As férias de Zenigata


Sinopse: Zenigata é obrigado a entrarde férias, porém as férias não são tão relaxantes assim.

Personagens: Zenigata e Yata 

Gênero: Anime/mangá: Lupin III; Gênero: Humor; Classificação: Livre.

Lupin III pertence a Monkey Punch e TMS Entretenimento. Essa é uma história sem fins lucrativos de fã para fã.

As férias de Zenigata

Zenigata entrar na sala do chefe da Interpor e pergunta:

– Mandou me chamar,chefe?

– Sim. Você está de férias a partir de hoje.

– Eu não posso entrar de férias até prender o Lupin.

– Mas você vai entrar de férias, porque o Órgão Trabalhista Internacional descobriu que você nunca tirou férias e considerou isso uma grave violação dos direitos trabalhistas. Eles querem aplicar uma multa na Interpor. Por tanto, você vai entrar de férias ou vai pro olho da rua. Diz o chefe da Interpor.

– Está bem, chefe. Eu entrarei de férias.

No dia seguinte, Zenigata chega ao quarto de hotel e desfaz as malas. Depois de guardar as coisas no armário, o inspetor deita na cama.

Zenigata fecha os olhos para relaxar e de repente pensa que as férias na verdade fazem parte de um plano de Lupin.

– Mas ele não vai me enganar. Diz Zenigata.

O inspetor pega o celular e começa a vasculhar notícias de crime na cidade, mas desiste.

– Talvez  o chefe tenha razão e tudo que eu preciso é um bom descanso. Diz Zenigata a si mesmo.

Zenigata almoça e resolve passar a tarde na piscina do hotel. Enquanto se bronzeia, Zenigata vê uma mulher que ele reconhece a quilômetros, para espanto de Zenigata ela está mais vestida que o normal.

“Fujiko! Se ela está aqui, Lupin também está.” 

Zenigata coloca óculos escuro que trouxe e começa a seguir a suposta Fujiko e fica abismado ao ver que ela se a um grupo de religiosas.

– Inaceitável o desrespeito religioso da Fujiko. Diz Zenigata indo até ela.

Uma equipe de kendô passa por Zenigata e ele reconhece Goemon entre eles.

“ Goemon! O que será que Lupin está tramando? Vou descobrir.”

Zenigata se detém quando lembra das palavras do chefe sobre a demissão.

– Melhor eu tentar aproveitar as férias enquanto tento descobrir o plano de Lupin. Diz Zenigata.

Zenigata entra no bar do hotel e se surpreende ao ver que o bartender é Jigen.

– Olá, inspetor Zenigata. Diz Yata assustando Zenigata.

– O que você tá fazendo aqui?

– O mesmo que o senhor.

– Está seguindo a gangue do Lupin? Diz Zenigata sorrindo.

– Na verdade, eu estou curtindo as férias. Já tirei várias fotos e até consegui marcar um encontro pra hoje a noite. Tagarela Yata. O jovem policial se dá conta do que Zenigata falou e pergunta:

– Como assim perseguindo a gangue de Lupin? Nós estamos de férias.

– É que o Lupin e a gangue dele estão aqui. Não sei o que vieram roubar, mas eles estão aqui. Já vi a Fujiko e o Goemon. Não sei se você notou, mas o bartender é o Jigen. Cochicha Zenigata.

Yata dá uma olhada e pergunta ao superior:

– O senhor acha mesmo que aquela ruiva no balcão é o Jigen disfarçado? Tão bonita… Quem poderia imaginar?

Zenigata olha e vê uma bela ruiva limpando o balcão e diz:

– Ele sumiu. Bem, é melhor deixar isso de lado. 

– Vamos relaxar, inspetor. Eu pago uma bebida. Quer umas cervejas?

Zenigata aceita o convite do jovem colega que não economiza nas bebidas e nem nos pratos.

– Tem certeza que podemos pagar por isso, Yata?

– É claro. Estou colocando todas as despesas na conta da Interpol. Não temos que nos preocupar com gastos. Responde Yata tomando um gole generoso de cerveja.

Depois de algumas rodadas de bebida e comida, Zenigata volta para o quarto e cruza no corredor com a suposta Fujiko. O inspetor se aproxima dela e diz:

– Você está presa, Fujiko Mine.

A freira fica assustada e diz:

– O senhor está me confundindo com alguém. Eu sou a irmã Fujiko Maria.

– Você não me engana, Fujiko! Diz Zenigata puxando o véu da freira. 

