Entre todas as flores, a cerejeira

Resumo: Goemon se recupera dos ferimentos da luta contra Hawk e Murasaki vem para ajudá-lo.

Categoria: Anime/mangá: Lupin III; Gênero: Romance; Classificação: Livre.

Personagens : Goemon e Murasaki( personagem do filme A conspiração de Fuma)

Lupin III pertence a Monkey Puch e TMS Entretenimento. Essa é uma história sem fins lucrativos feita de fã para fã.

Entre todas as flores, a cerejeira

 Goemon ainda se recupera da dura batalha contra Hawk. O samurai medita para fortalecer o espirito, quando percebe que alguém conhecido se aproxima.

– Oi,Goemon. Desculpe atrapalhar a sua meditação, mas eu vim trazer o seu remédio. Diz a voz suave de Murasaki.

– Muito obrigado por vir de tão longe apenas para cuidar de mim,  senhorita Murasaki. Desculpe causar tanto incômodo. Diz Goemon abrindo os olhos.

Murasaki fica com as bochechas vermelhas por Goemon olhar tão diretamente para ela e responde:

– Não é incômodo algum, Goemon, afinal somos noivos. Ainda está bravo com Lupin por ter lhe levado ao médico ocidental?

– Eu não precisava daquilo. O remédio a base de minhoca que a minha avó preparava seria o suficiente. Que ideia maluca a dele de usar gás do sono em mim para me levar ao médico. Diz Goemon.

Murasaki não consegue controlar o riso, mas logo fica mais séria e se aproxima um pouco mais de Goemon. Goemon fica encabulando quando Murasaki toca de leve no  braço dele que está quase recuperado.

– Sua cicatrização é bastante rápida,  Goemon. Parece que o Buda tem atendido as suas preces e meditações. Comenta Murasaki.

– Mursaki. Não creio que eu seja um bom noivo para a senhorita. Tenho feito coisas desonrosas e a senhorita merece alguém melhor do que eu para marido. Desconversa Goemon.

Murasaki dá um sorriso  e responde:

– Não creio que alguma mulher possa ter um marido melhor do que você, Goemon.

Goemon fica vermelho e Murasaki sorri. A jovem estende a mão para o samurai e diz:

– As cerejeiras estão florescendo. Não gostaria de me acompanhar até o jardim para ver as cerejeiras, senhor Geomon?

Goemon sai da posição de lótus em que se encontrava e reponde:

– Será uma honra.

Os dois saem do pequeno templo e caminham até o jardim de onde podem ver delicadas flores cor-de-rosa das cerejeiras. Algumas pétalas começam a cair, quando Goemon vence a timidez habitual e beija com delicadeza os lábios de Murasaki.

– Isso aí Goemon. Diz Lupin escondido atrás de uma árvore assistindo a cena junto com Jigen e Fujiko.

– Ele é mais romântico do que você afinal de contas, Lupin. Diz Fujiko.


Nota da autora: Tive a ideia dessa fanfic curtinha esses dias. Faz alguns meses que estou acompanhado Lupin III e já tenho alguns OVAs, filmes e especiais favoritos. Então acabei fazendo uma espécie de crossover entre dois dos meus filmes favoritos de Lupin, que são ”Goemon, rastros de sangue” e ”A conspiração de Fuma”. Espero que gostem.

O segredo de Jigen

Resumo: Um assassino de mulheres está a solta na cidade e Fujiko começa a suspeitar das saídas misteriosas de Jigen.

Categoria: Anime/mangá: Lupin III; Gênero: Humor/Suspense;Classificação: Livre

Personagens: Jigen, Fujiko, Lupin e Goemon.

Lupin III pertence a Monkey Punch e TMS Estúdios. Essa é uma história sem fins lucrativos de fã para fã.

O segredo de Jigen

Lupin e a gang estão no esconderijo. Lupin tenta agarrar Fujiko, que se esquiva ligando a televisão em um telejornal. 

– É melhor ficarmos informados. Diz Fujiko batendo o controle remoto na cabeça de Lupin.

– Pra quê, Fujiko querida? Temos a internet.

– Eu quero um jornalismo de qualidade. Retruca Fujiko.

– A senhorita Fujiko tem razão, Lupin. Diz Goemon sentando no sofá.

A apresentadora do tejornal informa:

– Mais uma mulher foi vítima do assassino da meia-noite.

A jornalista vai narrando os crimes do assassino e deixando Fujiko apavorada.

– É melhor a gente assistir uma boa novela. Diz Lupin mudando de canal.

– Eu concordo. Diz Goemon.

Fujiko fica bastante quieta, mas continua apavorada com a história do assassino de mulheres à solta na cidade. 

Jigen sai do quarto e pergunta:

– Que hora é essa?

– Onze e meia da noite. Responde Lupin.

– Eu vou dar uma volta. Até mais. Diz Jigen saindo de casa.

Fujiko acha estranha a hora de Jigen sair e pergunta a Lupin:

– Quanto tempo leva desse esconderijo até a cidade?

– Meia hora. Responde Lupin distraído com a novela. 

Fujiko acorda de madrugada e vai buscar um copo d’água na cozinha, quando Jigen chega em casa resmungando:

– Puf! É por isso que eu odeio mulheres. Que droga as minha roupas estão sujas. Melhor eu me livrar delas. 

Fujiko vai perguntar a Jigen de onde ele vem, mas desiste quando vê o pistoleiro tirar de uma bolsa uma enorme faca de cozinha. Jigen olha em volta e Fujiko se esconde.

O pistoleiro vai até a cozinha e passa água na faca e depois vai até o banheiro social.

‘’O que será que ele anda aprontando? E se ele for o assassino de mulheres?’’ Pergunta-se Fujiko.

Jigen sai do banheiro apenas de cueca e carregando as roupas no braço vai ao porão. Fujiko segue o pistoleiro intrigada com o que ele vai fazer. Para surpresa de Fujiko, Jigen joga as roupas no incinerador e começa a subir as escadas.

Fujiko corre para o quarto o mais rápido possível para não ser vista por Jigen. Entretanto, Jigen surpreende Fujiko na sala.

– O que você tá fazendo acordada uma hora dessas? Pergunta Jigen.

– Eu só vim pegar um copo d´água. E você por que está andando só de cueca e chapéu pela casa?

– Pff! Não é da sua conta. Responde Jigen indo para o próprio quarto dormir.

