O alvo é Fujiko Mine

Sinopse: Um jovem ladrão decide roubar o tesouro de Fujiko para desafiar Lupin, mas tem uma surpresa.

Personagem: Fujiko,Zenigata, Lupin e personagem original.

Categoria:Anime/mangá: Lupin III; Gênero:Crime/humor; Classificação:12 anos

Lupin III pertence a Monkey Punch e TMS Entretenimento. Essa é uma história sem fins lucrativos de fã para fã.

O alvo é Fujiko Mine

É madrugada e um homem olha no celular a planta do imóvel com todo o sistema de segurança e confirma que está na casa de Fujiko.

– Agora sim! Essa operação será muito fácil. Dizem que Fujiko se compara a Lupin em ardil e inteligência. Quando eu roubar o tesouro dela atrairei Lupin e o vencerei. Diz o bandido.

– Um personagem coadjuvante falando sozinho, deixa o leitor entediado. Diz Fujiko surgindo no corredor da casa, usando uma lingerie de renda preta.

– Então você é Fujiko Mine. Muito prazer, eu sou o Falcão Noturno, grande ladrão do novo século. Vim roubar os seus tesouros e depois desafiar Lupin e roubar todas as riquezas dele. Diz o ladrão.

– Bem. Já que você é um colega, vou oferecer um drinque. Diz Fujiko dando uma piscadela.

Falcão Noturno ri e retruca:

– Não vou cair no seu jogo de sedução, Fujiko Mine. Saiba que estudei todos os seus truques e fui ao Oriente estudar o método de meditação para controlar meus impulsos sexistas de sexualizar uma mulher como você.

– Sário? Então eu terei realmente um adversário que eu não posso seduzir. Fiquei curiosa para saber com quem você estudou. Venha, vamos beber um drinque e começar nossa disputa civilizadamente como se deve. 

Falcão Noturno segue Fujiko pelo corredor e não pode deixar de observar o quanto ela é bonita.

Fujiko acende a luz da sala e pega uma garrafa de uísque no bar e enquanto procura os copos deixa o invasor olhar para ela. 

Falcão Noturno olha para as pernas de Fujiko e percebe que as pernas da anfitriã estão cabeludas e deduz:

– Então, Lupin? Pensa que pode me enganar?

– De novo resmungando as pessoas vão ficar entediadas. Diz Fujiko servindo o uísque a Falcão Noturno.

– Não pense que me engana, Lupin! Diz Falcão Noturno apontando uma pistola para Fujiko.

– Então você não curte mulheres? Pergunta Fujiko com um sorriso malicioso.

– Pare com isso, Lupin! Eu vou atirar se você não tirar esse disfarce idiota. Insiste  Falcão Noturno tremendo.

– Que grosseria tratar uma mulher dessa forma. Diz Fujiko abaixando um pouco a alça da camisola.

Falcão Noturno fecha os olhos e aperta o gatilho, mas Fujiko o derrota com um chute no meio das pernas.

– Que patético! Um homem crescido ser enganado por algumas meias imitando pelos masculinos. Diz Fujiko tirando as meias, enquanto Falcão Noturno se contorce de dor no chão.

Fujiko é surpreendida pela entrada de Zenigata que diz:

– Você está presa, Fujiko Mine! Agora que eu prendi você com certeza, vou prender Lupin.

Fujiko aperta um botão escondido em uma estátua e Zenigata e Falcão Noturno caem em dois alçapões.

– Agora, eu finalmente posso dormir. Acho que vou tomar uma ducha antes e deitar. Murmura Fujiko.

Assim que entra no quarto, Fujiko é surpreendida por Lupin.

– Olá, Fujiko querida. Cumprimenta Lupin fazendo surgir uma rosa e entregando a Fujiko.

– Está atrasado. Eu  vou tomar uma ducha e dormir. Aquele ladrão idiota e o Inspetor Zenigata me cansaram. Retruca Fujiko. 

– E você fez os dois de idiotas. Diz Lupin rindo.

– Você viu aquele sujeito me ameaçar e não fez nada? 

– Você não precisa de nada disso, Fujiko querida. Ele é quem tem que ter medo de você. Diz Lupin.

– Está dizendo que eu não sou feminina? Pergunta Fujiko.

– Pelo contrário, Fujiko querida. Você tem todos os atributos que eu gosto numa mulher. Esses seus grandes…

Fujiko interrompe Lupin com uma bofetada e diz:

– Suma daqui! Não quero mais ver você. Se fosse uma outra garota metida a frágil, você arriscaria a vida por ela. Suma daqui!

Lupin vai embora e diz a si mesmo:

– Quem pode entender as mulheres?

Nota da autora: Mais uma fanfic curta de Lupin. Dessa vez focando a Fujiko.

Creio que seja a última fanfic do ano.

Espero que gostem.

O Orfanato

Sinopse: Goemon caminha por uma estrada e acaba reencontrando Belladonna, quando uma gangue de motoqueiros tenta atacar um orfanato.

Personagens: Goemon e Belladonna(personagem da parte IV)

Categoria:Anime/mangá: Lupin III; Gênero: Drama/Aventura/Romanca; Classificação: 10 anos

Lupin III pertence a Monkey Punch e TMS Entretenimento. Essa é uma história sem fins lucrativos de fã para fã.

O orfanato

Goemon está caminhando por uma estrada italiana e resolve parar e descansar um pouco. Assim que o samurai senta no chão, um grupo de crianças se aproxima e grita:

– É um samurai! Muito legal.

Uma das crianças diz:

– Você tá perdido, samurai? 

Uma jovem de usando um vestido claro se aproxima e diz:

– Deixem o senhor em paz, crianças. Vão brincar. 

Goemon fica bastante surpreso em reconhecer a moça, apesar de agora ela usar cabelos longos.

– Belladonna. Murmura Goemon.

– Por favor, não use esse nome aqui. As pessoas aqui me conhecem como Sandra. Diz Belladonna.

– Eu não esperava encontrar você aqui. Diz Goemon.

– Eu sabia que um dia a gente ia se ver outra vez. Vem, pode entrar no orfanato, onde eu trabalho e descansar um pouco. Eu vou mesmo preparar o almoço. Diz Belladona.

– Orfanato? Pergunta Goemon.

– Sim. Agora eu trabalho em um orfanato. Talvez seja uma forma de salvar a minha alma. Diz Belladonna.

Goemon aceita o convite e segue com a ex-colega até uma casa com um grande jardim de rosas, onde o orfanato está instalado. Assim que entram na casa, Goemon e Belladonna ouvem o barulho de motos se aproximando.

Uma professora corre até eles e diz:

– Já reuni as crianças em uma sala. A gangue Monstros está vindo em nossa direção.

Belladonna faz as apresentações:

– Aurora, esse é Goemon, um velho conhecido meu. Goemon, essa é Aurora a professora com quem trabalho aqui.

A gangue começa a atirar  para o alto com metralhadoras e se dirigem para o orfanato. Goemon não pensa duas vezes e sai.

– Espere, moço, é muito perigoso. Diz a professora tentando impedir Goemon.

– Não se preocupe. Ele é mais forte do que você imagina. Diz Belladonna.

O chefe do bando de motoqueiros diz:

– Parece que um maluco vestido de samurai quer enfrentar a gente. Fogo nele!

– Deve ser um dos caras que anda com o Lupin. Diz um dos motoqueiros.

-Ouvi falar que ele é um samurai. Não lembro o nome dele. Diz outro motoqueiro.

– Ótimo! Agora a gente vai ficar famoso no submundo. Atirem pra matar. Diz o chefe dos motoqueiros.

Os motoqueiros atiram, mas todas as armas estão partidas ao meio e só então eles percebem que Goemon passou por eles.

– Maldito! Eu vou te partir em pedaços junto com esse casebre fedido que você quer proteger. Grita o chefe dos motoqueiros jogando uma granada em Goemon.

Goemon dá um salto e consegue partir a granada em duas, porém o chefe dos motoqueiros da uma risada sinistra e diz:

– Eu tenho mais uma surpresa.

– Se dá valor a sua vida, vá embora. Diz Goemon guardando a espada.

O chefe dos motoqueiro começa a rir e diz:

– Covarde. Eu vou queimar aquele orfanato com todo mundo dentro.

Goemon passa pelo chefe dos motoqueiros recitando um mantra. Então o chefe dos motoqueiros cai com uma shuriken cravada na testa.

