita Sano.

Yahiko vem chegando da rua e diz:

– Ei, Kaoru. A Megumi quer falar com você.

Sano respira fundo e engole o seco e diz:

– Tá bom, eu aceito a sua condição pra eu me esconder no dojo. Diz Sano.

No dia seguinte Kenshin se levanta e vê Sano limpando o dojo e comenta com Kaoru:

– Foi muita gentileza do Sano se oferecer para cuidar das tarefas domésticas aqui do dojo. 

– Sem dúvida, foi muita gentileza dele. Confirma Kaoru dando uma risada.

Kaoru estende a mão a Kenshin e o convida para um breve passeio pelo jardim.

Nota da autora: A base dessa fanfic é um antigo tema para uma comunidade de fãs. Não usei exatamente o tema proposto, mas peguei alguns elementos.

Espero que gostem.

A flor da discórdia

Sinopse: Afrodite pede a Shaka um pedaço do jardim da casa de Virgem para plantar uma rosa, mas as coisas não saem como o esperado.

Personagens: Afrodite e Shaka.

Categoria: Anime/mangá: Cavaleiros do Zodíaco; Gênero: Humor; Classificação: Livre

Cavaleiros do Zodíaco pertence a Masami Kurumada e Toei Animation. Essa é uma história sem fins lucrativos de fã para fã.

A Rosa da discórdia 

Shaka está meditando como sempre, quando percebe a entrada de Afrodite na Casa de Virgem. 

– O que você deseja? Pergunta Shaka.

– Eu gostaria de pedir um pedacinho do jardim da sua casa para plantar uma pequena muda que eu encontrei próximo ao santuário. Dizem que a terra do jardim da Casa de Virgem pode curar qualquer planta e eu gostaria que você salvasse essa plantinha como um favor a mim. Diz Afrodite.

– Está bem, eu permito. Diz Shaka.

Dias depois, Shaka está meditando quando ouve um barulho forte vindo do jardim. Shaka sai da posição de lótus e vai checar o que está acontecendo.

Assim que chega ao jardim, Shaka quase abre os olhos ao perceber uma enorme rosa carnívora tomando grande parte do jardim.

Shaka fica em silêncio e vai até a casa de Peixes. 

Shaka chega à casa de Peixes e Afrodite vem receber o colega.

– Oi, Shaka. Como vai?

– Preciso que você tire aquela sua rosa da casa de Virgem. Diz Shaka muito sério.

– Por quê? A pobre florzinha precisa se recuperar para ser a rosa mais bela que eu já criei para servir a Athena. Responde Afrodite.

– Aquela rosa não é uma rosa comum. É uma planta carnívora. Insiste Shaka.

– Eu sei. Resolvi misturar uma planta carnívora na criação da minha nova rosa, mas a coitadinha não se adaptou a terra do meu jardim, por isso pedi sua ajuda. Afinal sei que você tem amor por todas as coisas vivas. Diz Afrodite solene.

– Mas eu não quero aquele monstro que você criou causando perturbação ao meu jardim. Tire aquilo de lá ou eu abrirei meus olhos e destruirei aquela coisa. Retruca Shaka.

– Jamais permitirei que você cometa uma atrocidade dessas. Diz Afrodite fazendo surgir uma rosa.

Shaka também se prepara para o combate, quando Aldebaran que vem passando pela casa de Peixes sugere:

– Por que não pedem a ajuda de Athena?

– Não devemos incomodar Athena com tolices. Diz Shaka.

– Eu também acho. Retruca Afrodite.

Por coincidência Saori vem passando pela casa de Virgem e ouve toda a conversa entre os cavaleiros e diz:

– Afrodite, retire imediatamente a roseira do jardim da casa de Virgem.

Afrodite não vê outra alternativa a não ser obedecer a deusa. Afrodite remove a planta e pega mais terra do jardim do jardim da casa de Virgem e vai embora.

– Acho que isso é o suficiente para criar novas rosas. Diz Afrodite indo embora.

Nota da autora: Uma fanfic curtinha inspirada num desafio de uma comunidade antiga que eu fazia parte.

