O lobo revê o anjo

 Sinopse: Durante um trabalho,  Goemon resolve reencontrar uma pessoa importante do passado. 

Categoria: Anime/mangá: Lupin III; Gênero: Drama/humor; Classificação: Livre.

Personagens: Geomenon, Lupin, Jigen e Zenigata.

Lupin III pertence a Monkey Punch e TMS Entretenimento. Essa é uma história sem fins lucrativos de fã para fã.

O Lobo revê o Anjo

Lupin conseguiu um esconderijo para ficar mais perto do próximo alvo, uma moeda que pertenceu a Júlio César. E para o trabalho, Lupin chamou Jigen e Goemon.

– Devo partir para o deserto e fazer com que as estrelas sejam minhas guias, mas não se preocupem, pois pretendo estar com a mente pura para ver um anjo. Diz Goemon caminhando até a porta.

– Sempre com esse exagero. Tá super nublado. Como é que você vai enxergar alguma coisa? Diz Lupin.

Jigen dá um suspiro de desaprovação e diz:

– Lupin e eu vamos estudar o local do próximo alvo. A gente te dá uma carona.

Goemon concorda com a carona balançando a cabeça afirmativamente e diz:

– Tenho certeza de que verei o anjo até o amanhecer.

– Anjo? Por tá repetindo isso, Goemon? Não somos personagens de shoujo mangá, somos ladrões. Diz Lupin.

Jigen faz sinal para Lupin ir para o carro, enquanto Goemon vai na frente. Os três ladrões entram no carro e seguem pela estrada por alguns quilômetros, até que Goemon diz:

– Eu fico aqui. Muito obrigado pela carona. Quando precisarem de mim basta me chamar pelo celular.

– Tá bem. Responde Jigen.

– O que será que ele tem? Parece tão esquisito com essa história de anjo e sei lá o quê. Comenta Lupin.

– Não deve ser nada demais. Diz Jigen dando a partida no carro.

Enquanto caminha, Goemon reconhece o lugar e vai seguindo até o local de quinze anos antes. Para cumprir com sua meditação, Goemon resolve dormir debaixo de uma árvore.

Alguns quilômetro longe de onde Goemon desceu do carro, Jigen comenta com Lupin:

– Você não acha que Goemon tava estranho?

– Ele é estranho. Diz Lupin tentando parecer desinteressado.

– E aquilo de ver anjo? Ele ficou muito triste sendo derrotado de maneira fácil ano passado. Será que ele ainda tá remoendo essa derrota? Diz Jigen.

– Mas que cara mais frágil. Comenta Lupin.

Jigen e Lupin olham um para o outro. Jigen resolve dar meia volta na estrada para procurar Goemon.

Quando estão a caminho para encontrar Goemon, Lupin e Jigen são surpreendidos por Zenigata.

– Lupin! Você está preso! Grita Zenigata jogando as algemas certeiras nos pulsos de Lupin. Lupin consegue se livrar das algemas com facilidade e diz:

-Não tenho tempo pra brincar agora, Tiozão. Temos que encontrar Goemon, antes que ele faça uma besteira.

– Como assim? Pergunta Zenigata.

– Ele tá muito esquisito desde a última derrota e esses dias falou sem parar que quer encontrar um anjo. Explica Jigen.

– Meu Deus! Isso é muito sério. Vou dar uma trégua e ajudar a procurar Goemon. Diz Zenigata.

– Você é o cara, Tiozão. Diz Lupin com os olhos brilhando de emoção.

Os três seguem pela estrada em busca de Goemon sem sucesso.

– Acho que melhor procurarmos a pé. Sugere Jigen.

– Vamos andar tudo isso, Jigen? Acho que o carro vai facilitar caso a gente tenha que transportar Goemon. Diz Lupin evitando pensar no pior.

-Nunca pensei que você fosse tão frio, Lupin. Jamais vou lhe perdoar se não chegarmos a tempo de impedir Goemon de fazer um besteira. E vou exigir que você vá para a pior prisão do mundo. Diz Zenigata.

Lupin não gosta da insinuação de Zenigata e se prepara para socar Zenigata, mas Jigen o segura.

– Vamos parar de brigar e voltar a buscar Goemon. Diz Jigen.

Os três decidem que a ideia de Lupin é a mais sensata e continuam procurando Goemon.

Goemon acorda com os primeiros raios do sol e volta a caminhar até que encontra o túmulo de quinze anos antes. O samurai fica esperando e vê se aproximar uma bela jovem de cabelos loiros.

Goemon reconhece Mary e por alguns segundos pensa em se aproximar da jovem, mas resolve ficar onde está. Mary coloca as rosas brancas que trouxe no túmulo da mãe e diz como em uma oração:

– Amanhã farei a cirurgia de uma garotinha cega. Ela lembra tanto a mim mesma quando fui operada que eu tenho medo de falhar. Eu gostaria que o anjo que me visitou quando eu era criança viesse me ajudar.

Por alguns instantes Mary lembra de algumas crianças debochando por ela guardar a pena de uma águia dizendo ser de um anjo, mas Mary nunca se abalou e sempre acreditou que aquela é a pena de um anjo.

Mary segura a pena contra o peito e fecha os olhos desejando ver o anjo mais uma vez.

Goemon coloca o chapéu que sempre traz consigo para encobrir o rosto e finge está de passagem pelo lugar e diz:

-Perdão por minha grosseria, mas não pude deixar de ouvir o que a senhorita disse. Diga a sua pequena paciente que basta contar até três e a cirurgia vai acabar. Tenho certeza que você conseguirá.

Goemon segue seu caminho em silêncio. Mary reconhece a voz do anjo de sua infância e quando abre os olhos não vê ninguém.

-Senhor anjo! Muito obrigada.

 Não muito longe, Lupin, Jigen e Zenigata entram em desespero por não encontrarem Goemon.

– Isso é tudo culpa sua, Lupin! Você devia ter valorizado mais o Goemon e não tratado ele como uma simples espada ou um Ás na manga. Diz Jigen chorando.

– Nem vem! E você o que fez por ele? Você é que devia ter aconselhado ele a relaxar mais. Retruca Lupin.

– Na verdade, vocês dois são os culpados por envolver um jovem como Goemon no mundo do crime. Lupin e Jigen,vocês estão presos por causarem a morte de Goemon. Diz Zenigata jogando algemas e prendendo Lupin e Jigen.

– E quem disse que eu morri? Diz Goemon surgindo e liberando Lupin e Jigen com apenas um golpe de espada.

Lupin e Jigen abraçam Goemon e dizem em coro:

– É bom ver você outra vez.

Goemon fica confuso com a reação exagerada dos amigos e diz:

– Por que tudo isso? Eu só saí por algumas horas.

Lupin segura Goemon pelo braço e o puxa até o carro dizendo:

-Vamos te levar agora mesmo pra relaxar. Tem um bar de strip ótimo aqui perto.

 Goemon tenta recuar, mas Lupin dá uma borrifada de gás do sono no rosto do samurai que adormece em segundos. Jigen ampara a queda de Goemon e o coloca no carro e dá a partida e sai em alta velocidade.

Zenigata fica emocionado com a amizade dos três  e deixa para prender Lupin outro dia.

Dois dias depois em um hospital, Mary diz a sua pequena paciente:

– Você vai contar até três e a cirurgia vai acabar.

-Isso é verdade, doutora? Pergunta a garotinha.

-Sim, foi um anjo que me contou.

 Nota da autora: Essa fanfic é baseada no episódio 103 da parte II de Lupin, em que uma garotinha cega confunde Goemon com um anjo. Fiquei pensando como seria um reencontro da garotinha com Geomon, quando ela fosse adulta.  

Não levei em consideração o tempo real, pois o tempo passa diferente no mundo de Lupin. Espero que gostem.                                                                                                                                                                                                                                                                                                         

Os monges não devem repetir as falas de Shaka de Virgem

Resumo: Gintoki aceita  procurar um animal de estimação e encotra Oboro numa atitude muito estranha.

Personagens: Gintoki, Oboro

Categoria:Anime/mangá: Gintama/Cavaleiros do Zodíaco; Gênero:Humor/paródia/crossover; Classificação:Livre

Gintama pertence a Hideaki Sorachi e demais detentores da obra. Essa é uma história de fã para fã sem fins lucrativos.

Monges não devem repetir as falas do Shaka de Virgem

 Mais um dia comum em Edo. Quando uma velhinha chega ao escritório do faz tudo no exato momento que Shimpachi está varrendo o chão.

– Bom dia, meu rapaz. Eu estou precisando de ajuda para recuperar o meu gatinho. Diz a senhora.

– Está certo, senhora. Vou falar com nosso presidente. Diz Shimpachi mostrando à senhora o caminho do escritório.

Gintoke está com as pernas em cima da mesa tirando meleca do nariz, quando Shimpachi abre a porta do escritório.

– Temos uma cliente.

Gintoke fica de pé num pulo e a senhora mostra a ele a foto do que ela dizer ser um gato, mas o animal na foto se parece muito com um coelho.

– Quero que o ache, senhor Sakata. Ele é minha única companhia na velhice. Diz a senhora começando a chorar.