– O que será que ele tá escondendo? Pergunta-se Fujiko.

Fujiko vai checar o banheiro e vê que a pia tem um pouco de líquido vermelho e logo deduz que é sangue.

Na manhã seguinte todos estão tomando o café da manhã tranquilos, menos Jigen que ainda está dormindo, enquanto assistem o telejornal. A música dramática de uma notícia extra assusta Fujiko e logo o apresentador do telejornal diz:

– Mais uma garota foi morta na noite passada. A polícia ainda não tem pistas.

– Odeio esse tipo de homem que mata as mulheres. As mulheres foram feitas para serem amadas por mim, especialmente as mais belas. Não é, Fujiko querida? Diz Lupin.

– Concordo com você, Lupin, menos na parte que as mulheres são feitas para serem amadas por você, as mulheres não merecem isso. Diz Goemon.

Fujiko começa a rir do comentário de Goemon, deixando Lupin zangado.

– Não acredito que você concorda com ele, Fujiko. Reclama Lupin.

– Por que todo esse barulho? Pergunta Jigen entrando na sala.

– A gente tava comentando sobre o assassino de mulheres que tá a solta na cidade. Responde Lupin.

– A propósito, onde você foi ontem à noite, Jigen? Pergunta Fujiko.

– Dar uma volta e beber um pouco. Responde Jigen servindo uma xícara de café a si mesmo. 

– Conheceu alguma gatinha nova, Jigen? Pergunta Lupin.

– Isso não é da sua conta. Agora eu vou jogar o lixo fora. Diz Jigen .

Todos acham estranha a atitude de Jigen, mas ninguém diz nada. 

– Bom, eu vou ao mercado comprar algumas coisas. Precisam de algo? Pergunta Goemon.

– Não, eu tenho a minha Fujiko querida comigo e não preciso de mais nada. Responde Lupin.

Goemon sai e deixa Fujiko e Lupin a sós. Fujiko se insinua para Lupin e diz:

– Por que não ficamos mais à vontade, Lupin? Vou preparar um drinque pra você.

– É claro, Fujiko querida.

Fujiko prepara um drinque e coloca sonífero na bebida e entrega a Lupin que adormece em minutos.

‘’ Agora eu posso aproveitar que Jigen está lá fora e ver as coisas dele. ‘’ Pensa Fujiko no exato momento em que Jigen entra na casa.

– O que você fez dessa vez, Fujiko? Por que Lupin está dormindo com cara de idiota? Pergunta Jigen.

Fujiko não sabe o que responder, mas é salva quando chega um alerta de mensagem para Jigen. O pistoleiro olha para o celular e diz:

– Preciso sair. Certamente você pretende nos trair de alguma maneira outra vez.

Jigen sai e deixa Fujiko ainda mais intrigada. Ela aproveita que está sozinha em casa e vai até o quarto de Jigen. Fujiko logo constata que a porta está trancada, mas ela consegue abrir sem grande dificuldade.

Logo que entra no quarto Fujiko vê um livro sobre Jack Estripador com uma das páginas marcadas. Não demora muito para Fujiko encontrar uma caixa preta grande no chão do quarto.

Quando abre a caixa Fujiko encontra várias facas e reprime um grito de medo. Antes que a ladra possa sair ouve uma voz familiar dizer:

– O que você está fazendo aqui?

– Jigen? Bem, eu… Acho que me enganei de quarto, me desculpe. Vou ficar com Lupin.

Jigen fica desconfiado e diz:

– É melhor eu aumentar a segurança com essa mulher por perto.

À noite Goemon resolve dormir cedo e apenas Lupin, Fujiko e Jigen ficam na sala. Jigen olha para o relógio e avisa:

– Vou sair pra comprar cigarros.

– Você não acha suspeitas essas saídas noturnas de Jigen? Questiona Fujiko.

– Que é isso, Fujiko? Vou ficar com ciúme de você se preocupando assim com a vida do Jigen. Ele disse que foi comprar cigarros. Por que não vamos pra cama, Fujiko querida? Responde Lupin.

Fujiko se irrita se levanta do sofá e diz a Lupin:

– Você é um idiota, Lupin. 

Fujiko vai para o quarto e Lupin vai atrás dela. Fujiko bate à porta do quarto na cara de Lupin.

– Fujiko, querida, vamos nos divertir.

Quando finalmente Lupin desiste de entrar no quarto, Fujiko fica atenta à chegada de Jigen, mas ele demora demais e Fujiko acaba adormecendo. 

Fujiko desperta com os primeiros raios solares entrando pela janela e ouve o barulho do carro chegando. A ladra levanta da cama e vai até a janela e vê pela fresta Jigen sair do carro. Jigen deixa cair uma faca no chão e Fujiko percebe que a faca está suja de sangue.

– Eu preciso contar isso pra Lupin agora. Diz Fujiko saindo do quarto indo para o quarto de Lupin, porém é surpreendida por Jigen que abre a porta.

– De pé a essa hora? Tinha formiga na sua cama? Brinca Jigen.

Fujiko não responde nada e começa a bater na porta de Lupin com força. Lupin acorda e abre a porta.

– O que foi, Fujiko querida?

– Eu quero ficar com você, Lupin.

Com o barulho Goemon também acorda e diz:

– O que está acontecendo aqui? Você chegou agora, Jigen. Jigen, você está ferido? Tem sangue na sua mão direita.

Jigen coloca a mão para trás e diz:

-Eu machuquei a mão consertando o carro que quebrou no meio da estrada.

– É mentira! Ele é o assassino de mulheres. Diz Fujiko apontando para Jigen.

– Eu?

– Como assim, Fujiko querida? 

– Ele sai todas as noites antes da meia-noite e volta no meio da madrugada. Eu o vi queimando a própria roupa quando chegou em casa. Insiste Fujiko.

– Senhorita Fujiko, não acho que fique bem para uma dama ficar espionando um homem sem roupas. Diz Goemon.

– Ei, Jigen! Que negócio é esse de ficar pelado na frente da minha Fujiko querida? Diz Lupin.

– Ele está escondendo uma faca suja de sangue nas costas. Na verdade, ele tem muitas facas escondidas. Diz Fujiko ainda acusando Jigen.

– Maldita! Você entrou no meu quarto. Lupin, isso é uma grande invasão de privacidade. Diz Jigen indignado.

– Vamos todos voltar pra cama. Diz Lupin encerrando a confusão.