– Ele é um demônio! Vamos fugir! Gritam os motoqueiros correndo para as motos e fugindo o mais rápido possível.

Goemon caminha até o orfanato e Belladonna vai até ele e o abraça. Goemon cai de joelhos e Belladonna o ampara e pergunta:

– Você se machucou, Goemon?

– Comida. Eu preciso de comida. Murmura Goemon.

Belladonna sorria aliviada e diz:

– Eu vou tentar preparar algo japonês pra você.

No dia seguinte, Goemon vai embora do orfanato sem se despedir e Belladonna vai atrás dele.

– Você ia embora sem dizer adeus? Pergunta Belladonna triste.

– Já abusei muito da hospitalidade de todos. E nos veremos em breve. Diz Goemon.

– Então prometa como você me ensinou. Pede Belladonna mostrando o dedinho.

Goemon cruza o dedo com Belladonna e ela aproveita para dar um beijo de leve nos lábios do samurai.

– Até breve, Goemon.

Goemon fica vermelho, mas consegue dizer:

– Até breve senhorita.

Belladonna sente vontade de chorar ao ver Goemon partir, mas logo sorri ao pensar que o verá novamente.

Nota da autora: Uma breve história sobre um reencontro entre Goemon e Belladonna, personagem do capítulo 9 da parte IV. Peguei um pouco como base o próprio episódio 9 da parte IV e alguns episódios das partes II e III, onde Goemon se mostra bastante protetor com crianças.

Espero que gostem.

O Perfume mais caro tem o aroma da morte Parte II

O perfume mais caro tem o aroma da morte Parte II

Zenigata consegue dissipar a fumaça do carro onde estava Lupin e logo constata que não há corpos. Um policial encontra um bilhete  com uma caricatura de Lupin escrito “Parabéns por seu trabalho duro, Tiozão”

– Maldito Lupin! Como se atreve a me fazer de idiota?

Zenigata pensa por alguns segundos e grita:

– Todos para a perfumaria Dafne!

Lupin e seus companheiros conseguem entrar na perfumaria Dafne com certa facilidade. 

– Isso é muito estranho, parece uma armadilha. Diz Lupin.

– Ei, essa fala é minha tradição! Reclama Jigen.

– Deixem de tolice, vamos seguir com o plano de Lupin. Diz Goemon.

De repente dois alçapões se abrem e Jigen e Lupin caem em um e Goemon em outro.


Frederick aperta um botão e faz surgir da parede um grande monitor de TV, onde exibe o que se passa no subsolo da perfumaria.

– Quero que você assista a derrota do grande Lupin III e de seus amigos. Talvez eu possa aproveitá-los como meus subordinados ou matéria prima para uma linha masculina. Diz Frederick.

Fujiko vai responder, mas está tensa demais quando vê Goemon surgir na tela e se recuperar da queda que não foi alta. 

O samurai levanta para procurar os amigos quando ouve uma voz de mulher:

– Olá, Goemon. Eu estava esperando por você e seus amigos. Eu sou Patrícia, a dona desse lugar.

Goemon olha para  Patrícia e vê que ela está nua. O samurai fica atrapalhado e quase deixa cair a espada quando Patrícia se aproxima.

– Não se preocupe,Goemon, meu bem. Você agora será meu gentil subordinado. Diz Patrícia dando um beijo em Goemon.

Goemon não consegue se defender quando Patrícia o espeta com uma agulha. Goemon cai de olhos fechados e Patrícia sorri e vai embora.

Ao assistir a cena pelo telão, Fujiko fica atônita e Frederick debocha:

– Quem será o próximo, Fujiko?

A câmera mostra Patrícia caminhando alguns metros e encontrando Lupin.

– Olá, gatinha. Por acaso você viu o meu amigo Goemon? Ele se veste de samurai.

– Olá Lupin. É um prazer conhecer você. Cumprimenta Patrícia.

Goemon surge com um olhar diferente  e sem dizer nada ataca os companheiros e Jigen atira, mas Goemon consegue cortar a bala ao meio e continua indo na direção de Jigen pronto para desferir um golpe. 

– Ei, Goemon! Você esqueceu de mim. Diz Lupin apontando a arma para Goemon. Antes que Goemon tenha alguma reação, Lupin aperta o gatilho e Goemon é atingido em cheio por uma luva de boxe.

– Valeu, Lupin. Mas o que deu no Goemon pra atacar a gente assim? Pergunta Jigen.

– Eu dei a ele um pouco de uma droga hipnótica que estamos desenvolvendo. Basta que eu dê um beijo e nenhum homem consegue resistir. Diz Patrícia se aproximando de Jigen.

Lupin é mais rápido e rouba um beijo Patrícia e diz:

– Eu quero ser seu seguidor. Vou roubar todas as riquezas desse mundo pra você, Patrícia querida.

– Lupin! Já esqueceu que a gente veio aqui pra roubar um perfume super caro e alguns diamantes? Diz Jigen aos gritos.

– Não se atreva a tocar em nada da Patrícia querida, ou não terei misericórdia de você. Diz Lupin apontando a arma para Jigen.

– Não precisa ficar contra mim, Jigen. Basta se unir a mim. Seremos a maior organização do submundo. Diz Patrícia.

– Hump! Eu nunca vou trabalhar pra uma mulher. Eu tô indo embora, Lupin e Goemon façam o que quiserem. Diz Jigen virando as costas e sendo surpreendido por Goemon.

Jigen nem tem tempo de pegar o Magnum, pois Goemon o atravessa com a espada.

– Bem feito pra ele. Diz Lupin abraçando Patrícia. 

– Lupin, não abrace a senhorita Patrícia de modo tão vulgar. Reclama Goemon.

– Tudo bem, Goemon. Agora me ajudem a levar o  corpo do Jigen pro laboratório, ele servirá como matéria prima de um novo perfume masculino. Diz Patrícia empolgada.

Fujiko se deixa cair no chão depois de tudo o que assistiu. Frederick não se contém e debocha de Fujiko:

– Veja só, eles não se importam com você. 

Fujiko balança a cabeça negativamente sem dizer nada e Frederick se aproxima de uma alavanca e diz:

– Agora chegou o momento que eu mais gosto. O momento em derreter você em ácido sulfúrico, enquanto está viva. Adoro ver a expressão de dor e sofrimento das mulheres antes de morrerem e virar matéria prima para os meus perfumes. 

Frederick puxa a alavanca e o ácido começa a passar pelos tudo e invadir a cela. Fujiko fica apavorada e grita:

– Lupin me ajude!

– Isso mesmo! Sofra e se desespere. Isso deixará meu perfume perfeito. Comemora Frederick no exato momento em que leva um tiro certeiro na testa.

Fujiko sorri quando vê Lupin, Goemon e Jigen chegarem à sala onde ela está mantida como prisioneira. Lupin desliga o fluxo do ácido e  Goemon consegue partir o vidro da cela com Zantetsuken e liberta Fujiko.

Fujiko se joga nos braços de Lupin e chora de emoção.

– Eu pensei que fosse morrer. Comenta Fujiko.

– Não se preocupe, Fujiko querida, eu sempre virei por você. Diz Lupin fazendo surgir um diamante com um truque de mágica e entregando a Fujiko.

– Ei, Lupin. Vamos embora daqui. O Tiozão chegou. Avisa Jigen.

– Parado aí, Lupin! Grita Zenigata jogando as algemas, mas Jigen as destrói com um um tiro.

– Até mais, Tiozão. Deixei pra você uma gatinha perigosa. Diz Lupin, usando uma bomba de fumaça e conseguindo fugir com toda a gangue.

No dia seguinte todos comentam sobre o grande trabalho de Zenigata em prender uma assassina em série que agia junto de seu comparsa e fabricava perfume com os corpos das vítimas.

Mais tarde na sede da Interpol, Yata entra na sala de Zenigata e diz animado:

– O governador vai lhe condecorar pela prisão da assassina em série.

– Eu não me importo com isso, apenas cumpri com meu dever. Diz Zenigata saindo.

– Onde o senhor vai, inspetor?

– Recebi uma dica que Lupin está na América do Sul e eu não vou até lá prender aquele safado. Diz Zenigata saindo.

Nota da autora: Tive a ideia para essa fic depois de ler uma matéria sobre perfumes caros.

Espero que gostem.

O perfume mais caro tem o aroma da morte

Sinopse: Lupin decide roubar o perfume mais caro do mundo e dar de presente a Fujiko, mas existe um segredo assustador por trás do perfume.