Gintoki pensa em recusar, mas ele mostra uma quantia generosa como adiantamento.

– Nós acharemos seu animalzinho, senhora.

Gintoke começa a procurar o animal pelo parque da cidade e vê o animal correr para um ponto afastado indo para uma ponte. Assim que atravessa a ponte, Gintoke vê Oboro se aproximar. Gintoke saca a espada de madeira e aponta para o assassino dos Narakus, mas Oboro responde:

– Não devemos nos agredir, pois atos de violência apenas geram mais violência.

Gintoki fica chocado com a resposta de Oboro e insiste:

– O que deu em você? Por acaso isso é algum truque barato? 

– Talvez essa sua agressividade seja parte de seu carma. Recitarei um mantra para você. Se quiser pode me acompanhar até o templo. Diz Oboro.

Gintoki guarda a espada e finge que confundiu Oboro com outra pessoa, mas resolve seguir o monge. Oboro entra em um templo budista e Gintoki tem certeza que o assassino número um do Naraku está aprontando alguma coisa e saca a espada de madeira.

– Te peguei, desgraçado! Diz Gintoki com um grito.

Oboro interrompe o mantra que está entoado e olha para o samurai de cabelo prateado e pede silêncio.

– Vejo que insiste em me atacar. Talvez seja meu carma que você queira me atacar sem motivos. Eu por acaso o ofendi em uma vida passa? Talvez você fosse uma vaca e eu tomei seu leite. Diz Oboro mantendo a calma.

– Você ouviu o que acaba de dizer? As pessoas agora vão pensar que isso é uma fanfic yaoi. Eu vou embora, mas eu vou voltar e você vai ver. Eu nunca vou te perdoar pelo que fez ao sensei.

– Diga-me o que eu fiz ao seu sensei? Será que você é um espírito desencarnado que vaga pela transitoriedade do mundo? 

Gintoke fica apavorado com a ideia de ser mesmo um fantasma e diz:

– Não quero ser um fantasma. Tenho medo de fantasmas. 

Oboro fica comovido com Gintoke e diz:

– Vou preparar alguma mantras e pegar alguns selos. 

Mas logo Gintoki se lembra:

– Ei! Eu não morri coisa nenhuma. De onde tirou essa ideia?

– Dessa sua estranha obsessão em lutar contra mim por causa de algo que eu supostamente fiz ao seu sensei. Acho que esse seu jeito irritante deve ter feito seu sensei perder a cabeça. Responde Oboro confuso.

Gintoki vai responder a Oboro com um palavrão, mas se controla e diz:

– O que ele faz aqui? Oe, oe, Oboro. Conta logo o plano de vocês.

– Bem, eu continuo não entendendo nada do que você está falando. Saiba que tudo isso é transitório sob as árvores salas gêmeas. Diz Oboro, sendo interrompido por Gintoki que tampa a boca do monge com as duas mãos.

– Ficou doido? Se você continuar falando, a Toei Animetion vai processar a gente.

Oboro quer perguntar o que é Toei Animetion, mas o outro ainda não o deixa falar. De repente um frequentador do templo diz:

– Ei, você do cabelo bagunçado. Por que está tentando sequestrar o mais pacifíco monge de nossa organização.

Gintoki finalmente deixa a boca de Oboro livre e diz:

– Eu não tava tentando sequestrar ninguém, só queria ensinar ao monge a recitar mantras pelo pensamento.

– É sério? Tem a ver com Toei Animetions que você falou antes? Pergunta Oboro.

– Oe,oe, Oboro. Essa sua personalidade tá ficando chata demais pra fic. As pessoas gostam que o herói vença o vilão e não um monge budista.

– De fato não quero lhe aborrecer, rapaz. Eu peço desculpas mais uma vez por ter lhe ofendido em outra vida. Se de alguma forma puder compensar minhas faltas, pode me bater. Diz Oboro humilde.

– De novo isso, cara? 

De repente Takasugi chega usando uniformes de policial.

– O que você está fazendo, estranho? Largue esse monge agora mesmo. Não podemos deixar que o sequestre.

– O que tá acontecendo aqui? Por que você tá com essa roupa de policial, seu anão? Diz Gintoki mais confuso ainda.

– Não se preocupe, senhor policiais, eu me rendo a esse pobre homem. Parece que é ele um tipo de encarnação do carma. Numa vida passada ele era uma vaca ou coisa do tipo.

Gintoki mais uma vez se prepara para falar um palavrão e é interrompido por Takasugi e Bansai que começam a chorar alto.

– O monge é bondoso demais. Não permitirei que você faça mal a ele. Diz Takasugi tirando a espada da bainha, sendo prontamente impedido por Oboro.

– Violência só gera mais violência. 

Gintoki aproveita e foge do templo. Quando vê que está longe o suficiente, Gintoki decreta que já trabalhou demais naquele dia estranho. O samurai percebe que não sabe onde estacionou a moto e pega um ônibus para ir para casa.

Quando chega ao distrito, Gintoki percebe várias casas elegantes e pessoas bem vestidas andando pelas ruas.

– Isso tá cada vez mais esquizito. Resmunga Gintoki chegando em casa, agora um prédio de luxo.

De repente Tama aparece com asas de fada.

– Olá Gintoki, sou a fada Tama. Estou aqui para lhe explicar o que está acontecendo nessa fanfic.

– Já não era sem tempo. 

– Você seguiu o gatoelho mágico e de alguma forma atravessou para o mundo do espelho, onde tudo é o contrário do seu mundo. Por isso nesse universo, eu sou uma fada e tenho poderes mágicos. Explica Tama.

– Então é por isso que Oboro tá achando que é o Shaka de Virgem.

– Sim. Para voltar ao seu mundo você precisa encontrar o gatoelho mágico. Vou te acompanhar ao lugar onde você pode dormir. Diz Tama.

Tama leva Gintoki pela cidade que é igual a Edo, onde Gintoki vive. Finalmente Tama para em frente a um hotel e diz:

– Você pode passar a noite aqui. Não se preocupe, é tudo de graça. O senhor Zura tem feito um bom governo, porém agora toda a estabilidade do nosso país está sendo ameaçada pelo terrível terrorista que se intitula Xogum. 

Gintoki resolve se distrair daquele mundo maluco assistindo o pouco de TV e fica literalmente de boca aberta ao ver Utsuro na televisão dando uma entrevista e a apresentadora diz:

– Estamo aqui com o renomado psiquiatra e especialista em distúrbios de personalidade Utsuro.

– Bem eu gostaria de dizer às pessoas que todos os seres humanos são belos e têm coisas bonitas dentro de si. Também gostaria de avisar que amanhã estarei em uma turnê espacial junto com os artistas espaciais da Harusame levando palavras de esperança e felicidade por todo o universo.

Gintoki muda de canal e vê uma notícia que o deixa ainda mais chocado:

– O perigoso terrorista Shoyo Yoshida acaba de incendiar mais uma escola e roubar todos os deveres de casa.

Apavorado Gintoki desliga a televisão e diz a si mesmo em voz:

– Eu tenho que cair fora daqui, senão vou acabar maluco. Preciso achar aquele bicho esquizito o quanto antes.

De repente Gintoki percebe que Tama sumiu. Cansando, Gintoki adormece e sai para procurar gatoelho.

Gintoki caminha pela cidade organizada e arborizada e vê o gatoelho. Gintoki se prepara para capturar o animal que corre assim que o vê.

– Maldito bicho maluco.

Mais uma vez Gintoki corre atrás do gatoelho e acaba esbarrando em Oboro. O monge dá um sorriso gentil e diz:

– Parece que nos encontramos outra vez.

– Realmente deve ser algum tipo de carma ou coisa do tipo. Resmunga Gintoki. 

– Como tem passado, rapaz? 

– Tô procurando um bicho esquizito que uma mulher perdeu. Diz Gintoki mostrando a foto do gatoelho a Oboro.

– Então você está procurando um gatoelho mágico. Que interessante lá no templo temos vários deles. Parece que eles gostam muito das cenouras de lá. Explica Oboro.

– E por que você não disse nada antes?

– Por que você não me falou nada sobre isso. Na verdade parecia que só queria me atacar. Não entendo o motivo.

– É melhor deixar pra lá. Eu vou pro templo com você. Na verdade é que você é muito parecido com uma pessoa que eu conheci. Diz Gintoki.

– Você deve detestar mesmo essa pessoa, mas vamos deixar isso para lá. 

No templo, Oboro mostra o jardim onde vários gatoelhos brincam e se alimentam dos vegetais da horta. Gintoki coça a cabeça e tem uma ideia.

‘Vou pegar qualquer um desses bichos malucos e voltar pra casa de uma vez.’’

Gintoki pensa em ir até o jardim, mas o gatoelho se aproxima de Oboro que pega o animal no colo e entrega a Gintoki.

– Aqui está seu bichinho. A lenda diz que esse animais podem atravessar os mundos. Bem, acho que agora você pode ir. Espero que não esqueça que as flores brotam e morrem, até mesmo as estrelas e galáxias. Diz Oboro.