Espero que gostem.

Zenigata, O Milionário

Sinopse: Zenigata ganha na loteria, mas desconfia que as coisas não são como parecem.

Personagens: Zenigata, Lupin, Jigen e Goemon

Categoria:Anime/mangá; Gênero: Humor; Classificação:Livre

Lupin III pertence a Monkey Punch e TMS Entretenimento. Essa é uma história sem fins lucrativos de fã para fã.

Zenigata, o milionário 

Zenigata está no escritório fazendo uma pausa do relatório que está escrevendo. Enquanto come um copo de macarrão instantâneo, o inspetor confere pelo celular os números da loteria. 

De repente o inspetor solta o copo no chão e lê mais de uma vez os números da loteria. E depois de ler pela sexta vez,  Zenigata grita:

– Eu estou rico!

Todos na sede da Interpol vêm olhar o que está acontecendo, quando Zenigata entra na sala do chefe e diz:

– Eu me demito!

– O quê? Ficou maluco, Zenigata?

– Nunca estive mais são em toda minha vida. Responde Zenigata saindo do escritório do chefe. 

– E quem perseguirá o Lupin? Pergunta o chefe. 

– E eu sei lá? Retruca Zenigata. 

Zenigata sai da sede da Interpol, respira fundo e entra no carro cantarolando. O inspetor se dirige a uma agência bancária para sacar o prêmio. 

Horas depois Lupin e Jigen entram em um museu e conseguem roubar Van Gogh de uma exposição. Os dois ladrões conseguem fugir com facilidade.

– Notou algo estranho dessa vez, Jigen? Pergunta Lupin.

– Sim. Tudo correu fácil demais. Tenho certeza que o Tiozão está nos esperando em alguma armadilha mais pra frente. Diz Jigen.

Mas para decepção de Lupin e Jigen nada acontece e os dois chegam ao esconderijo sem complicações.

– O que será que tá acontecendo? Por que o Tiozão não tentou parar a gente, Jigen? Questiona Lupin.

– Não sei, vai ver que ele tá preparando alguma armadilha mais elaborada. Diz Jigen.

– Ou se cansou de vez e deixou o seu caso. Diz Goemon.

– O quê? O Tiozão deixar de me perseguir? Isso nunca acontecerá. Retruca Lupin. Retruca Lupin.

– Ei, Lupin. Parece que o Goemon tem razão. Diz Jigen mostrando a Lupin uma notícia em um portal da internet.

Lupin arregala os olhos quando lê:

“ Inspetor Zenigata deixa a Interpol por motivo desconhecido.”

– Como é que o Tiozão foi capaz de uma traição como essa? Questiona Lupin visivelmente magoado.

– O que pretende fazer a respeito, Lupin? Pergunta Jigen.

– Vou provocar aquele velho até ele voltar a me perseguir. Diz Lupin.

– Você de fato é um homem pervertido. Diz Goemon se levantando.

– Onde você vai? Aliás, como você chegou aqui? Pergunta Lupin a Goemon.

– Vou meditar. Você mandou o endereço pelo celular. Responde Goemon.

Longe dali, Zenigata está com um corretor imobiliário visitando uma grande mansão. O homem magro começa a apresentar a mansão ao inspetor:

– O senhor fará uma excelente compra ao adquirir essa casa. Ela tem uma decoração oriental e tem seis quartos e oito banheiros, além de piscina, saúna…

Zenigata não dá muita atenção ao corretor e começa a pensar:

“ E se Lupin inventou essa história de loteria pra me tirar do caso? Vai ver que esse corretor na verdade é o Lupin disfarçado.”

– Parado aí, Lupin! Você não me engana! Grita Zenigata puxando as bochechas do corretor de imóveis.

– O senhor é bem espirituoso, senhor Jamesgata, mas eu não sou o Lupin.  Diz o corretor com um sorriso forçado.

– Desculpe. Deve ser o stress da profissão. Diz Zenigata encabulado.

Lupin observa tudo de uma árvore e diz ao companheiros:

– O Tiozão largou mesmo Interpol. Isso não vai ficar assim. Ele tem que voltar.