Mais tarde, Lupin se reúne com Fujiko e Goemon no jardim.

-Eu tive uma ideia pra descobrir se Jigen é ou não o assassino de mulheres. Diz Lupin.

– O que pretende fazer, Lupin? Pergunta Fujiko.

– Hoje a noite vamos agir normalmente e quando Jigen sair, vamos seguir ele e descobrir onde ele vai todas as noites.

– E se ele for o assassino? Pergunta Fujiko.

– Eu o matarei com minha Zantetsuken. Responde Goemon voltando para dentro de casa em seguida.

Fujiko fica chocada com o que acaba de ouvir e pergunta a Lupin:

-Vai mesmo matar o Jigen, se ele for o assassino de mulheres?

– Sim. Não tolero esse tipo de cara, seja quem for.

No horário de sempre Goemon vai dormir, enquanto Lupin e Fujiko namoram no sofá. Jigen passa por eles avisando:

– Vou comprar cigarros na cidade.

Lupin espera alguns minutos e liga o localizador que instalou no carro sem Jigen perceber.

Jigen dirige por alguns quilômetros e para num posto de gasolina e vai até o banheiro. Depois troca as roupas.

 Lupin, Fujiko e Goemon ficam intrigados quando veem que Jigen trocou a s roupas de sempre por roupas mais arrumadas.

-Por que ele fez isso? Pergunta Goemon.

-E eu que sei? Vamos continuar seguindo ele. Diz Lupin.

O trio segue Jigen até uma bela casa com um lindo jardim de rosas. Jigen entra na propriedade e caminha alegre até a porta. Uma moça de cabelos loiros atende e faz um gesto para Jigen entrar.

Jigen entra na casa seguindo a moça. Em minutos Lupin e os outros estão no gramado da casa observando Jigen entregar uma rosa cor-de-rosa à jovem loira.

A moça dá um beijo na bochecha de Jigen. Os dois vão para a cozinha.

-O que ele está fazendo? Pergunta Fujiko.

– Eu não tenho ideia. Vamos chegar mais perto pra ouvir a conversa. Sugere Lupin.

Goemon e Fujiko concordam e seguem Lupin fazendo silêncio absoluto.

De repente a garota dá um grito agudo.

-Essa não Jigen está cometendo mais um crime. Diz Lupin quebrando a janela da cozinha.

-Eu não falei? Diz Fujiko.

Goemon corta uma das paredes e entra na casa ao mesmo tempo que Lupin.

-Mas o que é isso, Jigen, meu amor? Pergunta a moça loira.

– O que vocês estão fazendo aqui? Pergunta Jigen furioso.

– Você não está matando essa garota, está, Jigen? Pergunta Goemon.

– Do que está falando? Diz Jigen sem entender.

– A senhorita Fujiko disse que você é o assassino de mulheres que está a solta pela cidade. Diz Goemon, deixando Fujiko constrangida.

– O que? 

– Meu querido Jigen não é nenhum assassino de mulheres. Ele vem à meia-noite se encontrar comigo e cozinhar um pouco pra mim. Explica a moça que se apresenta como namorada de Jigen.

– Jigen cozinhando pra uma mulher? Essa é boa. Diz Lupin dando uma sonora gargalhada.

Goemon e Fujiko também riem sem parar. Até Jigen se aproximar e dizer:

– Corram!

Jigen tira o Magnum do coldre e aponta. Lupin, Fujiko e Goemon correm para se salvarem da ira de Jigen.

Jigen vê os amigos entrarem no carro e aperta o gatilho do revólver que dispara uma bandeirinha escrito “Bang”.

Jigen e a namorada riem da travessura e voltam para a cozinha.

Nota da autora: Originalmente essa história seria um trecho de outra fanfic de Lupin em capítulos, mas não sei se irei postar.

A rosa negra e a rosa venenosa

Resumo: Afrodite é convocado para fazer a escolta de Saori em uma festa. O cavaleiro de Peixes acaba conhecendo Kodachi Kuno. 

Personagens: Afrodite de Peixes, Kodachi Kuno, Saori Kido, Tatewaki Kuno, Shun de Andrômeda.

Categoria: Anime/mangá: Crossover: Cavaleiros do Zodícado e Ranma 1/2; Gênero:Humor;Classificação: Livre

Cavaleiros do Zodíaco pertence a Massami Kurumada e Toei animetion. Essa é uma história sem fins lucrativos de fã para fã.

A rosa negra encontra e a rosa venenosa

Mais um dia no santuário depois que Athena trouxe os cavaleiros de volta à vida. Shion manda chamar Afrodite em sua sala.

– Afrodite. Athena deseja que você demonstre que mudou e por isso escolheu você a dedo para a missão de protegê-la como guarda pessoal. Será num evento de gala organizado pela fundação da senhorita Athena, a propósito, Atena pede que a chame de senhorita Saori na frente dos civis. Diz Shion.

– Está bem, Grande Mestre. Obrigado pela oportunidade. Diz Afrodite.

Shun entra na sala do Grande Mestre querendo falar com Saori. Shion aproveita a oportunidade e diz:

– Você observará o Afrodite durante a missão de guarda-costas de Athena.

– Tá certo. Diz Shun.

 Uma semana depois, Saori está no Japão para uma luxuosa festa que também é um  jantar de negócios para encontrar os irmão Kuno e fechar alguns negócios importantes para a Fundação Graar. A festa estava correndo muito bem com todos convidados comendo e bebendo e escutando música clássica. Afrodite e Shun estão  entediados com tudo aquilo. Até que finalmente chegam os irmãos Kuno, Tatewaki, o irmão mais velho, e Kodachi, a irmã mais nova.

Assim que vê Afrodite, Kodachi o acha o homem mais bonito que ela já viu. Kodachi se aproxima  de Afrodite e cobrindo a boca com a mão diz em voz em voz alta:

– Belo rapaz de cabelos azul-claro você será meu!

Afrodite fica espantado com aquilo e pergunta:

– Senhorita Athena, quero dizer senhorita Saori, o que faço agora?

Kodashi olha para Saori e joga uma rosa negra que quase acerta a deusa, mas Afrodite segura a rosa:

– Cuidado, garota. Não permitirei que desrrespeite a senhorita Athena, quero dizer Saori.

– Não devemos machucá-la, Afrodite. Ela é apenas uma humana inocente. Diz Saori. 

– Inocente? Diz Afrodite.