Personagens: Lupin,Jigen, Goemon, Fujiko , Zenigata e personagens originais.

Catagoria: Anime/mangá: Lupin III; Gênero: Crime/suspense/commédia; Classificação: 13 anos

Lupin III pertence a Monkey Punch e TMS Entretenimento. Essa é uma história sem fins lucrativos de fã para fã.

O perfume mais caro tem o aroma da morte 

Lupin está em um apartamento num bairro caro de um país europeu, brincando de mudar os canais de TV quando um canal de notícias informa:

– A casa de perfumaria Dafne, famosa por suas criações exclusivas e fará mais um grande lançamento.

No vídeo um bela mulher de cabelos ruivos usando um vestido de  festa branco, anuncia:

– A Casa Dafne de perfumaria tem o prazer de lançar o exclusivo perfume Eros. Ele tem notas tão sofisticadas que podem despertar o amor. Ele vem num pequeno frasco de vinte ml feito com o mais puro cristal e um raro diamante o olhar de  Afrodite é a tampa do frasco. 

Jigen chega ao apartamento e Lupin o recebe com um grande sorriso no rosto.

– Comprei um uísque especial pra você, Jigenzinho.

– Por que tudo isso só por causa de um trabalho? Não me diga que esse trabalho tem alguma coisa a ver com a Fujiko?

– Bem Jigenzinho, você sabe que eu não resisto a dar um presente a uma dama.

– Então o trabalho não tem nada a ver com a Fujiko, já que é algo para uma dama. Brinca Jigen.

– Não fale assim da minha Fujiko querida. Retruca Lupin zangado.

– Ah! Então tem mesmo a ver com a Fujiko. Tô fora. Diz Jigen.

Lupin surpreende Jigen com gás do sono e diz:

– Sinto muito, Jigen, mas eu preciso da sua ajuda.

Goemon chega em seguida e pergunta:

– É verdade que o trabalho tem a ver com a senhorita Fujiko?

– Goemon, você já chegou. Um dia você vai ter que me explicar como faz isso de aparecer do nada. Diz Lupin.

– Um samurai deve ser sempre pontual. Responde Goemon.

– Bem, a gente vai roubar o perfume mais caro do mundo. Não se preocupe, eu vou pagar muito bem por seus serviços. Diz Lupin.

– Então ajudarei. Mas por que tanto interesse nesse perfume? Você pode comprar perfumes caros para qualquer mulher. Questiona Goemon.

– É que ele atrai o amor e eu quero que Fujiko finalmente se apaixone por mim. Hi! Hi! Diz Lupin.

– É sério isso que esse tal perfume atrai o amor? Questiona Goemon.

– Foi o que a moça do vídeo falou, mas eu sei que a minha Fujiko querida se importa mesmo é com o frasco feito de cristais e diamantes e o lindo diamante na tampa do perfume. Diz Lupin.

Jigen acorda horas depois no carro e percebe que está num bairro chique da cidade.

– Não se preocupe, Jigen. Hoje vamos só dar uma olhada no movimento pra eu pensar num plano. Diz Lupin.

Lupin estaciona o carro e vê uma boa quantidade de carros de luxo estacionados em frente à loja da perfumaria Dafne. Lupin estala os dedos e diz:

– Já sei como vamos pegar o perfume!

– Mesmo? Pergunta Jigen indiferente.

– Sim. Vamos participar do leilão e pegar o perfume na frente de todos. Será a sensação das redes sociais. Diz Lupin com um sorriso esperto.

– Tudo isso por causa daquela mulher traiçoeira. Resmunga Jigen.

– A traição é um acessório da mulher e nenhuma mulher fica mais bela com esse acessório que a Fujikinha. Diz Lupin.

– Hum! Você é mesmo um masoquista, Lupin. Comenta Jigen.

 Lupin vai responder Jigen, quando vê Zenigata chegar e comenta:

– O Tiozão como sempre trabalhando duro. Ele devia tirar umas férias.

– O senhor Zenigata é mesmo um verdadeiro japonês, sempre trabalhando duro. Diz Goemon, assustando Jigen.

– Você tava aí esse tempo todo? Pergunta Jigen. 

– Um samurai deve ser silencioso. Retruca Goemon

– Bem, agora sabemos que devemos tomar cuidado redobrado com a segurança. Diz Lupin dando a partida no carro e indo embora.

– Sinto algo muito sinistro vindo daquela perfumaria. Talvez seja melhor investigá-la melhor. Diz Goemon.

Enquanto isso, Zenigata entra na perfumaria mostrando a identificação e quem vem recebê-lo é o casal de proprietários, Patrícia, uma bela jovem de cabelos ruivos e Frederick, um homem de meia idade que usa cadeira de rodas.

– O que o mundialmente famoso Inspetor Zenigata vem fazer em nossa humilde perfumaria? Pergunta Frederick. 

– Eu já soube do anúncio do leilão do seu perfume, madame. E sei que Lupin não resistirá em roubá-lo para dar a Fujiko Mine. Diz Zenigata.

– O senhor é realmente brilhante, inspetor. De fato, Lupin já mandou o aviso em todas as redes sociais e portais de notícias. Ele prometeu que roubará o meu perfume durante o leilão na frente de todos os compradores e convidados. Diz Frederick.

– Pois eu prometo que vou prendê-lo de uma vez por todas.

– Esperamos que sim, senhor Inspetor. Gostaria de nos acompanhar para conhecer o nosso sistema de segurança? Diz Patrícia.

– É claro. Preciso ver se tudo está realmente seguro. Comenta Zenigata.

– Pode apostar que sim, Fujiko Mine. Diz Patrícia tirando a máscara de Fujiko.

– Ora! Parece que você é bem esperta. Então, eu terei que usar meus métodos. Diz Fujiko pegando o vidro de perfume com gás sonífero.

Patrícia é mais ágil e aperta um botão disfarçado como a pedra de um colar que abre um alçapão, onde Fujiko cai.

– Aí está a nova peça para seu próximo perfume, querido. Como pretende chamá-lo? Diz Patrícia.

– Traição. Responde Frederick.


Lupin e a gangue estão voltando para o esconderijo quando se deparam com cerco comandado por Zenigata.

– Parado aí, Lupin! Você está preso! Na verdade, todos os três estão presos. Diz Zenigata.

– Ei, Lupin. Por que o Zenigata tá aqui se a gente viu ele na perfumaria? Questiona Jigen.

– Não faço ideia, mas eu vou descobrir. Diz Lupin.

– Você tem alguma ideia, Lupin? Pergunta Goemon quando os drones se aproximam.

– É claro. Lupin Terceiro sempre fugirá de maneira brilhante. Diz Lupin.

Zenigata ordena aos policiais e aos drones que avancem, quando o carro de Lupin explode liberando uma grande nuvem de fumaça.

Zenigata e os demais policiais se afastam do veículo sem conseguir enxergar. Zenigata se desespera e grita: 

– Lupin! Seu louco! Como pôde ser capaz de algo assim?

Enquanto isso, Lupin e seus companheiros conseguem escapar do cerco pelos esgotos.

– Foi muito perspicaz ter instalado aquela bomba de fumaça gigante e ter pegado a planta dos esgotos da cidade. Comenta Jigen.

– Eu sempre estarei um passo à frente de todos. Diz Lupin.

– É melhor nos apressarmos. Logo Zenigata perceberá que não estamos mortos. Diz Goemon.

– Tem razão, Goemon. Concorda Lupin.

Os três ladrões chegam até uma lancha e conseguem fugir. Enquanto escapa Lupin comenta com Jigen e Goemon:

– Mais tarde eu vou espiar aquela perfumaria, tenho um certo pressentimento. 

– Você também percebeu algo sombrio vindo daquele lugar? Uma sombra sinistra está surgindo na minha Zantetsuken. Diz Goemon.

– Por mim tudo bem ir com vocês. Não tenho nada pra fazer mesmo.

Fujiko passa alguns minutos desacordada e quando acorda percebe que está em uma cela estranha cheia de tubos e com uma única mesa servindo de mobília. Frederick se aproxima da cela e diz:

– Olá, minha cara Fujiko. Espero que esteja confortável. 

– Que lugar é esse? O que pretende fazer comigo? Pergunta Fujiko tocando no vidro blindado da cela e levando um choque que a deixa atordoada.