– Valeu, monge. Muito obrigado, mas por favor, não repita mais as frases do Shaka.

Oboro dá um sorriso gentil para Gintoki e diz:

– Você deve atravessar a ponte do parque para voltar ao seu lar. Até mais estranho.

– Até.

Gintoki improvisa uma coleira para ter certeza que o animal não vai fugir e segue as instruções do monge, atravessando a ponte.

Gintoki está caminhando para saída do parque e encontra Oboro junto com outros da ordem Naraku. Gintoki não resiste a curiosidade e vai cumprimentar o líder dos Narakus.

– Bom dia, Oboro-kun. Tem algum mantra pra mim hoje?

– Além de desobedecer a vontade dos Céus, é louco. Diz Oboro em posição de ataque.

Gintoki fica tão contente em estar de volta que dá um abraço apertado e um beijo no rosto de Oboro e sai correndo.

‘’ Acho que o sensei bateu com muita força na cabeça e deixou ele idiota.’’ Pensa Oboro.

Quando entra em casa Gintoki encontra a cliente à espera dele conversando com Shimpachi.

– Gin-san. Você já encontrou o bicho. Diz Shimpachi animado com rapidez do chefe.

– Nunca pensei que o senhor fosse tão rápido. Não passou meia hora e já trouxe o meu amado bichinho. Diz a senhora entregando o dinheiro a Gintoki e pegando o gatoelho que se aninha no braço dela.

-Putz! Nem acredito que isso acabou bem. Diz Gintoki.

De repente Gintoki sente uma presença e comenta com Shimpachi:

– Oe. Tô sentindo um cosmo poderoso. 

– É o cosmo de um cavaleiro de outro. Grita Shimpachi.

De repente alguém bate na porta e Gintoki anda em passos lentos e quando abre a porta e encontra Shaka de Virgem em pessoa.

– Vim em nome do santuário de Athena notificá-lo por violação de Direitos Autorais. Diz Shaka

Gintoki dá um grito de pavor e logo percebe que está no quarto e diz para si mesmo em voz alta:

– Ainda bem que foi tudo um sonho.

– Você é mesmo um tolo. Você caiu no Golpe Fantasma de Fênix.

Gintoki dá um grito de pavor que acorda meio quarteirão.

– Kagura,você devia parar com essa mania de meter Ikki de Fênix nas nossas historias

A noite dos coelhos assassinos

Resumo: Gintoki assiste ao um filme de terror e tenta dormir à noite.

Catagoria: Anime/mangá; Série: Gintama; Gênero:Humor/paródia;  classificaçã: 10 anos.

Personagens: Gintoki, Kagura e Shinpachi.

Gintama pertence a Hideaki Sorachi e demais detentores da obra. Essa é uma história de fã para fã sem fins lucrativos.

A noite dos coelhos assassinos

Gintoke sai do cinema junto de Kagura e Shinpachi. Os dois mais jovens comentam sobre o filme, enquanto Gintoke olha para os lados para ter certeza que não há nenhum coelho por perto.

– O que você tem, senhor Gintoke? Tá calado. Diz Shimpachi.

Gintoke finge o bocejo e diz:

– Nada. Só tô com um pouco de sono. Quero ir pra casa. 

– Ainda bem. Pesei que tivesse ficado com medo dos coelhos. Diz Kagura.

– Não diga besteira, Kagura. O senhor Gintoke jamais teria medo de meros coelhos, só porque no filme eles atacam as pessoas  e rasgam o pecoço delas e depois comem as tripas das vítimas, enquanto elas estão vivas e agonizando. Diz Shinpachi defendendo o mestre.

Gintoke tanta controla a tremedeira, mas Kagura comenta:

– Tá tremendo Gin-chan?

– Eu tô com frio.

– Mas o termômetro central tá marcando trinta graus. Questiona Shinpachi.

Gintoke finge vários espirros.

– Acho que tô gripado. Vou fazer um chá quando chegar em casa.

Assim que chagam em casa Shimpachi e Kagura vão dormir. Gintoke ainda em alerta pergunta:

– Não querem ficar mais um pouco e comer uns chocolates e ver desenho?

– Na verdade eu tô morto de sono. Diz Shimpachi.

Kagura entra no armário e dá boa noite bocejando.

Sozinho na sala Gintoke olha para os cantos antes de apagar a luz e ir para o quarto. Assim que apaga a luz, freelancer nota uma coisa branca se mexendo num canto da sala e vai o mais depressa possível para o quarto.

Gintoke respira ofegante e fica encostado na porta do quarto tentando ouvir qualquer barulho anormal na casa.

‘’ Calma Gintoke, coelhos não comem pessoas na vida real. Aquilo é apena um filme.’’ Tenta se convencer Gintoke entrando no futon.

Gintoke fecha os olhos tentando dormir e as primeiras imagens que vêm são dele em batalha. De repente na mente de Gintoke vários coelhos começam a correr de uma lado para o outor atacando todos os soldados.

Gintoke levanta num pulo e tampa a própria boca para não gritar, pois não quer que Kargura e Shinpachi riam dele, pior Kagura coloque Ikki de Fênix na história e torne tudo ainda mais assustador.

O faz-tudo respira fundo e pensa em pegar um copo d´água para acalmar os nervos e poder dormir, mas logo a imagem de um coelho escondido na escuridão surge na mente de Gintoke. 

‘’ Não posso ir até a cozinha. Um daqueles malditos coelhos pode estar lá a espreita.’’

Gintoke tenta voltar a dormir e imagina Takasugi dizendo:

– Que pático com medo de simples coelhos. É assim que você pretende deter a minha besta negra da vingança?

Gintoke vira para o outro lado e facha os olhos e volta a sonhar. No sonho de Gintoke, Utsuro surge em sua frente e se transformar num coelho gigante.

– Tudo isso é culpa da humanidade. Agora todos serão esmagados por um coelho gigante e você discípulo de Shoyo não poderá fazer nada.

Gintoke acorda segurando a espada em posição de ataque, enquanto ele treme.

– É melhor eu tentar ouvir um pouco de rádio para relaxar.

O faz-tudo liga o rádio e o Dj anuncia:

– E agora com vocês o grande hit do momento, A canção dos coelho. Essa música faz parte da trilha sonora do filma A noite dos coelhos assassinos.

Gintoke joga o rádio contra a parede.

– Mas que droga! Esse malditos coelhos estão por toda parte. 

Gintoke então resolve mexer no celular e a primeira coisa que vê são as fotos dos amigos que assistiram A noite dos coelhos assassinos. 

– Esses bichos são terríveis. Eles vão dominar o mundo e nos matar. Resmunga Gintoke se escondendo no futon.

Gintoke acorda tarde por causa da noite mal dormida e encontra Shinpachi varrendo a casa como de costume.

– Acordou tarde outra vez, senhor Gintoke. A Kagura trouxe para casa algo que o senhor vai gostar muito.

– Um presente? O que será?

Gintoke abre a porta do escritório, quando Kagura coloca na visão dele um enorme coelho branco. Gintoke não consegue controlar o pavor em ver o animal e desmaia.

– Olha só Simpachi, ele desmaiou. 

– Deve ser a emoção. Imagino que o senhor Gintoke, mesmo não dizendo nada sempre quis um coelho de estimação. Diz Shimpachi arrumando os óculos.

O amor de uma deusa

Resumo: Saori nota que as pessoas ainda têm medo de Máscara da Morte e resolve dar o exemplo tratando o cavaleiro de Câncer com gentileza, porém Máscara da Morte entende tudo errado.

Categoria: Cavaleiros do Zodíaco/Saint Seiya

Personagens: Máscara da Morte, Saori Kido, Afrodite de Paixes, Seiya de Pégaso, Saga de Gêmeos e Shion de Ares.

Gênero: Humor; Classificação: livre

Cavaleiros do Zodíaco pertence a Masami Kurumada e demais detentores da obra. Essa é uma história sem fins lucrativos de fã para fã.

O amor de uma deusa 

Da janela de seu templo, Saori observa os cavaleiros revividos e nota que as pessoas ainda tratam Máscara da Morte com medo e frieza. Preocupada Saori tem uma ideia:

“ Darei o exemplo às pessoas do santuário, tratando Máscara da Morte de maneira simpática e cordial.”

No final da tarde, Máscara da Morte está descansando no templo de Câncer, quando Athena entra. O cavaleiro de Câncer se levanta do sofá, onde está deitado, e  cumprimenta a deusa:

– Boa tarde, Athena. Precisa de algo?

– Não. Vim aqui apenas para saber como você está passando. Confio em sua recuperação. Diz Saori sem perceber que segura a mão de Máscara da Morte. 

Máscara da Morte fica atônito com o gesto da deusa e agradece a preocupação dela. Quando Saori sai, Máscara da Morte fica sem saber o que fazer.

“ Será que Athena está apaixonada por mim? Esse meu charme italiano me metendo em confusão. Preciso pedir ajuda. Mas a quem?”

Na manhã seguinte, Máscara da Morte vai até  à  Casa de Peixes e encontra Afrodite entretido no celular vendo vídeos do canal de Kurama de como criar novas rosas.