– Sim, Afrodite. Talvez ela esteja possuída por algum deus que queira destruir a Terra. Diz Shun.

Kodashi insiste mais uma vez e lança Afrodite com uma corda e diz a Saori:

– Agora ele é meu, Saori Kido. 

Saori olha para os lados sem saber o que fazer por alguns segundos até que resolve fazer o que sabe fazer de melhor. Saori estende os braços e diz:

– Eu sacrifico a minha vida para que você liberte o Afrodite e deixe as pessoas da Terra viverem em paz. Afrodite, eleve o seu cosmo e liberte.

– Eu já sei disso, já assisti a série várias vezes, senhorita Athena, quero dizer Saori. Diz Afrodite se libertando fácil da corda de Kodashi.

– Rapaz de longos cabelos azul-claro. Vejo que aquela mulher está disposta a sacrificar a própria vida por você, mas eu, Kodashi a Rosa Negra, provarei que não estou disposta abrir mão do seu amor. Você até me faz esquecer do meu querido Ranma.

– Mas eu não amo você. Alguém como eu não pode se rebaixar ao nível de uma civil. Eu sou um cavaleiro de ouro, quero dizer um cavalheiro de outro tempo. Diz Afrodite.

Kodashi então lança uma tática que Afrodite não pode vencer, começa a chorar:

– Por que me despreza tanto, rapaz dos longos cabelos azul-claro?

Saori com sua incrível bondade diz: 

– Afrodite! Você não deve dizer palavras insensíveis a uma civil não pega bem para  fundação nesses tempos politicamente corretos. Diga algo sensível.

Afrodite olha para deusa e não sabe o que fazer, pois é sua primeira missão depois de ressuscitado e começa a pensar numa saída.

‘’ E agora o que eu faço os cavaleiros de bronze consegue falar aquele troço de amizade e não lembro do resto. Se eu falhar aqui Athena com certeza me mandará para prisão ou pior cuidar dos pestinhas do orfanato. Eu preciso lembrar do que o Shun disse quando lutou comigo nas doze casas. Como era mesmo?’’

Afrodite tem um lampejo de memória e repete o que supostamente Shun lhe disse durante a batalha das doze casas:

– Ah! Lembrei! Senhorita civil meio louca, lembre-se sempre que justiça vem da força por isso sempre devemos apoiar os mais fortes, porque essa é a verdadeira piedade com os mais fracos. 

Ao ouvir aquelas palavras Kodashi abraça Afrodite com muito mais força:

– Finalmente alguém que me compreende. Vamos nos casar, lindo rapaz de cabelos azul-claros. Eu sou muito rica, posso até mesmo comprar a beleza e a juventude eternas.

– É sério, jovem civil um tanto louca?

– Mas eu nunca disse isso. Reclama Shun.

–  Deve ter dito algo parecido, porque é assim que eu me lembro. Responde Afrodite.

Saori não gosta nada do que está ouvido então Kuno se aproxima de Saori e diz:

– Perdão pelo comportamento inadequado da minha irmã mais nova, senhorita Kido. Mas não quer se casar comigo, senhorita Kido. Talvez a senhorita seja liberal e aceite me dividir com a garota de rabo-de-cavalo e Akane Tendo.

Saori se controla para não dar uma bofetada em Kuno com toda a força de seu cosmo, quando Julian Solo se aproxima e diz:

– Esse garoto está lhe incomodando, senhorita Kido. 

– Como se atreve a flertar com a garota de Tatewaki Kuno. Eu o desafio para um duelo de morte. Diz Kuno sacando a espada de bambu que sempre carrega consigo.

Julian Solo está disposto a lutar contra Kuno, quando Sorento se aproxima para defender o jovem.

Afrodite vê a cena e corre para ajudar Athena antes que Poseidon e o civil  matem  um  ao outro, ou um dos dois sequestre a deusa.

‘’ No que o Grande Mestre me meteu? Por que não chamou outro cavaleiro para isso?’’ Pensa Afrodite sacando uma de suas rosas para atirar em Poseidon, quando Kodachi pega a rosa das mãos do cavaleiro de Peixes.

– Muito obrigada pela rosa. Diz Kodachi levando a flor ao nariz e sendo impedida por Afrodite.

Kodachi cai no chão e diz:

– Você me despreza por causa dessa daí não é mesmo?

– Ei, cavaleiro de Athena não se aproxime do imperador dos mares. Diz Sorento.

Afrodite se coloca na frente de Athena e pergunta:

– O que eu faço agora, senhorita Athena, quero dizer Saori.

Shun se aproxima e ajuda Afrodite a fazer a guarda de Athena. 

– É melhor a gente ir embora daqui, Saori. Diz Shun.

– Concordo, senhorita Athena. 

– Certo, vamos para o meu helicóptero. Hj Diz Saori.

Kuno corre do ataque Julian e se aproxima mais uma vez de Saori e repete a mesma proposta:

– Vamos nos casar, Saori Kido. Prometo que você será minha esposa principal que terá a honra de me dividir com a garota de rabo-de-cavalo e Akane Tendo.

– Não dessrespeite a senhorita Athena, quero dizer Saori. Suma daqui ou morra com uma de minhas rosas. Diz Afrodite sacando a rosa sangrenta.

– Afrodite, você não pode usar suas rosas contra civis. Diz Saori.

– É apenas minha empolgação de protegê-la, senhorita Athena, quero dizer Saori.

– Isso é ótimo, Afrodite. Vou te dar dez na avaliação. Apesar de eu nunca ter dito aquilo de força e justiça. Diz Shun.

– Mas é assim que eu me lembro e não posso mudar as minhas lembranças. Retruca Afrodite.

– Tudo bem então. Diz Shun.

– Vamos embora, antes que eu dê razão ao Afrotide e bata com o meu báculo na cabeça desse idiota, quero dizer civil. Diz Saori.

Enquanto os convidados assistem as cenas atônitos, um deles comenta:

– Nunca pensei que as festa da senhorita Kido fossem tão divertidas. Ela tem mesmo o dom para ser uma grande atriz. Acho que todos deveríamos aplaudir.

Os convidados aplaudem tudo com muito entusiasmo, enquanto Saori se retira da festa com seus cavaleiros. 

Outra vez Kodachi surge na frente de todos e joga uma rosa negra em Saori.