– Cuidado. Não quero que você machuque, pode estragar o cheiro do seu corpo. Logo você será parte da minha incrível coleção de fragrâncias.

Fujiko olha em volta e vários crânios cravados nas paredes da prisão onde está e diz:

– Idiota! Lupin virá me salvar.

– Ele não faz ideia que você está aqui. Além disso, minha adorada esposa Patrícia fará com que Lupin e os homens dele trabalhem para nós. Dessa vez você morrerá, Fujiko Mine. Pelo menos terá a honra de ser colocada em um frasco muito caro e vendida para alguma dama de altíssima classe. Diz Frederick levantando da cadeira de rodas e com um sorriso cruel.

Fujiko fica apavorada e murmura:

– Lupin me ajude! Lupin me ajude.

Nota da autora: Essa história terá mais um capítulo.

Espero que gostem.

O Fantasma da Safira

Sinopse: Lupin e gangue roubam uma safira amaldicioda por um fantasma.

Personagens:Lupin,Jigen,Goemon, Fujiko e Zenigata.

Categoria:Anime/mangá; Gênero: Humor/crime; Classificação:Livre.

Lupin III pertence a Monkey Punch e TMS Entretenimento. Essa é uma história sem fins lucrativos de fã para fã.

O fantasma da safira

Lupin e Jigen entram em um museu, depois de usar gás sonífero e fazer com que todos os guardas durmam. 

Jigen desliga o alarme, enquanto Lupin segue até o cofre.

Lupin se aproxima do cofre e encontra Zenigata. Zenigata  joga as algemas certeiras nos pulsos de Lupin e diz:

– Eu te peguei, Lupin. Dessa vez vou te mandar pra Ilha dos Polvos.

– Tiozão, trabalhando duro como sempre. Essa ilha é só uma lenda repugnante. Responde Lupin soltando os pulsos com tranquilidade.

Zenigata se prepara joga várias algemas ao mesmo tempo, quando vê o cofre se partir ao meio.

– O que é isso? Algum fantasma? Pergunta-se Zenigata.

De repente Goemon surge dentro do cofre e pega uma safira azul-claro. Lupin aproveita a distração de Zenigata e borrifa gás sonífero no inspetor.

Lupin aproveita e pega outras preciosidades do museu e diz a Goemon:

– Vamos nos mandar, antes que ele acorde. 

Goemon concorda e os dois fogem do museu e vão para o carro, onde Fujiko os aguarda. Jigen logo se junta aos companheiros na fuga e eles entram no carro. Todos entram no carro e Fujiko acelera para fugir de Zenigata e da polícia.

Lupin e a gangue chegam a uma casa que serve como esconderijo. Uma casa simples no alto de um morro, onde Lupin e gangue podem ver a movimentação.

– Essa safira não é linda, Fujiko querida? E eu roubei especialmente pra você. Diz Lupin entregando a safira a Fujiko.

– Tem algo estranho nessa safira. Diz Goemon olhando para a Zantetsuken. 

– Como assim? Pergunta Jigen.

– Eu li na internet que um fantasma aparece quando alguém rouba essa safaira na noite de lua nova, mas eu não ligo para superstições bobas. Diz Lupin.

– Um fantasma? Pergunta Jigen.

– Isso é pura besteira. Diz Fujiko pegando a safira das mãos de Lupin.

– Por acaso hoje é lua nova. Diz Goemon. 

Um temporal começa sem explicação aparente e Lupin diz:

– Tudo isso não passa de bobagens para tentar afugentar gente como nós. 

– Pelo menos esse lugar tem TV. Diz Fujiko pegando o controle remoto.

– Um filme de terror? Vamos assistir juntinhos, Fujiko querida. Assim se você se assustar pode me abraçar e rolar outras coisas. Diz Lupin com um sorriso.

– Pois saiba que eu não vou me assustar tão fácil. Eu sou mais corajosa do que vocês três juntos e posso ganhar se eu apostar. Diz Fujiko.

– Eu não ligo para apostas tolas, prefiro dormir. Diz Goemon.

– Há! Vou assistir esse filme com vocês.

O filme começa e Lupin abraça Fujiko e diz fingindo gaguejar de medo:

– É muito apavorante, Fujiko querida.

– Lupin, para de agir assim. Eu sei que você não tá com medo. Diz Fujiko dando um cascudo em Lupin quando ele tenta tocar nos seios dela.

– Hum! Quem vai ter medo dessa bobagem. Diz Jigen. 

De repente o temporal fica mais intenso e a eletricidade acaba. Fujiko abraça Lupin que fica bem contente com a situação e diz:

– Não se preocupe, Fujiko querida. Eu protejo você.

Jigen acende a lanterna do celular para enxergar quando percebe que Goemon não está no mesmo lugar e avisa:

– Oi, Lupin, Goemon não está aqui.

– Será que ele foi levado pelo fantasma da safira? Brinca Lupin.

– Eu não fui levado por nenhum fantasma. Diz Goemon.

Lupin dá um pulo do sofá, causando gargalhadas em Jigen e Fujiko.

– Goemon, você tem que parar de surgir do nada desse jeito. Reclama Lupin que depois diz a Fujiko e Jigen:

– Eu não me assustei por causa da história do fantasma da safira.

– Tudo bem, Lupin.  Não é nada de mais um homem ter medo. Diz Fujiko.

– Eu não tô com medo do fantasma. Repete Lupin quase gritando. 

– Onde você tava, Goemon? Pergunta Jigen.

– Fui ao banheiro. Agora voltarei a dormir. Responde Goemon.

– Eu vou dormir junto da minha Fujiko querida pra defender minha amada do fantasma. Diz Lupin.

– Eu não preciso que me protejam de nada. Acho que você é quem tá com medo. Diz Fujiko.

– Eu não tenho medo de fantasmas. Retruca Lupin.

– Bem, de qualquer maneira teremos que dormir todos aqui. Diz Jigen.

– Parece que o Jigen é quem tem medo de fantasmas. Diz Goemon.

Fujiko e Lupin começam a rir, deixando Jigen irritado e o atirador responde:

– Eu não tenho medo de nada.

Um relâmpago ilumina a sala e Fujiko acaba abraçado Lupin. O ladrão sorri e diz:

– Não tenha medo, Fujiko querida. Eu estou aqui.

– Agora ela realmente pode ter medo. Diz Goemon.

Jigen não consegue controlar a risada com o comentário de Goemon e deixa Lupin chateado. 

Por causa do tédio e da chuva forte, quase todos os membros da gangue de Lupin adormecem. Apenas Jigen fica acordado.

De repente Jigen ouve um barulho de batida na janela da sala e quando outro relâmpago ilumina a sala, o pistoleiro vê uma forma estranha no vidro da janela.

Jigen vai gritar de susto, mas coloca as duas mão sobre a boca para não acordar os outros e ser alvo das gozações de todos.

Um barulho de passos chama a atenção de Jigen que fica aflito, mas prefere cobrir o rosto com o chapéu e fechar os olhos.

Os passos começam a se aproximar da sala e Jigen se encolhe para não ver o que está acontecendo. Até que, Jigen sente uma mão gelada tocar em seu ombro e uma chorosa dizer:

– Jigen, eu sou o fantasma da safira.

O pistoleiro engole o seco e sem que o fantasma perceba, pega o Magnum do coldre e aponta para o fantasma. A luz elétrica volta e Jigen se surpreende ao ver que está apontando a arma para Lupin.

– Não me diga que ficou com medo. Eu sabia que você tem medo de fantasma. Diz Lupin às gargalhadas.

– Pensei que só você tinha medo de fantasmas, Lupin. Comenta Goemon sem controlar um leve sorriso.

Fujiko também ri e diz:

– Parece que você é bem  frouxo pra um pistoleiro tão famoso, Jigen.

Jigen puxa o gatilho da arma e diz: 

– É agora que você me paga, Lupin! Prepare essa sua cara magrela!

– Pera aí, Jigen. Foi só uma brincadeirinha. Não pensei que você fosse levar tão a sério.Fujiko, Goemon, façam alguma coisa.  Diz Lupin.

Antes que Fujiko ou Goemon reajam, Jigen puxa o gatilho do revólver e dispara uma luva de boxe que atinge Lupin em cheio, levando todos os presentes às gargalhadas.

De repente a porta abre sozinha e Zenigata entra na casa dizendo:

– Estão todos presos!

Lupin e gangue saem correndo para o lado e entram num Fiat amarelo e fogem e Zenigata os persegue em uma viatura policial.