Afrodite percebe a chegada de Máscara da Morte e pergunta:

– O que você quer?

– Vim pedir o seu conselho pra um amigo meu. Ele tem um problema muito sério. Diz Máscara da Morte evitando o contato visual com Afrodite.

– E desde quando você tem amigos, Máscara da Morte?

– Isso não vem ao caso agora. Meu amigo acha que Athena está apaixonada por ele e quer saber o que fazer.

Afrodite olha para o cavaleiro de Câncer e diz:

– Athena não teria o mau gosto de se apaixonar por um amigo seu. Diz Afrodite indiferente. Logo depois Afrodite pergunta ao amigo:

– Você está me dizendo que Athena está apaixonada por mim?

– Como você pode pensar em semelhante bobagem? Diz Máscara da Morte chocado.

– É que eu sou seu único amigo, além disso sou o único cavaleiro que tem a beleza digna de uma deusa. Espero poder agradar Athena.

– Não seja idiota, Afrodite. Na verdade acho que Athena está apaixonada por mim. Diz  Máscara da Morte ficando vermelho.

Afrodite começa a rir sem parar e quase deixa o celular cair. Máscara da Morte dá um suspiro para não dar uma bofetada no colega.O cavaleiro de Peixes se recompõe e diz:

– É melhor você não repetir essa besteira por aí. Você sabe como o Mestre Shion é rígido quando se trata das regras de tratamento a Athena. Já imaginou o que ele fará,caso fique sabendo que você anda inventando histórias sobre a deusa?

Máscara da Morte sai chateado da casa de Peixes.

“ Quem pode me ajudar nesse problema? Acho que vou falar com Shaka. Talvez ele saiba o que fazer, afinal ele é o mais próximo dos deuses.” 

Máscara da Morte vai caminhando até a casa de Virgem e fica parado olhando para Shaka sem saber como abordar o assunto.

– O que faz aí parado, Máscara da Morte? Parece que algo o aflige. O que é?

Máscara da Morte fica um pouco vermelho e começa a falar muito baixo:

– Eu estou com um problema amoroso muito sério.

– Sinto muito, mas não entendo essas coisas mundanas. Pergunte ao Milo ou ao Shura. Responde Shaka.

– Mas é tipo um amor divino e você é o que mais entende dessas coisas. Insiste Máscara da Morte.

-Tive conversas com Buda e ele me disse que o amor divino faz muito bem à alma humana.

Máscara da Morte fica decepcionado com a resposta de Shaka e vai embora sem falar mais nada. 

Saori volta com Shion de uma visita ao vilarejo local e vê Máscara da Morte cabisbaixo. Ela decide dar ânimo ao seu cavaleiro já que depressão talvez traga maus pensamentos ao guardião da casa de Câncer.

– O que houve? Pergunta Saori se aproximando de Máscara da Morte.

O cavaleiro fica vermelho e não sabe o que responder.

– Fale alguma coisa, Máscara da Morte. Não vê que a senhorita Athena está falando com você? Diz Shion.

Máscara da Morte começa a gaguejar palavras incompreensíveis deixando Saori bastante preocupada.

– Shion, não vê que ele não está bem? Vamos levá-lo até o templo e ver o que eu posso fazer.

Máscara da Morte acaba caindo sentado no chão em choque com a preocupação da deusa.

– Esses cavaleiros modernos são muito moles. Na minha época os cavaleiros de ouro eram bem mais resistentes. Resmunga Shion enquanto manda chamar um dos médicos do santuário.

Quando vê a cena de Saori segurando a mão de Máscara da Morte, Seiya sente que vai chorar e desce as escadas o mais rápido possível para não ser visto.

Afrodite também vê toda a cena e corre até a casa de Gêmeos para contar a Saga. Saga acha estranho Afrodite entrando em sua casa ainda mais com uma cara tão desesperada.

– O que você quer aqui, Afrodite? Pergunta Saga.

– Athena está estranha. Saga, ela está apaixonada por Máscara da Morte. Diz Afrodite.

– Que absurdo é esse? Já imaginou se o mestre Shion te escutar?

 Afrodite pega a mão de Saga e diz:

– Talvez seja melhor você fazer alguma coisa. Já imaginou se ela se casa com Máscara da Morte?  Você tem que tomar o santuário.

– Eu não tenho mais esse tipo de pensamento. Pare de tentar a minha mente. Diz Saga.

Kanon vê a confusão e pergunta:

-O que está acontecendo?

 Antes que os cavaleiros saiam da casa de Gêmeos, Saori e Shion vem passando e trazendo com eles Máscara da Morte.

– Boa tarde, cavaleiros. Máscara da Morte está passando mal. Será que um de vocês pode nos ajudar.

Saga se oferece para ajudar a deusa, enquanto Kanon fica sem entender nada e Afrodite diz:

– Deixa que eu te explico tudo.

O que ninguém percebeu foi que uma das servas de Saga ouviu tudo e foi correndo contar para as  amigas. Em poucos minutos todo o santuário estava sabendo sobre a suposta paixão de Athena por Máscara da Morte.

Enquanto isso, em outro ponto do santuário, Seiya conta tudo o que viu a Shun e Hyoga.

– Deve haver algum engano, Seiya. A Saori só deve estar sendo bondosa com o Máscara da Morte. Diz Shun.

– O jeito que ela olhava pra ele era diferente. Diz Seiya segurando o choro.

– Saori deve ter enlouquecido com a batalha contra Hades e piorou ainda mais o gosto dela. Diz Hyoga.

Seiya não aguenta e começa a chorar alto. Shun ampara o amigo.

– Talvez seja melhor levar o Seiya pra Marin. Acho que ela saberá o que fazer, afinal é a mestra dele, ou dar a ele a armadura de Unicórnio. Diz Hyoga.

– Se Ikki estivesse aqui saberia o que fazer. Diz Shun.

 Seiya chora ainda mais alto e começa a apertar Shun.

– Saori! Por quê? Grita Seiya para desespero de Shun e Hyoga.

Enquanto isso no salão do Grande Mestre,o médico examina  Máscara da Morte e diz que ele não tem nada.

– Fico muito feliz que esteja bem, Máscara da Morte. Diz Saori mais uma vez segurando a mão de Máscara da Morte.

Máscara da Morte fica completamente vermelho e diz:

– Perdão por minha ousadia, senhorita Athena, mas é que eu não posso corresponder ao amor de uma deusa. Não é certo.

Saori dá uma pequena risada e explica a situação:

– Não é nada disso, Máscara da Morte. Eu apenas quero demonstrar aos outros cavaleiros e demais habitantes do santuário que que você deve ser tratado com respeito. 

O cavaleiro de Câncer dá um suspiro de alívio ao ouvir as palavras da deusa.

 Enquanto isso, Saga fica muito sério e vai contar o que Afrodite lhe falou na casa de Gêmeos. Quando todos ouvem o grito de Seiya por Saori. Saori se aproxima de Saga e Shion e diz:

-Eu ouvi o grito do Seiya.

Saga toma coragem e diz:

– Talvez ele tenha ouvido a história blasfema que Afrodite anda contando pelo santuário.

– Que história seria essa? Pergunta Saori.

Saga fica envergonhado e diz:

– Afrodite anda espalhando que a sua divindade está apaixonada por Máscara da Morte.

Shion fica estarrecido com o que ouve e diz:

– Saga traga o Afrodite aqui imediatamente.

Saori pede a Saga que chame Seiya para que ela possa explicar toda a confusão 

Uma semana depois, Máscara da Morte está alegre assistindo seus filmes de terror favoritos. Enquanto Seiya e Saori resolveram fazer um passeio sem contar nada a Shion.

Já na biblioteca do Grande Mestre, Afrodite está entediado ouvindo Shion recitar mais uma vez as regras de etiqueta  com Athena.

-É um grande absurdo que eu tenha que ensinar a um cavaleiro de ouro que é proibido fazer fofoca da deusa. Na minha época isso jamais aconteceria.

Declaração

         Resumo: Kenshin quer se declarar a Kaoru e não sabe como fazer e resolve pedir ajuda.
Fandom: Samurai X;Personagens: Kenshin, Kaoro, Saito, Sano , Yahiko;Gênero: Humor/romance; Classificação; Livre

Samuarai X pertence a Nobuhiro Watsuki e demais detentores da obra. Essa é uma história sem fins lucrativos feita de fã para fã.

   Declaração 

 Mais uma manhã calma no dojo e Kenshin lava a roupa como faz todos os dias, porém havia algo na mente do andarilho.

‘’Depois de lutar com Shishio percebi que eu devo me declarar à senhorita Kaoru. Mas como fazer isso? Será que devo pedir conselho ao meu mestre?’’ Pensa Kenshin.

Por alguns instantes vem  à mente de Kenshin a cena dele pedindo conselhos a  Hiko.

– Então além de ser um aluno tolo, você não leva jeito com mulheres? Nunca mais diga que é meu aluno. Diz Hiko na imaginação de Kenshin.

– Pior é que ele falaria isso mesmo. É melhor eu pedir conselhos ao Sano. Diz Kenshin para si mesmo enquanto estende a roupa.