– Vim aqui para dizer que desisto do belo rapaz de longos cabelos azul-claro. Você oficialmente venceu essa batalha pelo amor dele, Saori Kido. Voltarei para o meu amado Ranma. Diz Kodashi.

– Que mulher volúvel. Reclama Afrodite.

Na volta ao santuário, Saori e Shion decidem que Afrodite merece ser uma cavaleiro de ouro de Athena.

Medicina

Resumo: Goemon se recusa a ir ao médico tratar um ferimento no braço e Lupin precisa arrumar um jeito de levar o amigo ao médico.

Personagens: Goemon, Lupin, Jigen, Fujiko e Zenigata. 

Categoria: Anime/mangá: Lupin III; Gênero: Humor; Classificação: Livre

Medicina

Lupin acorda e antes de levantar da cama sente um cheiro horrível invadindo a casa e grita:

– Jigen,  alguém jogou um gás tóxico na casa.

Ao ouvir o alerta de Lupin, Jigen pega o seu Magnum e corre até a sala, seguido por Fujiko.

– Oi, Lupin! O que tá acontecendo? Pergunta Jigen.

– Não tá sentindo esse cheiro horrível? Parece que vem da cozinha. Diz Lupin.

– Onde está o Goemon? Pegunta Fujiko.

– Será que ele foi capturado? Pergunta Jigen.

De repente Goemon sai da cozinha trazendo uma caneca de chá quente e o cheiro terrível se espalha pela sala.

– Por que todo esse escândalo? Pegunta Goemon  impassível sentando no sofá da sala.

– O que é isso nessa xícara, Goemon? Está testando alguma arma de destruição em massa? Pergunta Jigen.

– Eu não sabia que você tinha esse tipo de habilidade, Goemon. Podemos jogar isso no velhote e ele nunca mais vai nos incomodar. Diz Lupin com um grande sorriso no rosto.

– Isso não é uma arma. É o chá a base de minhocas que a minha avó preparava para mim quando eu era criança. Ele cura qualquer coisa. Afirma o samurai.

– Goemon, não seja tão teimoso e procure um médico esse ferimento no seu braço ainda está muito feio. Diz Jigen.

– Eu não preciso de nada além desse chá e das ervas que eu coloquei nas minhas bandagens e meditação. A medicina ocidental não se compara a medicina tradiconal dos nossos antepassados. Responde o samurai.

– Lupin, faça alguma coisa. Eu não suporto mais ver esse ferimento no braço dele. Goemon vai acabar morrendo se você não fizer nada.  E eu não posso olhar ele tomando essa coisa fedorenta. Afinal que tipo de amigo é você? Reclama Fujiko com Lupin.

– Eu sei, Fujiko querida, mas ele pode ser muito assustador quando é contrariado. Retruca Lupin.

Goemon sai da sala para tomar seu remédio do lado de fora da casa, apreciando a paisagem.  Goemon bebe em pequenos goles seu remédio milagroso.  Fujiko  vê a cena pela janela e que corre para o banheiro para vomitar.

– Lupin, temos que agir ou ele vai acabar se matando. Diz Jigen.

– Eu sei, mas o que a gente faz?

De repente Zenigata chega numa viatura de polícia  e grita:

– Lupin! Você está preso.

Zenigata pula no terraço e assusta Goemon, fazendo o samurai derramar  o remédio todo em cima Zenigata.

– Você me fez derramar o meu remédio, Senhor Zenigata. Isso foi  muito rude. Diz Goemon pronto para sacar a espada.

Zenigata fica desesperado para tirar o cheiro terrível do remédio de Goemon do corpo e diz aos  gritos:

– Isso é covardia, Goemon. Atacar um policial com uma arma química. Lupin! Vou fazer você pagar por isso. Vou denunciá-los a ONU por descumprir o Tratado da Rosa de Versailles (1).

Lupin e Jigen ficam chocados ao verem  Zenigata correr desesperado para de volta para a viatura.

– Jigen. Esse troço que o Goemon fez pode ser útil afinal de contas. Depois vamos pegar a receita.

Jigen acha melhor não comentar o que Lupin acaba de falar e  Goemon entra na casa com um mal humor visível,resmungando:

– Maldito Zenigata. Agora terei que fazer outro chá. Espero que eu ainda tenha minhocas o suficiente.

Lupin dá um sorriso e Jigen já sabe que o ladrão teve uma ideia. 

– Ei, Goemon que tal testar as sua habilidades e ver o quanto a sua cicatrização já avançou? Diz Lupin carregando sua Walther.

– Agora mesmo. Pode atacar quando quiser. Retruca Goemon sacando a Zatetsuken.

Lupin puxa o gatilho e como o esperado Goemon consegue partir a bala ao meio com a espada. Em poucos segundos Goemon percebe que partiu uma cápsula com gás do sono.

– Que descuido. Diz Goemon poucos  antes da cair adormecido.

Horas depois Goemon acorda em um hospital no momento em que uma enfermeira termina de aplicar uma injeção em seu bumbum. Goemon fica completamente vermelho e a enfermeira diz:

– Não se preocupe, eu sou uma profissional. 

A enfermeira sai do quarto e Goemon mal pode acreditar quando vê Murasaki entrar no quarto acompanhada por Lupin.

– Lupin! Por que eu estou num hospital ocidental? Pergunta Goemon irritado.

– Ora! Para você melhorar o mais rápido possível. Afinal eu sou seu amigo e quero que você viva muito, além disso liguei para senhorita Murasaki vir cuidar de você.

– O médico disse que as ervas das bandagens ajudaram bastante na cicatrização, mas o ferimento era muito extenso e precisava operar. O médico também fez uma lavagem no seu estômago para tirar minhocas e ficou bastante curioso sobre as minhocas. Como elas foram parar no seu estômago?  Diz Murasaki.

– Lupin! Como se atreveu a me trazer para um hospital ocidental? Diz Goemon conseguindo pagar a espada debaixo da cama.

Lupin  sai correndo do quarto e Goemon sai atrás dele.

– Jigen! Fujiko! Façam alguma coisa. Grita Lupin tentando escapar de Goemon.

Nota da autora (1): Zenigata faz uma referência a um tratado sobre a proibição de armas quimícas, mas o nome não é o Tratado da Rosa de Versalhes. Mantive essa informação apenas pelo humor da situação.

Nota da autora: Fiquei realmente apaixonada por Lupin III esse anime incrível tão pouco comentado no Brasil.