Nota da autora: Essa fanfic foi inspirada nas histórias sobrenaturais de Lupin e também em algumas ocasiões onde Jigen já demonstrou ter medo de assombração. 

Espero que gostem.

Uma dose de Uísque

Sinopse: Jigen reencontra Bárbara em um bar.

Personagens: Jigen e Bárbara (personagem dos episódios 27 e 28 da parte III)

Categoria: Anime/mangá; Gênero: Romance/drama;Classificação: 12 anos

Lupin III pertence a Monkey Punch e TMS Entretenimento. Essa é uma história sem fins lucrativos de fã para fã.

Uma dose de Uísque

Jigen entra num bar e caminha até o balcão e pede um uísque. De repente ele escuta uma voz feminina conhecida pedindo a mesma bebida e olha para o lado.

– Bárbara. Diz Jigen.

– Olá, Jigen. Responde Bárbara.

– Então me acompanha no uísque? Pergunta Jigen.

– É claro. 

Jigen e Bárbara dão um o primeiro gole no uísque e depois de alguns segundos de silêncio, o pistoleiro pergunta:

– Já encontrou seu marido?

– Ainda não. Parece que a CIA e a Inteligência russa nunca vão perdoar ele pelo que aconteceu com a Estrela do Alasca. Você deve me achar patética por ficar procurando um homem que foi capaz de me fazer de isca. Mas não posso evitar. Diz Bárbara com uma expressão muito triste.

– Eu não posso dizer que te entendo, mas é sua escolha. Diz Jigen.

– Acho que eu devia ter me casado com você, Jigen.

– Não acho que eu sirva pra ser marido de nenhuma mulher. Bem, vamos esquecer do passado e tomar mais uma ou duas doses de uísque e comemorar o nosso encontro casual. Diz Jigen.

– Você tem razão. Por que não vem ao meu hotel e passa essa noite comigo? Diz Bárbara.

Jigen acende um cigarro e diz:

– Pode ser. Assim a gente coloca a culpa de tudo no uísque.

Os dois riem alto e saem juntos do bar.

Nota da autora: Uma pequena história sobre um reencontro que me deixa curiosa.

Operação Traição

Sinopse: Lupin é preso e enviado para a solitária na Ilha do Polvo depois da traição de um membro da gangue.

Personagens: Lupin,Jigen, Fujiko, Goemon e Zenigata.

Catagoria:Anime/mangá; Gênero: Humor; Classificação:Livre

Lupin III pertence a Monkey Punch e TMS Entretenimento. Essa é uma história sem fins lucrativos de fã para fã.

Operação Traição

Lupin chega a uma casa num bairro decadente de Nova York ,depois de receber um convite de Jigen. Assim que abre a porta Lupin vê Jigen algemado a uma cadeira e amordaçado.

– Jigen! O que aconteceu aqui? Pergunta Lupin se aproximando para libertar o amigo.

Jigen tenta desesperadamente avisar a Lupin que tem alguém atrás dele, mas o ladrão responde:

– Calma aí, Jigen. Já vou tirar essa mordaça.

– Não precisa, Lupin. Nós mesmos vamos te contar a surpresa. Diz Fujiko.

Lupin vira para olhar Fujiko e recebe um golpe de espada de Goemon. Lupin cai no chão e antes de perder a consciência ouve Goemon dizer:

– Permita me apresentar, sou o agente Ishikawa da inteligência japonesa e essa é a agente Fujiko Mine do CIA. Não se preocupe, o golpe que eu lhe dei não foi fatal.

Zenigata se aproxima e vibra:

– Finalmente, Lupin! Quem diria que você cairia por causa desses dois?

– Se aceita uma sugestão, Inspetor Zenigata, mande Lupin para o único lugar de onde ele não pode fugir, a Ilha do Polvo. Diz Goemon.

– Você é muito cruel, Goemon. Lupin tem muito medo de polvos. Diz Fujiko.

– Por isso mesmo. Diz Goemon.

– Isso é perfeito. Diz Zenigata.

Fujiko olha para Jigen se debatendo e tentando chamar por Lupin e pergunta:

– O que faremos com Jigen?

– A inteligência japonesa não tem interesse nesse pistoleirozinho, por mim que ele vá pra qualquer prisão por aí. Sugere Goemon.

Zenigata sorri de satisfação e diz:

– Vou levar Lupin agora mesmo para prisão, enquanto os meus assistentes cuidam de Jigen. 

Fujiko abraça Goemon e diz:

– Agora finalmente poderemos sair de férias pro Caribe.

– Tem razão, meu amor. Responde Goemon dando um grande beijo em Fujiko.

No dia seguinte Lupin é transportado de barco por Zenigata para a Ilha do Polvo. Lupin está totalmente imobilizado por correntes que prendem cada articulação dele. Lupin não consegue disfarçar a tristeza.

– O que foi, Lupin? Está tão calado. Não me diga que está sofrendo pela traição da Fujiko? Diz Zenigata.

– Não é isso, Tiozão. É que eu não posso acreditar que eu confiei tanto no Goemon pra depois ele ser apenas um tira sujo. Acho que essa é a pior traição. Goemon sempre pareceu tão sincero, era como se fosse meu irmão mais novo. Ninguém pode confiar em ninguém nesse mundo. Desabafa Lupin num suspiro.

O barco se aproxima da Ilha do Polvo, uma ilha fora dos mapas oficiais, com uma enorme formação rochosa em forma de um polvo gigantesco.

– Estamos perto do seu novo lar, Lupin! Não se preocupe virei lhe visitar uma vez por semana. Diz Zenigata se divertindo com a situação.

Lupin sente um calafrio  quando vê o polvo gigante que dá nome à ilha.

– Não se preocupe, Lupin. Esse não é o único polvo na ilha, essa ilha é cheia de polvos de todos os tamanhos. Debocha Zenigata. 

– Antes de eu enfrentar a minha pena, gostaria de saber o que aconteceu com Jigen. Diz Lupin resignado.

Zenigata segura as lágrimas e diz com a voz engasgada:

– Jigen foi levado para uma prisão onde será executado imediatamente. Eu tentei convencer o juiz que não era necessário, mas Goemon insistiu que a única pena para Jigen era a morte. Nunca imaginei que Goemon fosse tão traiçoeiro. 

– Pobre Jigen. Tiozão, pode me levar pra visitar o Jigen? Diz Lupin muito triste.

– Você quase me tapeou, Lupin. Aceite seu destino como um homem! Diz Zenigata puxando o prisioneiro imobilizado até a praia da ilha.

Pela primeira vez na vida Zenigata vê o pânico no rosto de Lupin. Lupin tenta subir em Zenigata e grita desesperado:

– Por favor, Tiozão me leve pra outro lugar!

– Pare com isso, Lupin. Aceite seu destino. Diz  Zenigata puxando Lupin, enquanto o ladrão fecha os olhos para não ver os polvos.

Zenigata chega com Lupin em uma construção de pedra feita para ser uma cela perfeita, pois a única saída é grade reforçada. Zenigata  empurra Lupin na cela e tranca a grade. 

– Não se preocupe, Lupin. Virei depois de amanhã trazer mais provisões. Como você pode ver, tem água e comida o suficiente. Vou visitar o Jigen. Diz Zenigata indo embora.

Lupin vê Zenigata entrar no barco e aos poucos sumir no mar. Lupin dá um suspiro ao olhar as paredes de rocha espessas, a cela tem apenas uma cama , uma cadeira e um banheiro improvisado.

– Bem, parece que agora eu fui realmente pêgo. Diz Lupin suspiroso caminhando para a cama.

Enquanto pilota o barco para o continente Zenigata começa a lembrar do que aconteceu dias antes.

– Lupin está preso sem chance de fuga, mas algo me incomoda. Diz Zenigata para si mesmo enquanto se afasta da ilha.


Dois dias antes da prisão de Lupin, Zenigata entra na sala do chefe da Interpol e encontra Goemon usando roupas ocidentais. Zenigata tira a arma do coldre, mas o chefe da Interpol diz:

– Guarde essa arma, Zenigata. Já está na hora de você conhecer o plano montado há anos pela Inteligência japonesa e a Interpol para capturar Lupin. Esse é o agente Ishikawa da Inteligêniycia japonesa.

– Parece que o senhor esqueceu de mim, agente Fujiko Mine da CIA. 

Zenigata fica bastante surpreso e se deixa cair em uma cadeira.