De repente Sano chega ao dojo, perguntando:

– E aí Kenshin? Já preparou o café da manhã? To morrendo de fome!

– Sano preciso muito falar com você, mas a senhorita Kaoru não pode saber. Vamos até meu quarto.

O que Kenshin não imagina  é que Kaoru o viu conversando com Sano.

‘’ Que assunto será esse que o Kenshin quer falar com Sanozuke?  Será outro inimigo? Eu sei que não devia ir até o quarto do Kenshin e escutar a conversa, mas eu não aguento de curiosidade. ’’ Diz Kaoru a si mesma já no caminho para o quarto de Kenshin.

Depois de longos minutos de silêncio, Kenshin finalmente  comenta o assunto com Sano:

– Sano. Quero que você me ajude a me declarar à senhorita Kaoru. É claro que eu já fui casado, mas a Tomoe veio me procurar e tudo aconteceu naturalmente, mas a senhorita Kaoru é uma jovem sem malícia. O que devo fazer?

– Não se preocupe, Kenshin. Eu tenho a solução ideal.  As mulheres gostam é de homens decididos por isso você não deve perder tempo e tasca logo um baita beijo nela. Aconselha Sano.

– Tem certeza?

– Absoluta. Não sabe que eu sou o terror das mulheres?

Kaoru chega na porta do quarto de Kenshin e ouve apenas a última parte da conversa em que Sano aconselha Kenshin a beijar alguém na boca de uma vez.

– Kenshin ama outra mulher?! Deixa escapar Kaoru. Ao perceber que a porta do quarto está sendo aberta, Kaoru se esconde.

– Muito obrigado pelo conselho Sano.

– De nada. Se precisar é só me chamar. Responde Sano muito satisfeito consigo mesmo.

Kenshin vai para cozinha e prepara o café da manhã no mais absoluto silêncio, enquanto pensa.

‘’ Não é nada contra o Sano, mas os conselhos dele costumam trazer muitos problemas. Acho que terei de fazer algo extremo. ’’

Kenshin termina de preparar o café da manhã e logo todos estão reunidos para comer. Kenshin olha para Kaoru e tenta falar:

– Senhorita Kaoru esse servo precisa lhe dizer algo.

‘’ Ele vai dizer que vai embora se casar com a outra mulher. Melhor ignorar. ’’ Pensa Kaoru se levantando.

– Agora não posso Kenshin tenho que treinar o Yahiko. Replica Kaoru.

Kenshin pensa em agarrar Kaoru e beijá-la, mas a imagem de Kaoru o atirando longe do dojo, o faz recuar.

Kenshin vai até a sala de treinamento e observa Kaoru fazendo os exercícios com a espada de madeira.

‘’ Não acho que a abordagem de Sano seja a melhor. Terei que radicalizar! Já sei , vou procurar Saito! ’’

E assim Kenshin resolve ir até a delegacia. No caminho Kenshin encontra Saito.

– Olá Saito. Podemos falar a sós um instante?

– Não tenho tempo para tolices. Responde Saito.

– Se me ajudar. Eu prometo uma luta justa para resolver qual de nós dois é o mais forte. Diz Kenshin com os olhos parcialmente amarelados.

– Nesse caso me acompanhe até a delegacia. Vou tentar ouvir o que você tem a me dizer de tão importante.

Na delegacia Kenshin conta a situação a Saito.

– Então você se ofereceu para um duelo por causa de uma tolice como essa? Pergunta Saito sem alterar a expressão, embora esteja realmente furioso.

– Eu sei, mas preciso de sua ajuda. Afinal você é casado com uma mulher de muito bom coração e sem malícia igual à senhorita Kaoru. Argumenta Kenshin.

– Dê flores de presente a ela. Mulheres calmas como minha querida Tokio, gostam dessas pequenas gentilezas, talvez a senhorita Kamia também goste. Diz Saito acendendo um cigarro.

– É uma boa ideia. Obrigado por ajudar. Agradece Kenshin sorrindo.

– Não me agradeça Battousai. Esteja no rio no sábado à tarde para nosso duelo.  Rebate Saito dando outra tragada no cigarro.

Assim que sai da delegacia Kenshin passa numa floricultura e compra algumas belas rosas vermelhas por sugestão da vendedora que disse serem flores muito populares entre os casais ocidentais.

Perto de chagar em casa Kenshin encontra Megumi e a primeira coisa que a médica percebe é o belo buquê de rosas vermelhas.

– Olá, Kenshinzinho.  Que flores mais bonitas! São para mim?

– Na verdade são…

Nesse momento Kaoru surge bastante irritada e grita:

– Ora! Kenshin! Como pode fazer uma coisa dessas comigo? Quero você fora do meu dojo!

Kenshin não tem a chance de entregar o buquê, pois Kaoru esmaga todas as flores a chutes.

Yahiko assiste a tudo e segue Kenshin até a casa de um amigo de Sanozuke.

– Sabe Kenshin eu tive uma ideia pra feia deixar você voltar pra casa e finalmente vocês dois se entenderem.  Diz Yahiko.

– E qual seria?

– Inventar que você tem um duelo até a morte com Saito. Decreta Yahiko satisfeito com a ideia.

– Na verdade esse servo tem mesmo um duelo com Saito.

– Beleza! Agora é deixar a feia ficar sabendo. Comemora Yahiko.

Horas depois, Yahiko volta para o dojo e encontra Kaoru sentada no jardim enxugando as lágrimas. O jovem samurai comunica em tom solene:

– Sábado Kenshin irá lutar até a morte com Saito.

Kaoru fica parada e não diz uma só palavra. Porém assim que Yahiko entra em casa Kaoru deixa escapar:

– E agora o que será do Kenshin? Eu tenho que impedir isso de todo jeito!

No dia do duelo, Kenshin chega na hora certa e encontra Saito à sua espera. Kenshin cumprimenta seu oponente gentilmente:

– Esse servo pede desculpas pelo atraso.

– Vamos deixar de tolices e começar esse duelo. Replica Saito secamente jogando fora o cigarro que estava fumando.

Saito e Kenshin tomam posição e começam o duelo. Kenshin consegue se livrar do primeiro golpe da espada de Saito, porém é atingindo por um soco no queixo e perde o equilíbrio.

Saito se prepara para desferir um golpe de espada quando uma voz aguda o interrompe gritando:

– Kenshin!

É Kaoru que aproveita a distração de Saito e o atinge com a espada de madeira, derrubando o Lobo de Mibu. Kenshin fica paralisado de surpresa com a amada.

Kaoru esquece a timidez habitual e dá um longo beijo em Kenshin e diz:

– Eu te amo Kenshin e quero me casar com você.

– Esse servo aceita o seu pedido, senhorita Kaoru.
Nota da autora: Outra fanfic que fiquei muito contente de encotrar na minhas pastas de documento. Kenshin e Kaoru contina sendo meu casal favorito dos anime. Engraçado que eu  fiz poucas fanfics com esse casal.

Redimir

Resumo: Depois de ser revivido Shura quer se redimir com Aiolos, mas não sabe como fazer.

Personagens: Shura de Capricónio, Aiolos; Fandom: Cavaleiros do Zodíaco/ Saint Seiya.

Gênero: Humor/amizade; classificação: Livre.

Cavaleiros do Zodíaco pertence a Masami Kurumada e demais dententores da obra.

 Redimir

Depois da vitória sobre Hades, Athena trouxe todos os seus cavaleiros de volta e concedeu perdão aos traidores. Entretanto Shura ainda se sente culpado por ter matado Aiolos sob ordem de Saga.

Shura  decide que irá se redimir a qualquer custo com o melhor amigo e vai até a casa de Sagitário. Mesmo sentindo as bochechas arderem de tanta vergonha Shura cumprimenta Aiolos:

 – Oi Aiolos. Tá precisando de alguma coisa?

– Eu não. Eu estou indo treinar alguns aspirantes a cavaleiros e depois vou ficar a toa.

– Tudo bem. Eu posso ajudar treinando os aspirantes enquanto você descansa. Diz Shura.

– Está bem.

Shura começa a trienar os aprendizes de um jeito tão intenso que eles começam a pedir socorro a Ailos.

– Por favor, senhor Aiolo. Nos ajude, o senhor Shura vai nos matar. Grita um dos aprendizes.

– Não sejam moles. A qualquer momento esse lugar pode ser atacado e você podem ser mortos. Diz Shura.

– Vamos dar uma pausa nos treino de hoje. Diz Aiolos.

Os aprendizes saem andando com suas últimas forças da arena de treinos. Shura observa os rapazes e diz:

– Veja só, Aiolos. Eles ainda têm energia para correr, você não devia encerrar o treino assim.

– Parece que eles mal conseguem caminhar. Acho que eu também tô um pouco cansado e quero dormir um pouco.

– Tudo bem. Diz Shura um pouco chateado.

No dia seguinte Shura  tem uma ideia que julga ser muito boa e vai até o salão do Grande Mestre e caminha  até uma pequena sala onde fica o mural com as escalas de todos os cavaleiros do santuário. 