 Na verdade tive a ideia dessa fanfic antes da fanfic que eu escrevi e publiquei sobre Goemon e Murasaki. Fiquei imaginando como seria difícil convencer Goemon a ir a um hospital tratar seus ferimentos. Essa história se passa depois do filme ” Goemon, rastro de sangue”. 

Espero que gostem.

A décima segunda casa

Resumo: Seiya e Shun chegam a última casa do santuário e enfrentam o misterioso cavaleiro de Peixes.

Categoria: Cavaleiros do Zodíaco/Saint Seiya; Gênero :Humor/paródia; Personagens: Seiya, Shun e Afrodite

Cavaleiros do Zodíaco pertence a Masami Kurumada e demais detentores da obra. Essa é uma história sem fins lucrativos de fã para fã.

A décima segunda casa

Seiya e Shun finalmente chegam à casa de Peixes para enfrentar o misterioso cavaleiro de última casa zodiacal, tido como o mais perigoso e mortal de todos os cavaleiros de ouro.

– Preparem-se para morrer com minhas rosas.

– O cara tem um ataque com rosas! Admira-se Seiya.

– Acho que eu já sei quem é o misterioso cavaleiro da décima segunda casa. Pela voz e por usar rosas como arma só pode se tratar de uma pessoa. O cavaleiro de Peixes é o Kurama! Deduz Shun.

– Eu não sou o Kurama.

– Logo imaginei pela voz só pode ser o Kenshin! Diz Seiya.

Shun fica muito feliz em e resolve cumprimentar ‘’Kenshin’’.

– Kenshin!Que bacana você ser um cavaleiro de Athena. Eu sou seu fã. Sempre gostei da sua postura de não querer matar o inimigo seja ele quem for. Poderia autografar a minha armadura?

Finalmente Afrodite surge na entrada da casa de Peixes. Seiya e Shun olham um para o outro com ar incrédulo.

– Eu uso as rosas como armas! 

– Tá vendo só Shun não é Kurama e nem o Kenshin, é o carinha lá da Sailor Moon.

Shun dá um cascudo em Seiya e o corrige:

– Não ouviu ele dizendo que usa arma e rosas, esse cara só pode ser o Axl Rose!

Afrodite fica furioso por não ser reconhecido e nem percebe Seiya e Shun passando para a sala do Grande Mestre.

 – Valeu pela ideia da gente ficar confundido o cavaleiro de Peixes com outros caras, Shun. Você tem certeza que ele não é Kurama? Questiona Seiya ainda confuso.

– Acho que na verdade é a Lady Oscar,mas fiquei com vergonha de dizer pra ela que já notei o disfarce. Comenta Shun.

-Tomara que a Saori mande instalar uma escada rolante nesse santuário. Diz Seiya indo com Shun para a sala do Grande Mestre.

Notas da autora: Essa foi uma das minhas primeiras fanfics. Eu fiquei bem feliz quando a encontrei em uma das minhas pastas de texto. Acho que de alguma forma foi o que me insetivou a publicar minhas fanfics outra vez, agora com o cuidado de ter dois blogs para isso.

Espero que gostem.

Férias nos trópico

Resumo: Depois de um ano cansativo, Kurama ganha férias em um hotel luxuoso e Yusuke se hospeda no mesmo hotel.

Gênero: Humor; Classificação : Livre

Personagens: Kurama e Yusuke.

Yu Yu Hakusho pertence a Yoshihiro Togashi e demais detentores da obra. Essa é uma história sem fins lucrativos de fã para fã.

Férias nos trópicos

Kurama finalmente chega ao seu quarto num belo resort numa ilha brasileira. O quarto tem uma vista incrível para o mar verde claro, deixando Kurama encantado com a paisagem. Cansado da viagem Kurama resolve tomar um banho quente e encontra uma banheira aromatizada com flores tropicais ao seu dispor.
‘’ Foi um ano muito agitado. Lutei no torneio do youkais, consegui ajudar Kuwabra a entrar numa boa Universidade. E agora finalmente Koema achou que eu merecia umas férias. E agora estou aqui nesse lugar paradisíaco e relaxante. ’’ Pensa Kurama no banho.
Quando sai do banho, usando apenas um roupão Kurama se deita na cama e fecha os olhos e fica ouvindo apenas o barulho do mar.
Uma voz familiar tira Kurama de seus pensamentos:
– E aí Kurama? Curtindo o hotel?
– Yusuke! Grita Kurama dando um pulo da cama e se recompondo pergunta – O que você está fazendo aqui?
– Sabe como é que é, né? Eu trabalhei muito esse ano aí convenci o pintor de rodapé do Koema a pagar umas férias merecidas aqui no Brasil. Sempre quis conhecer o Brasil, nossa série é muito querida aqui. Quem sabe eu não descolo uma gatinha por aqui?
– Já imaginou se a Keiko souber dos seus planos de encontrar gatinhas?
– Peraí! Muita calma nessa hora, amigão. Mais tarde a gente se vê lá no restaurante do hotel. Dizem que o rango daqui é show de bola to a fim de conferir.

Yusuke sai deixando Kurama intrigado com o fato de Koema ter aceitado pagar férias completas para ele e para Yusuke.
– Minha intuição me diz que há algo de podre no Mundo Espiritual. Pensa Kurama em voz alta.

Dias antes no Mundo Espiritual Koema estava muito atarefado com os documentos acumulados quando George se aproxima dele e cochicha sobre uma visita ilustre.
– Por que não fala alto que Yomi veio falar comigo seu estrupício?
– É pra dar um clima de suspense a fanfic, senhor Koema.
– Deixe de palhaçada e vai logo abrir a porta seu trapisomba!
E assim Yomi tem uma breve conversa com Koema que acaba deixando escapar que deu férias a Kurama em um resort com todas as despesas pagas pelo Mundo Espiritual. Cheio de boa intenção Yomi sugere:
– Por que você não paga as férias do Yuske no mesmo lugar. Será uma grande economia e tenho certeza que eles se divertirão muito. Afinal Yusuke lutou bravamente contra mim.
– Tem razão, acho que eu vou seguir a sua sugestão.