– O agente Ishikawa faz parte de uma grande operação da Inteligência japonesa em conjunto com a Interpol para prender Lupin.

Goemon se aproxima de Zenigata e faz uma leve reverência:

– Sinto muito pelas humilhações que lhe causei, mas era a única maneira de prender Lupin.

– Está bem, eu entendo. Responde Zenigata chocado com a revelação.

– Nos próximos dias vamos prender Jigen e atrair Lupin e assim acabar com o reinado de terror desses dois criminosos. Diz Fujiko.

– É claro que o senhor está convidado a participar da Operação Traição. Diz Goemon.

Horas antes da prisão de Lupin, Jigen está numa casa em uma região que gosta de ficar em Nova York, quando ouve alguém bater na porta.

Jigen pega o revólver e vai averiguar quem é e olha pelo olho mágico da porta. Quando vê Goemon, Jigen guarda o revólver no coldre e abre a porta.

– Olá, Jigen, você está preso por seus diversos crimes. Diz Goemon.

– Que brincadeira é essa, Goemon? Pergunta Jigen pouco antes de ser atingido com uma arma de choque e desmaia.

Zenigata se aproxima e fica perplexo com o que acaba de presenciar  e não consegue dizer nada.

– Bom trabalho, meu amor. Agora é só mandar uma mensagem de texto pro Lupin, usando o celular do Jigen e tudo estará pronto. Diz Fujiko.

– Bem pensado, querida. Diz Goemon.

Zenigata fica tão surpreso com a traição de Goemon que é preciso o samurai dizer:

– Inspetor, pode me ajudar a imobilizar esse bandido?

– É claro. Responde Zenigata.

Jigen acorda e percebe que está com os pulsos e pernas algemados a uma cadeira e pergunta:

– O que tá acontecendo aqui? 

– O que está acontecendo é que você está preso. Já sabemos que Lupin está aqui para roubar a máscara de jade de Montezuma do Museu de História Mundial. Diz Goemon.

– Como você pôde trair a mim e a Lupin por causa dessa mulher? Diz Jigen indignado.

Goemon mostra a credencial da Inteligência japonesa de diz:

– Eu nunca fui amigo de vocês. Fiz tudo para ganhar a confiança de vocês e conseguir prender você e Lupin. Não se preocupe, você será tratado de acordo com os direitos humanos.

– Seu desgraçado, você vai me pagar caro, por isso Goemon.

O celular de Jigen recebe uma mensagem de Lupin avisando que está a caminho.

– Lupin está vindo. Confirma Fujiko.

– Sinto muito, Jigen, mas você precisa ficar quieto para não atrapalhar nosso plano. Diz Goemon amordaçando Jigen.

Zenigata continua sem acreditar até o momento que Lupin entra no apartamento e encontra Jigen.


Lupin está sozinho na cela contemplando o horizonte,onde o sol começa a se pôr e diz:

– Parece que eu realmente fui derrotado e vou morrer aqui nessa ilha deserta. Essas horas Jigen já deve ter sido executado e Goemon e Fujiko foram promovidos na polícia. É um triste fim para Lupin Terceiro.

– Ei, Lupin, deixe de palhaçada. Já encontrou o mapa do tesouro que o Conde de Monte Cristo deixou aqui na ilha? Diz Jigen.

– Jigen, você estragou o meu momento dramático e reflexivo na fic.

– Não seja idiota, os leitores querem saber o que está acontecendo.

– Então, eu vou deixar isso pra mais um flachback. Diz Lupin.

– Está bem. Concorda Jigen acendendo um cigarro.

Goemon chega e corta as barras da cela onde Lupin está com a espada e diz envergonhado:

– Eu concordo. Sinto-me desonrado em parecer um traidor.

– Quanto drama, Goemon. Diz Lupin.


Duas semanas antes , Lupin e gangue estão em uma mansão  perto de uma praia. Goemon é último a chegar e assim que entra na casa pergunta:

– Por que mandou me chamar, Lupin?

– Descobri onde o Conde de Monte Cristo deixou  parte da fortuna dele.  O tesouro está na Ilha do Polvo, um lugar entre as Américas Central e do Sul, que está fora do mapa. O problema é que o lugar serve como uma solitária e não tem como chegar lá sem ser da polícia ou um preso.

– E aonde eu entro nessa história? Pergunta Goemon.

– Você fica esperando até eu dar a deixa e pega o Zenigata e os homens dele de surpresa como sempre. Responde Lupin.

– E por quê?  Pergunta Goemon.

– Eu quero alguém que consiga se passar por um traidor e sabe mentir muito bem, assim como Jigen e a minha Fujiko querida. Diz Lupin.

– Está dizendo que eu não consigo mentir? Questiona Goemon.

– Exatamente. Responde Lupin.

– Lupin tem razão, você é um péssimo mentiroso. Concorda Jigen.

– Nunca pensei que eu diria isso, mas Jigen tem razão, você é inocente demais pra um ladrão. Poderia até mesmo ser um policial. Diz Fujiko.

– Fujiko querida, você acaba de me dar uma ótima ideia. Que tal você se passar por um agente da CIA e me capturar e o Jigen também será preso.

– Eu vou me passar por agente da Inteligência japonesa e vou provar que posso mentir tão bem quanto a senhorita Fujiko. Diz Goemon revoltado.

– Que grosseria, eu não sou nenhuma mentirosa, não é Lupin?

– Bem, Fujikinha às vezes você maquia a verdade. Diz Lupin, deixando Fujiko irritada.

– Puff! Goemon mentindo pro Zenigata, essa e quero ver. Comenta Jigen.

– Eu também. Diz Lupin rindo.

– Pois eu vou conseguir e ele acreditará em mim. Prepare-se para ser preso, Lupin. Diz Goemon saindo e batendo a porta.

– Parece que ele levou a sério o que dissemos. Comenta Jigen.

– Sempre dramático, mas será de grande ajuda se ele conseguir enganar o velho Zenigata. Como eu ia dizendo, eu vou sequestrar o chefe da Interpol por alguns dias e depois me passo por ele, enquanto o Jigen fica no esconderijo pra ser preso pelo Zenigata.


Lupin dá uma risada divertida e comenta com os amigos:

– Quem diria que você conseguiria enganar o Zenigata, Goemon?Você sempre foi tão ruim de mentir e sempre foi enganado pelas mulheres.

– Tem razão, Lupin. Concorda Goemon tirando a máscara e revelando ser Zenigata.

– Tiozão, você descobriu tudo? Admira-se Lupin.

– Sim. E você está preso! Grita Zenigata.

Jigen começa a rir e tira a máscara revelando ser Goemon.

– Eu disse que ele cairia fácil. Diz Jigen tirando a máscara de Zenigata.

– Verdade. Comenta Goemon rindo.

De repente Zenigata chega à ilha na lancha e grita:

– Como ousam me enganar outra vez, Lupin e gangue?! Vocês estão presos!

Zenigata diminui o entusiasmo quando ouve o barulho da lancha se afastando em alta velocidade.

– Muito obrigada pelo mapa do tesouro do Conde de Monte Cristo. Diz Fujiko se afastando.

Zenigata volta a atenção para Lupin e seus parceiros e os vê indo embora num helicóptero.

– Até mais, Tiozão. Diz Lupin.

– Lupin, seu maldito! Você me paga! Grita Zenigata.

Nota da autora: Quando eu estava escrevendo essa fic me veio a ideia e se o Goemon fosse um policial? Então desenvolvi essa humilde história.

Espero que gostem.

Numa tarde de inverno

Sinopse: Nina está em um parque e deseja rever Lupin.

Catagoria: Anime/mangá; Gênero: Romance/Drama; Classificação: Livre

Lupin III pertence a Monkey Punch e TMS Entretenimento. Essa é uma história sem fins lucrativos de fã para fã.

Numa tarde de inverno

Nina caminha pelo parque quase deserto e observa as plantas cobertas de neve e suspira. De repente Nina percebe uma rosa vermelha a última da roseira quase seca e lembra da aventura que teve com Lupin.

– Parece que só mesmo essa lembrança restou pra mim. Eu gostaria de ver ele outra vez antes de me casar. Diz Nina para si mesma.

– Seu desejo é uma ordem, Nina querida. Diz Lupin se aproximando e fazendo surgir uma rosa amarela.

– Como você surgiu aqui? Pergunta Nina.

Nina não segura a emoção e corre até Lupin e o abraça firme.