Dois soldados  vem passando e cumprimentam Shura. Assim que os soldados saem, Shura entra na sala. O cavaleiro de Capricórnio olha para escala de missões e trabalhos do santuário e vê os dias de trabalho de Aiolos.

’’ Aiolos está trabalhando demais. Vou ajudar o meu amigo ter mais dias de folga.’’

Shura sente o coração disparar de medo, caso alguém chegue e o pegue mexendo na escala do santanário ele pode ser preso. Shura verifica se não vem ninguém e troca todas as escalas de um modo que apenas Aiolos não participe de qualquer trabalho no santuário ou missão. 

Satisfeito com o que acaba de fazer, Shura e vai embora  tomando cuidado para ninguém perceber, porém Afrodite sai do salão do Grande Mestre e vê Shura. 

– Olá,  Shura. O que está fazendo aqui?

– Vim dar olá ao Grande Mestre, mas parece que ele não está. E apreciar a vista do santuário. Responde Shura.

– Que coisa estranha. Você nunca foi disso, mas não é da minha conta. Diz Afrodite voltando para a casa de Peixes.

Mais tarde naquele mesmo dia, Shion manda chamar Aiolos para uma audiência urgente. Aiolos vai o mais depressa possível, achando que talvez fosse alguma missão importante, mas para a surpresa do cavaleiro de Sagitário, Shion está furioso e diz:

– Nunca imaginei que você pudesse aprontar uma travessura tão grave. Eu vou lhe mandar para prisão do santuário por um mês por essa brincadeira. Se queria férias era só pedir. 

Aiolos está chocado, mas consegue formular uma pergunta:

– O que eu fiz Grande Mestre?

– Não se faça de bobo, Aiolos. Você trocou as escalas dos cavaleiros do santuário. E você sabe muito bem qual é o castigo para isso. Diz um irritado Shion.

– Eu o quê? Diz Aiolos mais chocado ainda.

Num outro ponto do santuário, Shura termina o treinamento de um aspirante a cavaleiro de Capricórnio e volta para casa. No caminho Shura ouve dois soldados  conversando.

– O Grande Mestre tá furioso com o cavaleiro de Sagitário. Parece que ele mexeu no mural de escala dos cavaleiros para ter uma folga. Comenta um dos soldados.

– Quem poderia imaginar que o senhor Aiolos fosse capaz de uma travessura dessas? Diz o outro soldado.

 – O que eu fiz? Diz Shura correndo as escadas das doze casas na velocidade da luz.

Shion ainda está dando um longo sermão em Aiolos sobre a disciplina no santuário quando Shura entra no salão do Grande Mestre esbaforido e diz:

– Fui eu que troquei as escalas dos cavaleiros, Grande Mestre.

Shion fica admirado e pergunta:

– E por que você fez isso, Shura?

O cavaleiro de Capricórnio fica vermelho e fazendo  um grande esforço consegue responder:

– Eu só queria ajudar o Aiolos, porque ele anda trabalhando demais.

– Então você ficará três dias na prisão e depois terá que substituir os turnos dos outros cavaleiros por um mês sem folga. Ou melhor você vai passar um mês na prisão. Onde já se viu? O cavaleiro de Capricórnio da minha época era muito sério jamais faria esse tipo de brincadeira. Diz Shion.

Saori ouve tudo e diz:

– Não precisa de tudo isso, Shion. Dê apenas dois dias de prisão para Shura, já que essa é a lei e deixe que ele substitua os outros cavaleiros prejudicados. 

– Está bem, senhorita Athena. Diz Shion. 

Shion pensa em comentar que Athena em sua época puniria com mais rigor o cavaleiro metido a comediante, mas fica quieto e acata a sugestão de Saori.

 Mais tarde, Shura está entediado na prisão e recebe a visita de Aiolos que traz algumas frutas e doces para o amigo.

– Como é que você tá? Pergunta Aiolos.

– Tentando não me entediar.

– Muito obrigado por ter confessado tudo, mesmo sabendo que poderia ser preso. Diz Aiolos.

– Era o mínimo que poderia fazer. Afinal fui eu que mexi na no mural da escala.

Os dois amigos conversam um bom tempo, enquanto jogam cartas. Até que o guarda avisa que a hora da visita já acabou.

– De qualquer maneira muito obrigado por tentar me ajudar. Eu vou indo, amanhã eu volto pra bater um papo.

Dias depois de sair da prisão, Shura vai até a casa de Aiolos e pergunta:

– Você precisa de alguma coisa?

– Na verdade eu tô indo fazer algumas compras pra casa. Estou quase sem mantimentos. Você pode ir comigo. 

Shura aceita ir com Aiolos até o supermercado do vilarejo. Para ajudar o amigo, Shura coloca no carrinho de compras do amigo intens em promoção e diz:

– Eles chamam esses preços de promoção? Cinco athenas(1) num igurte! Um absurdo.

Aiolos impede que o amigo devolva o igurte para a gôdula e diz:

– Eu gosto desse igurte, mas vamos deixar as compras de lado e vamos comer alguma coisa.Tô morrendo de fome.

– Pode deixar que eu pago. Diz Shura. 

 Shura escolhe uma barraquinha de comida rápida e saudável.

– A comida é deliciosa e eles cobram um preço muito bom.

Aiolos concorda e Shura compra dois sanduíches pequenos. Shura interrompe a refeição por alguns instantes e diz:

– Depois de comer temos que passar no mercado e comprarmos coisas para abastecer de comida decente a sua casa. Eles têm bons descontos por aqui no final da feira.

Aiolos  dá uma ultima grande mordida, termina o sanduíche e pergunta ao amigo:

– Por que está tentando fazer as coisas pra mim, Shura?

Shura abaixa o rosto por alguns instantes para não encarar o amigo e diz:

– Eu quero me redimir por ter matado você daquela vez. Afinal, você sempre foi o meu melhor amigo, uma cara que eu via como meu irmão mais velho e eu devia ter acreditado em você.

– Tudo bem, cara. Eu nunca guardei ressentimento de você, sei que você só tentava cumprir com seu dever. Bem, vamos deixar isso de mercado para depois e vamos tomar umas cervejas e alguma coisa que encha a barriga. Você continua pão-duro, Shura. Diz Aiolos dando tapinha nas costas do amigo.

– Não sou pão-duro, apenas econômico. Responde Shura.

– Tá bom. Se eu fosse o Grande Mestre te contratava como contador do Santuário. Mas depois de comer que tal a gente aprontar uma com o Saga? Diz Aiolos.

– Aprontar o quê?

– Que tal a gente colocar uma tachinha na armadura Gêmeo.

– Você não disse que perdoou Saga? Pergunta Shura.

– Claro que sim, mas vai ser divertido ver a cara dele tentando controlar a raiva na frente de Athena e do Grande Mestre. Vamos falar com Kanon também.

Shura sorri aprovando a ideia e os dois amigos vão para um restaurante local.

 Nota da autora(1). Uma moeda que criei para essa fanfic.

Nota da autora: Depois de tanto tempo resolvi posta uma fanfic nova. Na verdade ela é baseada no tema da comunidade Saint Seiya Super fic, que na época eu não escolhi e fiz outro tema, mas tinha começa essa fanfic como um erxercício e não tinha terminado. Nos últimos depois de encotrar algumas da minhas fanfics acabei terminando ela. 

Espero que gostem.

Provação

Resumo: Athena decide que Máscara da Morte deve fazer um trabalho social para voltar a ser um cavaleiro. Será que Máscara da Morte conseguirá?

Categoria:Anime: Cavaleiros dos Zodíaco;Genero: Humor; Classificação: livre; Personagens: Máscara da Morte,Miho,Eri,Saori, Shiryu,Ikki,Shun e Seiya.

Cavaleiros do Zodíaco pertence a Masami Kurumada e demais detentores legais da obra. Essa é apenas uma história de fã para e sem fins lucrativos.

Provação

‘’Nem posso acreditar que está perto de acabar essa terrível missão que Athena em pessoa me deu. Às vezes penso que seria melhor reconhecer minha natureza má e pedir para voltar ao Hades do que aturar esse tormento. Faltam só alguns dias para tudo isso terminar. ‘’ Diz Máscara da Morte para si mesmo enquanto leva o lixo do orfanato para fora.

Máscara da Morte ainda tem gravadas em sua mente as palavras de Athena no dia em que a deusa em pessoa foi à sua casa lhe comunicar de sua decisão sobre seu futuro:

– Você fará uma espécie de trabalho comunitário para compensar todas suas faltas no passado. Você fará um trabalho social no orfanato mantido pela Fundação Galar.  Miho e Eri serão suas chefes e têm ordens para serem rígidas com você. Creio que isso será o suficiente para compensar seus pecados, foi comprovado cientificamente pelos pesquisadores da Fundação Galar que mesmo os bandidos mais perigosos se reabilitam com trabalho voluntário.

Foi então que Shion entrou na Casa de Câncer e humildemente sugeriu a deusa:

– Por que não pede a Shiryu para acompanhar Máscara da Morte nessa missão, Athena? Afinal o senso comum sabe o quanto Shiryu é dotado de caráter e virtudes que o tornam um ótimo observador.

– Então que seja. Disse a deusa.