De volta ao resort nos dias atuais.
Kurama resolve pedir o jantar no quarto para descansar depois da refeição o serviço de quarto chega e Yusuke resolve fazer uma visita ao amigo.
– E aí Kurama, amigão! Parece que eu cheguei na hora da bóia. Obrigado por me convidar.
Kurama fica sem ação ao ver Yusuke começar a devorar as coxas de peru.
– E aí Kurama não vai comer? Pergunta Yusuke de boca cheia.
– É claro. Responde Kurama com os olhos ficando amarelados.
– Kurama se eu fosse você comia mais você ta ficando com os olhos amarelos e na minha terra ficar com raiva é fome.
Kurama senta a mesa e começa a comer quando alguém bate na porta. Yusuke levanta e atende a porta e volta com uma grande garrafa de um champanhe muito caro.
– Olha só o que eu descolei.
– Mas é uma bebida muito cara! Além disso, eu não pedi. Diz Kurama cheio de prudência.
– Mas já que deixaram aqui a gente não vai desperdiçar, não é? Acho que o Koema nem vai ligar de pagar a conta para detetives tão competentes que nem a gente.

Na manhã seguinte Kurama está na pequena marina da ilha para um passeio por uma balsa para conhecer uma ilha próxima onde os golfinhos são alimentados pelos turistas. Eis que Yusuke chega.
– E aí galera. To chegando na área também quero dar comida pro golfinhos. Diz Yusuke se aproximando de Kurama.
– Pensei que você fosse ficar dormindo no hotel, Yusuke.
– Que nada Kurama também tô na onda verde! Quero ver os golfinhos também.
‘’Quem sabe Yusuke não queira mesmo dar somente comida aos golfinhos?’’ Pensa Kurama dando um longo suspiro para se animar.
Yusuke é o centro das atenções na barca cantando as músicas do anime, acompanhado por pessoas cantando um idioma estranho, e contando piadas sujas, divertido a todos. Kurama estava se divertindo com a situação também, até que Yusuke promove o karaokê e chama Kurama para cantar.
– Melhor não Yusuke. Tenta escapar Kurama, mas Yusuke puxa o amigo para o meio do ônibus coloca o microfone na mão dele e anuncia para todos:
– Esse meu amigo Shuichi! E ele vai canta uma música pra todo mundo aqui.
Kurama começa a cantar revelando ao mundo que tem a voz desafinada, gerando uma gargalhada geral nos passageiros da barca.
Finalmente a barca chega à ilha e os turistas esquecem o show de Kurama, enquanto o youkai raposa tenta se distrair para esquecer o vexame dando de comer aos golfinhos. Quando Yusuke diz:
– Ai que tédio! To de saco cheio de dar comida pra golfinho. Vamo bora, Kurama! To a fim de dar um rolé pela ilha.
– Não, é melhor ficarmos aqui pode ser que a barca vá embora sem que a gente veja. Tenta ponderar Kurama.
– Fica frio! Tá comigo ta com Deus! Diz Yusuke puxando Kurama pelo braço.
Na ilha não parece ter nada além de coqueiros e algumas cabanas abandonadas. Até que Yusuke e Kurama encontram um totem de madeira em cima de um altar de pedra.
– O que será isso? Será que é algum artesanato local? Pergunta Kurama.
– Como você é ignorante, Kurama. Tá aprendendo com o Hiei? Não tá vendo que isso é um altar de sacrifício de construídos por canibais. Parece que vou ter uma boa luta. Ah moleque! Isso é que férias! Diz Yusuke contente com a possibilidade de uma briga.
– Yusuke, como você pode imaginar uma coisa dessas?
– Porque eu sou quase um deus da luta. Agora deixa eu descobrir os canibais e dar uma surra neles.
– Yusuke é melhor a gente voltar pro outro lado da ilha. Antes que a barca vá embora.
– Esquenta não ,Kurama. Confie em mim. Já disse que tá comigo tá com Deus.

Yusuke passa meia hora do outro lado da ilha procurando os supostos canibais até resolver finalmente ouvir Kurama voltar para perto dos outros turistas. Quando voltam não encontram mais ninguém.
– Yusuke a culpa é toda sua! Diz Kurama entre os dentes com os olhos amarelos e preste a tirar o chicote de rosas.
Eis que a guia do hotel aparece correndo.
– Que bom que encontrei vocês. Vamos depressa se vocês perderem a barca, eu perco o meu emprego por deixar hóspedes à deriva.
Kurama consegue se acalmar e dorme durante todo o trajeto de volta ao hotel apesar da cantoria promovida por Yusuke e os outros passageiros.

Os dias passam com certa tranquilidade e as férias acabam. Kurama vai se apresentar a Koema e recebe uma notícia inesperada:
– Kurama para pagar os custos exorbitantes da viagem você terá que trabalhar dobrado.
– Mas por quê? Questiona Kurama boquiaberto.
– Por que você e o Yusuke pediram coisas caras demais no serviço de quarto. E você como é mais responsável deveria ter parado o Yusuke.
Kurama sente que se transformará em Youko, mas logo lembra que provavelmente ficará livre de Yusuke e sorri, saindo da sala de Koema.
Kurama se pergunta ‘’ Quem poderia ter sugerido que Yusuke passasse as férias comigo?’’
Num ponto longínquo do Makai Yomi está acampado com Shura. Sem motivo aparente Yomi dá um sorriso de satisfação. Shura percebe o sorriso do pai e pergunta:
– O que foi papai? Por que ta sorrindo?
– Lembrei de uma piada. Responde Yomi.
Algumas horas depois Kurama chega em casa Shiori se aproxima e anuncia:
– Querido, tenho uma grande surpresa pra você.
– O que é mamãe? Anima-se Kurama imaginando que seja uma sobremesa gostosa.
– Seu amigo Yusuke veio passar uns dias conosco. Não é maravilhoso.
– Ei aí Kurama! Como é que tá essa força? Saúda Yusuke entrando na sala.
Kurama não resiste a mais essa notícia e desmaia, sendo amparado por Shiori.
– Vê só dona Shiori? Seu filho ficou tão contente em saber que eu vou ficar um tempo aqui que até desmaiou. Comenta Yusuke.

A Roupa Nova do Grande Mestre


Resumo: Saga encomenda um nova a roupa a Mu. Mu então cria uma roupa que só os muito inteligentes podem ver.
Personagens: Saga de Gêmeos e os cavaleiros de ouro e de bronze.

Gênero: Humor/paródia; classificação:livre



Cavaleiros do Zodíaco pertence a Masami Kurumada e demais detentores da obra. Essa é uma história sem fins lucrativos de fã para fã.