– Como é bom te ver outra vez. Obrigada por tudo. Diz Nina.

– Que é isso, Nina. Só fiz o que eu achei certo. Seu pai bem que mereceu aquela lição. Soube que você se reconciliou com ele. É verdade? Diz Lupin com um sorriso.

Nina balança a cabeça afirmativamente e dá um sorriso triste. Depois de alguns segundos de silêncio, Nina diz:

– Papai morreu mês passado. Agora do meus dias de juventude só me resta você. Eu vou me casar depois de amanhã e estou esperando um bebê.

– Então seja a melhor mãe possível pro seu bebê e seja muito feliz com seu marido,mesmo ele não sendo tão bonito quanto eu.  Eu já tenho que ir o Tiozão tá na cidade. Antes que eu esqueça amei o seu livro. Até mais, Nina querida. Diz Lupin indo embora num passe de mágica.

Nina sorri e aspira o perfume da rosa.

Nota autora: Outra história curta sobre um reencontro que eu gostaria de ver. O episódio 68 da parte II é um dos melhores da série II.

Yukina vai ter um bebê

Sinopse: Yusuke comunica Hiei que Kuabara e Yukina vão casar,mas exagera a verdade.

Personagens: Hiei, Yusuke, Kuabara e Yukina.

Categoria:Anime/mangá:Yu Yu Hakusho;Gênero:Humor; Classificação: Livre

Yu Yu Hakusho pertence a Yoshihiro Togashi e  Estúdio Pierrot. Essa é uma história sem fins lucrativos feita de fã para fã.

Yukina vai ter um bebê

Hiei está descansando da última ronda, quando Mukuro entra no quarto e avisa:

– Yusuke mandou uma mensagem pra você.

Hiei permanece no mesmo lugar, até que Mukuro diz:

– Tem a ver com a Yukina.

– Então eu vou ver o que ele quer. Diz Hiei com se estivesse resmungando.

Mukuro entrega o celular a Hiei e se retira. Hiei toca no vídeo e surge Yusuke sorridente:

– E aí, Hiei. Tudo bem? Tô mandando esse vídeo pra avisar que o Kuwabara pediu a Yukina em casamento e a cerimônia será no mês que vem. Eu não queria ser fofoqueiro nem nada, mas parece que eles vão ter um bebê. A gente se vê no dia do casamento. 

O vídeo acaba e Hiei fica confuso e vai até Mukuro e pergunta:

– Como nascem os humanos?

Mukuro dá um sorriso e diz:

– Você não sabe como os humanos nascem? É melhor você fazer uma busca no que os humanos chamam de Google. É só tocar no ícone do celular. Pode fazer a pergunta com a voz também.

– Tá bem. 

Hiei faz a pergunta usando a voz, como Mukuro sugeriu. O pequeno youkai muda a fisionomia  para uma mistura de choque e raiva quando ouve a resposta. 

– Eu vou matar aquele desgraçado do Kuwabara! Diz Hiei.

No mundo dos humanos, Kurama resolve ir até a barraca de ramen de Yusuke para visitar o amigo.

– E aí, Kurama? Tá sabendo do evento do ano? Pergunta Yusuke.

– Se é sobre o casamento do Kuwabara com a Yukina, eu já tô sabendo. Só não consegui entrar em contato com o Hiei ainda. Responde Kurama.

– Ah, moleque! Eu já entrei em contato com o baixinho invocado e dei meu toque pra ele vir de todo o jeito. Dessa vez ele conta que é irmão da Yukina e cunhado do Kuwabara. Diz Yusuke muito satisfeito.

– E eu posso saber o que você disse pro Hiei? Pergunta Kurama.

– Eu exagerei na verdade dizendo que o Kuwabara e Yukina vão casar porque vão ter um bebê. Diz Yusuke.

– Eu não sei se essa foi a melhor ideia. Diz Kurama.

– Que é isso rapaz? Tá na aréa comigo é pênalti. Retruca Yusuke sorrindo.  

No dia seguinte Hiei vai até a casa de Kuwabara disposto a lutar até a morte contra o estudante, quando Yukina sai da casa. Hiei tenta se esconder, mas Yukina segura a mão dele e diz:

– Vamos entrar ,Hiei. Kuwabara está lá dentro.

– Pode deixar que eu vou dar um jeito nele. Diz Hiei entrando na casa.

Kuwabara está na sala lendo um livro para uma prova e quando vê o amigo o cumprimenta:

– E aí, Hiei. Passeando pelo Mundo dos Humanos?

– Eu já sei do seu casamento com a Yukina. Diz Hiei.

– Ah! O Urameshi te contou. Bem, a gente tava querendo te avisar, mas não sabia como. Aí o Urameshi disse que ia ajudar. Diz Kuwabara.

– Seu desgraçado. Prepare-se para lutar. Não vou permitir esse casamento. Grita Hiei tirando a espada.

– Ficou doido de vez, baixinho invocado. Ninguém ficará entre mim e Yukina. Diz Kuwabara.

– Seu idiota! Eu vou acabar com você. Retruca Hiei.

– E quem você pensa que é pra impedir meu casamento com a Yukina? Diz Kuwabara.

– Eu sou o irmão dela. Diz Hiei.

Assustado pela revelação que fez, Hiei cobre a boca com a mão e ouve a voz gentil de Yukina dizer:

– Eu já sabia.

Kuwabara no entanto começa a gargalhar e diz:

– Você é irmão da Yukina. Essa é boa. Ha! Ha!

– Ora seu idiota! Como ousa duvidar de mim? E que história é essa de ter uma criança com a Yukina? Diz Hiei bravo com Kubara.

– Saiba que eu só tocarei na Yukina depois do nosso casamento. Meu amor por Yukina é mais puro do que a neve. Retruca Kuwabara.

– Que coisa mais brega, Kazuma. Diz Shizuru entrando na sala.

– Realmente você diz coisas muito estranhas, Kazuma. Concorda com Yukia sorrindo.

– Vem cá, Hiei, que história é essa do Kazuma e a Yukina terem um bebê? Pergunta Shizuru.

– Foi o Yusuke que disse.

– Parece que ele te fez de bobo. 

Hiei vai embora e vai até a barraca de ramen de Yusuke e diz:

– Você me paga por ficar inventando que a Yukina vai ter um bebê.

– Relaxa Hiei, só inventei essa pra você contar que é irmão da Yukina. Diz Yusuke.

– Ela já sabia. Diz Hiei envergonhado.

– Ah moleque! Eu sou um gênio. Comemora Yusuke. 

Nota da autora: Quando eu voltei a publicar fanfic e postei outra vez A Misteriosa Rosa Vermelha, alguém sugeriu uma fanfic onde o Hiei contasse a verdade para Yukina e ela já soubesse. Demorei a criar a história, mas acabei conseguindo fazer algo com essa ideia.

Espero que gostem.

357 e A Rosa Branca da Vingança Parte II

Magnum 357 e a Rosa Branca da Vingança Parte II

Zenigata percebe uma emprega se afastando e joga um par de algemas nos pulsos dela e grita:

– Parada, Fujiko Mine! Você está presa como cúmplice de Lupin e para servir de isca para capturar ele finalmente. 

A empregada dá um grito de surpresa e quando Zenigata se aproxima vê que não é Fujiko e belisca o rosto da mulher para tirar a máscara.

– O que pensa que está fazendo, senhor? Vou lhe processar. Diz a empregada.

Fujiko ri assistindo a cena e logo escapa sem que ninguém a perceba disfarçada de policial masculino.

Jigen volta ao esconderijo e encontra Goemon meditando em posição de lótus.

– Conseguiu convencer a sua namorada a não matar o tal mafioso? Pergunta Goemon de olhos fechados.

– Quem se importa? Uma mulher é sempre traiçoeira. Retruca Jigen.

– Que frase mais misógina, Jigen. Diz Fujiko chegando ao esconderijo.

Fujiko tira a mścara que usou para se disfarçar de policial e Lupin entra na sala e tenta abraçar a amada.

– Fujiko querida! Você tá muito sexy com esse uniforme policial. Você podia ter escolhido algo mais curto pra eu ver o seu bumbum lindo. Vamos agora mesmo pro quarto resolver isso. Diz Lupin.

Fujiko pega um cacetete e bate na cabeça de Lupin.

– Pervertido! Diz Fujiko irritada.

– As mulheres não têm senso de humor. Murmura Lupin meio grogue.