‘’Naquele instante tive vontade de me ajoelhar aos pés da deusa e confessar que sou um assassino por natureza e merecedor de apodrecer no inferno. Mas naquela mesma noite Afrodite me ajudou bastante.

– Não seja bobo, Máscara da Morte. Devemos nos sacrificar por Athena tenho certeza que você conseguirá. Doze meses passam rápido. ’’ 

– Maldito Afrodite. Resmunga Máscara da Morte finalmente colocando o lixo na grande lixeira em frente ao orfanato.

 Eri surge do nada e pergunta:

– Máscara da Morte! Por acaso você separou o lixo de acordo com as regras da reciclagem?

– Claro! Senhorita Eri.

– Está bem agora ajude as crianças pequenas a irem ao banheiro.

– Sim, senhorita Eri.

O cavaleiro de Câncer dá um profundo suspiro e lamenta:

– Mais um dia dessa terrível missão.

‘’ Essa mocinha Eri pega o tempo todo no meu pé sempre exigindo que eu faça direito as tarefas do orfanato. ’’

Assim que Máscara da Morte chega um dos meninos começa a fazer perguntas indiscretas. Embora Máscara da Morte quisesse muito responder as perguntas do garotinho com uma pequena chuva de palavrões sempre via Shiryu por perto.

‘’Esse cara tem o dom de surgir em qualquer lugar. Como consegue?’’Questiona  Máscara da Morte ignorando o garotinho indiscreto. 

‘’ Uma das coisas mais terríveis desse castigo é aturar as histórias que Shiryu aprendeu com o mestre dele. Pelo menos os pestinhas dormem logo. Quem atura aquele coelho suicida tantas vezes? ’’

À noite Máscara da Morte já estava arrumado para ir para casa quando ouviu uma garotinha chorar.

‘’ Oh não!Uma garotinha chorando. Deveria ter um manual explicando o que fazer numa hora dessas. Bem eu vou improvisar e me mandar, antes que sobre pra mim. ’’ Diz Máscara da Morte feliz por se livrar de mais aquele trabalho.  Porém algo faz o cavaleiro de Câncer refletir ‘’ Talvez se eu fizer essa menininha parar de chorar Athena possa me liberar desse tormento logo. ’’

E assim Máscara da Morte entra no dormitório e pergunta o que a garotinha tem e a menina responde:

– Eu não consigo dormir. To muito enteada e queria assistir TV, mas a Eri diz que devemos dormir na hora certa.

Um garotinho entra no dormitório e diz:

– E Shiryu diz que para ser um grande cavaleiro que nem ele a gente tem que dormir cedo.

– Bobagens. Que tal uma história pra você dormirem?

– Legal! Respondem as crianças do dormitório em voz baixa.

O que nem as crianças e nem Máscara da Morte imaginam é que Miho ouve tudo e anota com grande satisfação. Miho segue pelo corredor até o setor de acesso restrito do orfanato.

Naquela mesma noite Miho, Eri e Shiryu se reúnem numa sala secreta com Athena e Shion.

– Cara, Athena. Gostaria de aplicar a prova final de Máscara da Morte. Propõe Miho.

– Você está segura da recuperação dele? Pergunta Athena.

– Sim Athena. Além do mais Shiryu ficará vigiando o orfanato, caso Máscara da Morte tenha uma recaída.

– E que prova seria essa? Pergunta Shiryu.

– Máscara da Morte cuidar por algumas horas das crianças no Centro de Recreação e Entretenimento Pedagógico. Responde Miho docemente.

– Mas você tem certeza? Ele faz as tarefas sempre reclamando? Questiona Eri.

– Está decidido. Amanhã mesmo Máscara da Morte terá sua prova final.

 – Athena. Tem certeza de sua decisão? Pergunta Shion, sem ousar questionar a deusa.

– Sim. Eri você aplicará a prova. Shiryu você vigiará Máscara da Morte, mas, por favor, faça o possível para que ele não note sua presença. Diz Athena se retirando da reunião .

No dia seguinte, Miho sai para ir ao supermercado com Shiryu. Como foi combinado na reunião com Athena, Eri aplicar sozinha prova final de Máscara da Morte.

Seguindo seu plano Eri vai até a horta, onde um mal humorado Máscara da Morte colhe alguns legumes para o almoço. Usando um tom brando de voz Eri diz ao cavaleiro de Câncer:

– Eu e Miho resolvemos aplicar sua prova final hoje mesmo e liberá-lo junto a Athena dessa prestação de serviços.

O coração e mente de Máscara da Morte se enchem de emoção.

– É mesmo?

– Sim. Venha comigo.

Eri leva Máscara da Morte por um longo corredor. Desconfiado o cavaleiro de Câncer pergunta a Eri:

– Onde está me levando? Por acaso você ainda é Eris querendo destruir Athena?

– Do que você está falando? Pergunta Eri confusa, pois não se lembra de nada do que aconteceu enquanto Eris esteve em seu corpo.

– Nada.

Eri para diante de uma porta branca com uma pequena placa com letras coloridas indicando, Centro de Recreação e Entretenimento Pedagógico.

‘’ O que será isso?’’ Se pergunta Máscara da Morte em silêncio a si mesmo.

Eri abre a porta e Máscara da Morte quase cai para trás quando vê inúmeras crianças entre três e quatro anos de idade correndo, gritando, espalhando brinquedos pelo chão, jogando tinta para todos os lados, e pulando de um lado para o outro.

– Esse é seu teste final, fazer essas crianças ficarem quietas.

‘’Oh! Athena me ajude a elevar meu cosmo o infinito e aturar esses pestinhas sem enlouquecer. ’’ Pede Máscara da Morte, sentindo que vai arrancar a cabeça de Eri.

Máscara da Morte entra na sala e olha todas aquelas crianças fazendo travessura e senta no chão desanimado.

‘’Acho que agora sim eu volto pro Reino dos Mortos. A não ser que eu faça o que sei fazer de melhor. ’’

Shiryu vigia tranquilamente o orfanato do lado de fora, quando Seiya, Ikki e Shun passam pela calçada e resolvem cumprimentar o amigo.

– Oi Shiryu. O que está fazendo?

– Vigiando orfanato. Hoje é o dia da prova final do Máscara da Morte.

– Máscara da Morte está sozinho com crianças pequenas? Pergunta um temeroso Seiya.

– É, mas creio que ele mudou. Diz Shun.

– Não sei. Nunca confiei muito naquele sujeito. Decreta Ikki.

De repente todos ouvem um grito de criança.

– Foi uma grande irresponsabilidade sua deixar Máscara da Morte cuidando de crianças. Diz Ikki.

– Não devemos julgar a atitude insensata de Shiryu. Rebate Shun.

– Ei! Ikki deixe Shiryu em paz. Diz Seiya.

Shiryu entra no orfanato angustiado demais para se preocupar com uma discussão entre amigos.  Eri que estava em outra parte do orfanato com Hyoga também entra no orfanato às pressas.

Shiryu e Eri correm  até a sala de recreação, seguidos pelos outros cavaleiros de bronze. Shiryu lança seu Cólera do Dragão contra a porta da sala, onde Máscara da Morte e as crianças estão e para surpresa de todos, Máscara da Morte está sentado no centro da sala, rodeado pelas crianças que fazem um círculo. 

– O que deu em você Shiryu? Está cego pela quiquilhonesema vez? Debocha o Cavaleiro de Câncer.

– Bem eu… Gagueja Shiryu envergonhado.

– Ele pensava que você estava matando as crianças. Diz Ikki.

– Eu só estava contando a história de João e Maria, segundo a minha versão. Responde Máscara da Morte.

As crianças começam a aplaudir tudo como se fosse um teatro de bonecos.

– Espero que tenham gostado do show,crianças. Diz Máscara da Morte ficando com todos os aplausos.

Máscara da Morte foi aprovado com louvor e foi declarado digno de Athena e readmitido na Ordem. Os cavaleiros de bronze foram punidos arrumando a bagunça na Sala de Recreação. E Shion foi enviado por Saori para um curso de Reciclagem em Gestão de Santuário ministrado por Saga.

‘’Finalmente eu estou livre de todo aquele pesadelo. Afrodite me ligou para ir ao bordel da cidade próxima ao santuário, mas eu disse que tinha algo muito melhor pra fazer. ’’ Dizia Máscara da Morte, enquanto se vestia.

Antes de sair Máscara da Morte investiga para ver se tem alguém olhando e segue em direção ao orfanato.

‘’Hoje é vez contar minha versão dos três porquinhos.’’
Nota da autora: Essa fanfic foi escrita para o Festival Máscara da Morte da comunidade Saint Seiya Superfic journal para minha colega Vane.

Na casa de Touro

Resumo: Seiya chega à casa de Touro e tem uma ideia para vencer o mais rápido possível.

Categoria: Anime/mangá; Saint Seiya/ Cavaleiros do Zodíaco; Personagen: Seiya, Aldebaran e Mu.

Gênero: Humor/paródia; classificação: Livre.

Cavaleiro do Zodíaco Pertence a Massami Kurumada, Toei Animation e demais detentores da obra. Essa é uma história sem fins lucrativos feita de fã para fã.