– Francamente, Lupin. Eu não me importo, mas você pode dar a fortuna dele de presente pra mim. Diz Fujiko.

– Parece que o senhor Zenigata ficou muito rico e não vai mais querer nos perseguir. Diz Goemon.

– Quem diria que o Tiozão ficaria rico da noite pro dia? Comenta Jigen.

– Isso deve ser uma armadilha dele pra nos pegar desprevenidos. Diz Lupin tomando a frente para ir falar com Zenigata.

Lupin entra na casa no exato momento em que Zenigata fecha a compra do imóvel. 

– Olá, Tiozão! Onde estão os outros policiais? Provoca Lupin.

– O senhor disse que a casa era segura, senhor Tomás. Diz Zenigata reclamando com corretor imobiliário.

– Mas eu não menti. Diz o corretor.

Zenigata se aproxima da porta e Lupin estende os braços para ser algemado, mas o inspetor ignora Lupin.

Lupin se sente insultado e grita para Zenigata:

– Eu me rendo! Pode me prender, tá legal? 

–  Você não é mais problema meu. Até algum dia, Lupin. Diz Zenigata fechando a porta. 

O corretor de imóveis vai atrás de Zenigata, mas antes tira algumas fotos de Lupin e diz:

– Isso vai aumentar muito o preço da propriedade.

– Isso não vai ficar assim. Diz Lupin correndo até o carro de Zenigata.

O inspetor acelera e deixa um rastro de poeira que faz Lupin tossir.

– Isso não vai ficar assim, Tiozão. Vou fazer o maior roubo da história. Grita Lupin.

Horas depois, Zenigata está relaxando no spa de um hotel de luxo. De repente Zenigata levanta da cama de massagem e diz em voz alta para si mesmo:

– Isso tudo só pode ser uma armação do Lupin.

Zenigata fica em silêncio por alguns segundo, até que estala os dedos e grita:

– Já sei! Lupin me fez acreditar que eu ganhei na loteria pra poder roubar à vontade. Maldito! Ele me paga por me fazer de trouxa. 

Zenigata vai embora do hotel, deixando a massagista confusa.

À meia-noite, Lupin consegue burlar o esquema de segurança do maior museu da cidade e chega até à exposição egípcia.  Lupin está prestes a roubar o colar de ouro e uma pedra azul ainda não identificada que foi de Nefertiti, quando ouve uma voz familiar gritar:

– Parado aí, Lupin! Você está preso!

– Tiozão! Você voltou! Comemora Lupin dando um abraço em Zenigata.

– Pare com isso! Eu sei que você me enganou com a história da loteria. Diz Zenigata com uma cara mal-humorada.

– Como assim, Tiozão? Diz Lupin confuso.

– Você de alguma maneira manipulou os números da loteria pra que pensasse que ganhei, mas eu fui mais esperto e dei o bilhete a um mendigo. Diz Zenigata.

– Não sei do que você tá falando, mas é bom ter você de volta na Interpol. Cá pra nós só você consegue descobrir os meus planos. Diz Lupin.

Zenigata coloca as algemas em Lupin e Goemon surge e usa a espada para cortar as algemas ao meio. Lupin e Goemon correm, enquanto são perseguidos por Zenigata até que Jigen chega num helicóptero.

Goemon quebra a janela com a espada e ele e Lupin conseguem alcançar uma escada lançada por Jigen e entrar no helicóptero.

– Até mais, Tiozão. Seja bem-vindo de volta. Diz Lupin acenando para Zenigata.

Zenigata fica furioso e grita:

– Eu vou pegar você, Lupin.

Zenigata liga a TV no jornal e vê uma repórter entrevistando um homem idoso. 

– É verdade que o senhor ganhou o bilhete de loteria que o deixou rico?

– Sim. Um homem gentil usando chapéu e sobretudo de detetive antigo me deu e agora estou milionário. 

– Não pode ser! Maldito Lupin! Grita Zenigata.

Nota da autora: Uma fanfic levemente baseada no episódio quarenta da parte III de Lupin.

Espero que gostem.