– Oi, Fujiko. O que você descobriu sobre a segurança do tal de Lino Tito? Pergunta Jigen.

– Esse cara tem todas as informações sobre a gente e até como agiremos. Provavelmente ele já sabe que estive na casa dele e que Lupin vai participar do coquetel para ver se tem alguma falha de segurança. Explica Fujiko.

– Ele já sabe até que você fugiu disfarçada de policial, Fujiko querida e o Zenigata já mandou alguns policiais nos vigiarem de perto. Nós vamos antecipar as coisas. Vamos agir durante o coquetel. Diz Lupin animado.

– Ei, Lupin. Você acha que isso é realmente prudente? Pergunta Jigen.

– É claro que não é por isso que é tão divertido. Afinal vocês estão comigo pela diversão, não é mesmo?

– Não se confunda, Lupin. Eu só vim por dinheiro. Retruca Fujiko

– Não seja tímida, Fujiko querida. Confesse seu amor diante dos nossos amigos. Insiste Lupin.

– Não seja ridículo. Diz Fujiko.

– Por que não deixa de idiotices e conta o seu plano. Diz Goemon.

– Tem razão, Goemon. Eu acabei de ter uma ideia que nem mesmo esse mafioso metido a sabichão pode imaginar. Diz Lupin.

Chega a noite do coquetel e Zenigata está de prontidão caminhando entre os convidados, quando percebe Fujiko usando um lindo vestido vermelho conversando animada com um velho milionário.

Zenigata se aproxima de Fujiko e diz:

– Você está presa. Agora venha em silêncio. 

– Isso é ilegal, seu trapaceiro. Reclama Fujiko.

Zenigata algema Fujiko e a retira do salão de festas. O inspetor entrega Fujiko aos policiais e diz:

– A vigiem para que ela não chame a atenção de Lupin e dos outros.

– Certo, inspetor. Diz um policial.

– Isso não vai ficar assim, Lupin vem me salvar como sempre. Diz Fujiko.

Zenigata pega um lenço e amordaça Fujiko.

– Fique quieta! Ainda não quero que Lupin saiba da sua prisão. Vou pegar todos vocês de uma vez. Diz Zenigata.

Outro policial se aproxima e avisa:

– Acabei de ver Goemon na cozinha disfarçado de cozinheiro.

– Ótimo! Vamos prendê-lo agora mesmo.

Zenigata manda os outros policiais vigiarem Fujiko e vai até a cozinha com o outro policial.

Enquanto Zenigata está no salão, Fujiko começa a se debater para se livrar das cordas e sem querer deixa o decote do vestido mostrar um pouco mais do seio.

Um dos policiais se aproxima para ajudar Fujiko e é nocauteado por um luva de boxe que sai do decote do vestido. O outro policial vem socorrer o colega disposto a agredir Fujiko com a coronha da arma, mas leva um chute certeiro no queixo que o deixa fora de combate.

Fujiko consegue se livrar das amarras e da mordaça, e  começa a se despir, revelando ser Lupin. 

– Os policiais modernos não sabem como tratar uma dama. Vou me queixar às autoridades. Diz Lupin seguindo para o cofre.

Zenigata e seus comandados entram na cozinha e encontram o chef e os dois cozinheiros amarrados e amordaçado e ordena:

– Eles começaram a agir se espalhem e capturem todos eles!

Zenigata sai da cozinha liderando os policiais e entra no salão central no exato momento em que o apresentador vem até o palco e anuncia:

– Hoje o senhor Lino Tito  tem o prazer de apresentar a todos a artista que ele escolheu agenciar.  Com você, White Rose, a grande revelação do Blues.

White Rose sobe ao palco, usando um belo vestido vermelho sangue e se aproxima do palco. O público extasiado aplaude com entusiasmo a bela cantora.

White Rose começa a cantar e entreter ao público. Zenigata está acompanhando o show quando percebe Jigen se aproximando do palco e joga as algemas certeiras nos pulsos e a nas pernas de Jigen e se aproxima dele.

– Agora já tenho dois! Comemora Zenigata.

Lupin anda pelos convidados fazendo careta para provocar Zenigata.

– Parado aí, Lupin! Grita Zenigata.

Zenigata joga uma grande algema no pescoço de Lupin e puxa com força, porém ouve um grito feminino. Zenigata puxa o rosto de Lupin e logo descobre que na verdade é Fujiko disfarçada de Lupin e pergunta-se:

– O que está acontecendo aqui?

Zenigata puxa o rosto de Jigen e descobre que na verdade é Goemon e fica mais confuso.

De repente White Rose pega um belo violão acústico branco e diz ao público:

– Agora eu quero anunciar ao público a canção que eu compus especialmente para meu benfeitor Lino Tito. O nome da música é A Balada do Anjo da Morte. 

O público fica atento como se esperasse por alguma tragédia. White Rose sorri e com um truque de mágica e faz surgir uma rosa vermelha e joga no colo de Lino.

Lupin chega ao cofre e coloca uma pequena carga de explosivo na porta do cofre,conta até três e aciona o dispositivo e explode a porta do cofre. 

O barulho da explosão chega ao salão de festa,  causando pânico entre os convidados que começam a correr para se salvarem.

Durante a confusão um policial se aproxima de Zenigata e avisa:

– Explodiram o cofre!

– Maldito Lupin. Grita Zenigata correndo até o cofre.

White Rose aproveita distração dos seguranças de Titio e pega o violão, que na verdade é uma metralhadora disfarçada e atira várias vezes contra o mafioso.

Os seguranças vão revidar os tiros, mas têm as pistolas tiradas na mão por tiros certeiros. Jigen tira a máscara de Goemon e se aproxima de White Rose.

– Você veio me salvar mais uma vez, Jigen. Diz White Rose abraçando Jigen.

A cantora começa a rir e chorar ao mesmo tempo e diz:

– É tão estranho. Eu deveria estar feliz com a morte daquele homem, mas eu não estou.

– Agora você entende o que eu disse? Vá embora para bem longe e tente limpar a sua alma o melhor possível. Diz Jigen dando um beijo na testa da garota.

Zenigata sobe no palco e diz:

– Parados aí Jigen e White Rose. Vocês estão presos pelo assassinato de Lino Tito.

Zenigata vai jogar as algemas, mas Goemon chega as corta e vários pedaços com Zantetsuken e  Fujiko joga gás do sono em Zenigata que cai adormecido.

Lupin surge no helicóptero e joga uma corda para os companheiros fugirem. Goemon, Fujiko, Jigen e White Rose sobem no helicóptero.

Fujiko dá um abraço em Lupin e diz:

– Muito bem, Lupin. Mostre o meu anel de noivado.

Lupin tira um anel de pedra azul do bolso e entrega Fujiko. Fujiko olha o anel atentamente e comenta:

– Parece que o mafioso te enganou Lupin, esse anel é de bijuteria.

– Eu sei. Foi a primeira coisa que o vovô conseguiu dar de presente à mãe adotiva. O que vale é o valor sentimental.

– Lupin seu idiota! Diz Fujiko pegando uma marreta enorme.

Lupin corre para pegar um paraquedas e antes de saltar sugere a amada:

– Fujiko, você não devia assistir City Hunter.

– Você me paga seu idiota! Grita Fujiko pegando outro paraquedas para ir atrás de Lupin.

Jigen assume a pilotagem, enquanto White Rose e Goemon se divertem com a cena de perseguição de Fujiko e Lupin. 

– Lupin é realmente um idiota. Bem, Jigen, eu já vou. Diz Goemon.

– Você também vai saltar de paraquedas? Pergunta Jigen.

– É claro. Não fiz muita coisa nessa fanfic vou tirar umas férias. Até mais. Diz Goemon saltando.

Algumas horas depois da fuga, Jigen pousa o helicóptero na fronteira e desce com White Rose.

– Você vem comigo, Jigen? Pergunta White Rose.

– Não. Só você pode enfrentar as consequências dos seus atos, eu já tenho meus próprios pecados. Adeus. Diz Jigen entregando a White Rose uma rosa branca e alguns diamantes.

Jigen volta para o helicóptero e vê White Rose conseguindo um táxi para um hotel próximo.

 Nota da autora: A segunda e última parte da fanfic. Engraçado é que eu comecei a escrever  essa fic no dia em que foi anunciado o falecimento do dublador original do Jigen, que era o último do elenco original. Então fica a homenagem a ele.

Espero que gostem.