Na casa de Touro

Seiya chega à casa de Touro e Aldebaran fica de pé com os braços cruzados na entrada.

– Você não passará fácil por essa casa. Diz Aldebaran.

O cavaleiro de Págaso sabe que não tem muito tempo para salvar Athena. Seiya então tem uma ideia e diz a Aldebaran.

– Quer saber de uma coisa Aldebaran? Eu vim do futuro e vou lhe dizer uma coisa. A seleção brasileira de futebol perdeu de sete a um para Alemanha dentro da casa.

– O que? De sete a um?

– Isso mesmo, Aldebaran. Detro de casa. Torcida ficou calada no próprio estádio.

– Não pode ser!

– Sim é verdade. Diz Seiya.

Aldebaran fica parado e em choque que acaba quebrando o chifre da própria armadura, enquanto Seiya passa pela casa de Touro tranquilamente.

Alguns minutos depois Mu se aproxima do amigo e diz:

– Quer que eu conserte a sua armadura, meu amigo?

– Não quero que ela fique assim para eu lembrar da minha derrota. Responde Aldebaran com uma expressão triste.

– Com certeza você teve um motivo muito importante para deixar Seiya passar, porque eu sei do seu poder. Diz Mu.

– Sim. Eu tive. Responde Aldebaran desolado.

A misteriosa rosa vermelha

Resumo: Mukuro tenta convencer Hiei a contar é irmão de Yukina, mas Hiei acaba enfurecendo Mukuro. Yusuke tem solução.

Genero: Humor/romance

Personagens: Hiei, Mukuro, Yusuke e Kurama.

Yu Yu Hakusho pertence a Yoshihiro Togashi e demais detentores da obra. Essa é uma história de fã para fã sem fins comerciais.

A misteriosa rosa vermelha

Hiei volta ao castelo de Mukuro depois de mais uma patrulha nos arredores do Makai. Quando cruza mais um dos corredores do castelo, Hiei se depara com Mukuro. 

– Pela sua cara, você viu Yukina mais uma vez. Por que não conta a ela que de uma vez que vocês são irmãos? Se quiser, ordeno ao Shigure que retire a obrigação de você não contar a verdade para Yukina.

– Se meta com seus assuntos, mulher! Pra que a Yukina vai quer um irmão maldito feito eu? – responde Hiei. 

– Pensei que tivesse superado isso. Já imaginou quando a Yukina se casar com o Kuwabara e nascer um garotinho de fogo? 

Na mente de Hiei, surge a imagem de um Kuwabra confuso segurando um garotinho que incendeia todo o quarto, enquanto Yukina dá um sorriso doce. 

Um sorriso divertido se desenha no rosto de Hiei ao pensar na confusão.  

– Pelo visto você pensou em algo engraçado. No que está pensando, Hiei?

– No quanto sua vaidade de mulher está  ferida por eu não te obedecer, mulher. E quanto a superar traumas do passado, pensei que você tivesse superado os seus – diz Hiei em tom de deboche. 

Mukuro se enfurece e, num golpe muito rápido, atira Hiei a quilômetros do castelo. Ao passar por seus subordinados, Mukuro ordena: 

– Não o deixem entrar se quiserem viver! 
 

Longe dali, Hiei se levanta e avalia se não tem nenhum machucado grave. 

– Preciso falar com o Kurama. Ele saberá como resolver esse problema. 
 

Em pouco tempo, Hiei chega ao mundo dos humanos. Ele vai até a casa de Kurama, mas para sua surpresa é Yusuke quem o atende. 

– E aí, Hiei? Que cara é  essa? Andou brigando com a Mukuro, foi? Por que não quis colocar o lixo pra fora? 

Furioso com o comentário, Hiei segura Yusuke pela gola da camiseta, mas volta ao seu habitual sangue frio e finalmente pergunta: 
 

– O que faz aqui, Yusuke? 

– Sabe como é que é né, Hiei? Eu tava sem grana, então eu pedi pro Kurama me dá uma força. Então, como ele foi viajar de férias pra América do Sul com a mãe dele, me deixou tomando conta de tudo por aqui. 

– E ele vai te pagar? O mundo dos homens deve ter enlouquecido o Kurama – resmunga Hiei. 

– Muita calma nessa hora, Hiei. Kurama confia tanto em mim, que até me deu umas dicas sobre plantas – diz Yusuke confiante. 

– É mesmo? – Duvida Hiei. 

– É claro que é verdade. Tá  comigo, tá com Deus, rapá! 
 

Yusuke leva Hiei até o quarto de Kurama. Ele mostra ao pequeno youkai de fogo uma bela rosa vermelha num vaso e explica: 

– O Kurama tava trabalhando com essa flor e disse pra mim (nesse ponto da conversa Yusuke imita Kurama): ‘’Entregue essa flor pro Hiei, caso ele brigue com a Mukuro. ’’ E você sabe que o Kurama sempre tem razão. 

Na verdade, Kurama disse a Yusuke: 

– Não mexa em nenhuma das minhas plantas, muito menos naquela rosa vermelha! 
 

Mesmo envergonhado em ter que admitir ter brigado com Mukuro, Hiei pega o vaso com a rosa e vai embora. 

– Eita! Baixinho mais mal educado – comenta Yusuke. 
 
 

Alguns dias se passam desde a briga entre Hiei e Mukuro. Presumindo que Mukuro está mais calma, Hiei entra no castelo e vai direto ao quarto de Mukuro, que está descansando da última ronda. 

Os olhos de Mukuro se enchem de raiva quando ela vê Hiei. 

– Como se atreve a vir até aqui? – pergunta Mukuro, em posição de ataque. 

– Vim te trazer isso, mulher – diz Hiei envergonhando, entregando a Mukuro a rosa vermelha que Yusuke lhe deu. 
 

Mukuro aspira o perfume delicioso da rosa e logo sua expressão se torna branda. 

– Não precisa ter vergonha de mim, Hiei. Ninguém está nos vendo; pode me beijar sem medo – diz Mukuro, para espanto de Hiei, que mesmo sem entender o que deu em Mukuro a beija sem nenhum pudor. 

“O que será que tinha nessa rosa? Odeio admitir, mas o Yusuke fez uma coisa boa. Depois dou um jeito de agradecer a ele’’, pensa Hiei, enquanto dá outro beijo longo em Mukuro.

Depois de alguns dias de viagem, Kurama finalmente volta para casa. Ao entrar em seu quarto, ele descobre que a rosa vermelha em que ele estava trabalhando desapareceu. 

Kurama se controla para não se transformar em Youko e pergunta a Yusuke pela rosa: 

– O que você fez com aquela rosa vermelha em que eu estava trabalhando? 

– Ah! A Mukuro botou o Hiei pra fora de casa, e sabe como é que é, né? O Hiei me pediu a rosa, até  implorou. Então, pra não deixar um amigo na mão, eu dei a rosa pra ele. Fazer o quê? 

– Yusuke! Aquela rosa era meu experimento com o perfume do esquecimento!  Grita Kurama, já como os olhos amarelados de Youko. 

– Xii! Que coisa, né? – diz Yusuke, com um sorriso bobo. 
Nota da autora: Essa fanfic foi escrita para comunidade Saint Seiya Super Fic, agora destivada. Foi um presente para a autora Anita dona do excelente site Olho Azul. http://olhoazulfics.blogspot.com/?m=1

Uma noite quente

Sinopse: Fujiko e Lupin têm um encontro noturno. Porém Fujiko tem planos diferentes dos de Lupin.

Personagens: Fujiko e Lupin III.

Categoria: Anime/mangá: Lupin III, classificação: 14 anos; Gênero: Humor/ecchi; drabble fanfiction

Lupin III pertence a Monkey Puch e TMS Entretenimento. Essa é uma história sem fins lucrtivos feita de fã para fã.

Uma noite quente

Lupin está no quarto e liga seu aparelho de som vintage e a vitrola toca  uma música romântica. Logo, Fujiko surge no quarto, usando uma camisola transparente, que não esconde nada do corpo.

– Oh! Fujiko, querida. Vem aqui logo. Diz Lupin sem deixar de olhar para o seios de Fujiko.

– Não sei, Lupin. Eu tenho pensado na minha vida e estou arrependida de usar a minha sexualidade para enganar os homens. Acho que não posso mais deixar que você me toque.

– Que é isso Fujiko, querida? Se você quiser pode me prender na cama que eu deixo você fazer o que quiser comigo. Diz Lupin.

– Sério, Lupin?

– É claro, Fujiko, querida.

Fujiko pega algumas cordas que trouxe na bolsa e amarra Lupin na cama e para finalizar, Fujiko o amordaça com um lenço. 

– Você está incrível, Lupin. Mas eu tenho que ir embora, querido. Já peguei o que eu queria. Diz Fujiko segurando um enorme diamante, que pegou do cofre que Lupin tem ao lado da cama.

Fujiko dá um beijo na boca de Lupin e vai embora, deixando o ladrão se debatendo e tentando gritar.


Nota da autora: Minha primeira fanfic de Lupin III, espero que gostem.