Um dos seguranças vê a cena e diz a Zenigata:

– Fique parado aí mesmo, seu assediador! Eu vou chamar a polícia.

– Eu não estou assediando ninguém. Essa mulher é uma ladra internacional perigosa.  Eu sou o Inspetor Zenigata da Interpol. Diz Zenigata tirando a identificação do bolso, porém ele tira a carteirinha de desconto do bar.

– Venha comigo, senhor. Não posso deixar esse incidente impune. O senhor me acompanhe até a delegacia do hotel. Diz o segurança.

– Mas eu sou mesmo da Interpol. Argumenta Zenigata indo com o segurança à delegacia.

Yata entra no corredor e pergunta:

– O que está acontecendo aqui?

– Esse senhor assediou uma freira e está se passando por um agente da Interpol. Responde o segurança.

– É verdade. Nós somos  agentes da Interpol, por favor, venha comigo ao meu quarto ,senhor segurança. Diz Yata encostando na parede para não cair por causa da pequena bebedeira no bar.

Yata conduz o segurança e Zenigata até o quarto dele. Assim que o segurança passa pela porta Zenigata o acerta com um golpe na nuca que faz o segurança desmaiar.

– O que o senhor fez, inspetor? Diz Yata chocado.

– Eu o coloquei para dormir. Agora vamos, Yata. Temos que prender Lupin e gangue dele. Responde Zenigata.

– Mas estamos de férias.

– Um policial nunca tira férias diante do dever. Retruca Zenigata.

Yata dá um suspiro e segue Zenigata. Assim que saem para o corredor, Zenigata e Yata encontram um sujeito magro de cabelos curtos.

– Parado aí, Lupin! Você está preso! Grita Zenigata.

– Do que está falando, senhor. É melhor o senhor se conter até a chegada da polícia. Diz o homem.

– Você não vai me enganar, Lupin! Diz Zenigata jogando as algemas e acertando a cabeça do homem. 

O homem desmaia  e Zenigata se aproxima para efetuar a prisão do suposto Lupin. De repente vários policiais saem do elevador.

– O senhor está preso por assédio e agressão. Diz um dos policiais a Zenigata.

– Eu? Mas eu acabei de prender o Lupin. 

– Esse homem não é Lupin Terceiro, é o gerente do hotel.

Zenigata fica constrangido e dá um sorriso bobo.

 – E eu só queria curtir as férias. Lá se vai meu encontro.  Reclama Yata.

Numa ilha no Caribe, Lupin e gangue estão curtindo as férias, quando Lupin vê a seguinte manchete: 

“Interpol terá que pagar indenização milionária, depois de um de seus inspetores agredir o gerente de um hotel e um segurança e assediou uma freira.”

– Parece que o Tiozão andou aprontando todas num hotel. Comenta Lupin dando uma longa gargalhada.

– Isso é sério? Pergunta Jigen puxando o celular e lendo a notícia.

– Acho que o senhor Zenigata precisa relaxar. O trabalho está fazendo mal aos nervos dele. Diz Goemon.

Fujiko toma o celular das mãos de Jigen e comenta:

– Parece que o Zenigata confundiu uma freira comigo.

– Então ele realmente enlouqueceu. Diz Jigen.

– Seu grosso. Retruca Fujiko dando um tapa em Jigen.

– Vamos curtir nossas férias em paz, pessoal. Diz Lupin triunfante.

Três dias depois, Zenigata é chamado  à sala do chefe.

– Zenigata, seu idiota! Você está suspenso por um mês e se eu souber que você resolveu prender um mísero batedor de carteira, você vai pra rua. Diz o chefe aos gritos.

– Sim chefe. 

– Fique satisfeito de não ser demitido pelas loucuras que você cometeu. Acho que o melhor castigo é descontar do seu salário e do salário do seu aprendiz cada centavo da indenização que a Interpol terá que pagar as Irmãs da Misericórdia, ao gerente do hotel e ao segurança. Agora suma daqui! Diz o chefe com gritos ainda mais altos.

Zenigata se retira e a secretária pergunta ao chefe:

– Por que não o demitiu, chefe? Ele fez coisas muito graves.

– Apesar de tudo ele é um policial excelente. Se toda força policial do mundo tivesse policiais como Zenigata, o mundo seria melhor. Responde o chefe.

Zenigata vai saindo da prédio da Interpol e diz a si mesmo:

– Um mês passa depressa e depois da suspensão, eu vou prender o Lupin.

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