A roupa nova do Grande Mestre




Num lugar muito distante chamado Santuário de Athena viviam os Cavaleiros do Zodíaco. Certo dia, Saga de Gêmeos, o Grande Mestre, encomendou uma roupa a Mu de Áries, alfaiate oficial do Santuário.


Mu estava prestes a entregar a roupa para o Grande Mestre,quando sem querer Kiki, assistente de alfaiate, derramou refrigerante na roupa.


– Kiki!Eu vou te dar uns bons cascudos! Grita o cavaleiro de Áries furioso.


– Desculpa, mestre Mu !


De repente Mu tem uma ideia e abre um grande baú de madeira. Kiki fica intrigado ao ver o mestre costurando e ajustando o vento.


– O que tá fazendo,mestre Mu?


– Estou fazendo a roupa do Grande Mestre.


– Mas aí não tem nada!


– Ora,Kiki!É um tecido especial de Jamiel que só os muito inteligentes podem ver.



E assim Mu vai ao Santuário entregar a roupa ao Grande Mestre. O cavaleiro de Áries entrega a roupa. Saga fica confuso quando não vê a roupa.


– Trouxe uma roupa digna do Grande Mestre,ela é feita com um tecido especial que só os muito inteligentes podem ver.


– Estou impressionado com a cor. Diz Saga.


– Sim, é um azul muito imponente,não acha Grande Mestres? Comenta Mu.


– Sim.É um belo tom de azul.Tome aqui seu estoque de ferramentas novas para consertar armaduras. Diz Saga.


Assim que recebe o pagamento o cavaleiro de Áries vai embora do Santuário.




Enquanto isso, Saga tira seu manto de Grande Mestre e veste a sua nova roupa. Depois de vestir a nova roupa Saga resolve testar a inteligência dos cavaleiros de Athena.



Afrodite está no jardim de sua casa desenvolvendo uma nova cor para suas rosas, quando ouve a voz de Saga o cumprimentar:


– Boa tarde, Afrodite. Que rosa bonita!


– É uma nova espécie que estou desenvolvendo. Responde Afrodite calmamente.


Quando Afrodite finalmente olha para Saga e vê que ele usa apenas o elmo na cabeça. O cavaleiro de Peixes se assusta com o Grande Mestre e deduz em voz alta:


– Eu sei que as pessoas gostam de me ver em fanfics yaoi , mas eu não tenho nada com isso. Sei que sou lindo,mas não quero nada com você.


Irritado com Afrodite, Saga diz:


– Além de burro você é muito malicioso,Afrodite. Não vê que eu estou usando uma roupa que só os muito inteligentes podem ver?


– Não. Responde Afrodite com olhar de quem está diante uma pessoa que delira.


– Athena não pode ter um cavaleiro ignorante e que pensa mal do Grande Mestre.Como castigo você será rebaixado durante uma semana e limpará os banheiros do Santuário!


– Mas eu não fiz nada! Tenta argumentar o pobre cavaleiro de Peixes.


– Cale-se e vá cumprir seu castigo! Ordena Saga indo para a próxima casa zodiacal.



Millo está jogando cartas com Camus quando Saga entra e pergunta aos cavaleiros.


– O que acharam da minha roupa Millo e Camus?


Millo olha para o Grande Mestre vestindo apenas com seu elmo e têm vontade de rir. Camus cochicha para Millo:


– É melhor não contrariar.


– É muito bonita. Diz Millo.


– Isso mesmo. O tecido combina muito com sua autoridade diante de todos nós cavaleiros. Comenta Camus.


Saga fica tão satisfeito com os elogios de Camus e Millo que lhes dá uma semana de folga.



Saga entra na casa de Capricórnio e encontra Shura lendo tranquilamente.


– Shura o que acha da minha roupa?

Shura permanece concentrado lendo o livro e sem prestar atenção em Saga diz:


– Achei legal.


– Mas você não olhou para mim. Estou testando a inteligência dos Cavaleiros de Athena e exijo que você olhe para mim agora! Estou usando uma roupa mágica que só os muito inteligentes podem ver.


‘’Desde quando Saga se importa tanto com roupa?’’ Pergunta Shura.


Shura olha para Saga e achando que o cavaleiro de Gêmeos enlouqueceu de vez, Shura comenta:


– É uma roupa bonita. Gostei dos detalhes dourados.


– Detalhes dourados? Pergunta Saga.


– Sim, esses em volta das mangas. Não diga que não os viu Grande Mestre? Diz Shura.


– Ora!É claro que vi,sou o Grande Mestre. Por causa disso lhe darei uma promoção. Shura, você será o contador do Santuário.


– Muito obrigado,Grande Mestre.


Assim que Saga sai de sua casa, Shura dá um suspiro de alívio.


– Ainda bem que Saga caiu nessa. Acho melhor eu falar com Athena para contratar urgente um psiquiatra,Saga está mais doido do que nunca. Melhor avisar a Airos pelo cosmo.


Aioros recebe a mensagem de Shura através de seu cosmo e assim que Saga entra em sua casa usando apenas o elmo, o cavaleiro de Sagitário faz um grande elogio à roupa.


– Que bela roupa Grande Mestres!


– Muito obrigado Aioros. Você agora será meu assistente direto,graças a sua inteligência.


Ao chegar à casa de Libra, Saga encontra Shiryu cuidando casa de seu mestre.


– Boa tarde Shiryu. Onde está o seu mestre quero testar a grande sabedoria dele.


– É mesmo?E por que está sem roupas Saga? Pergunta Shiryu sem entender nada.


Dessa vez Saga se mostra bondoso com cavaleiro de Dragão.


‘’Talvez ele esteja cego de novo.Vou deixar passar’’ Diz Saga para si mesmo e em seguida comunica:


– Shiryu,a partir de amanhã você fará parte do nosso programa de cotas para deficientes visuais.


Saga vai embora, deixando Shiryu confuso.



Finalmente Saga chega à casa de Virgem,onde vive Shaka, o cavaleiro mais próximo de deus.


– Será que Shaka é realmente inteligente? É o que verei agora. Pensa Saga em voz alta e entra na casa de Virgem.


Shaka está em posição de lótus, quando percebe a entrada de Saga. Mesmo de olhos fechados, Shaka percebe que o Grande Mestre não está vestido.


– Por que está nu?


– E você se diz próximo aos deuses e que tem nove sentidos.Pff!Não vê que eu estou usando uma roupa especial que só os mais inteligentes podem ver?


– Não vejo roupa alguma. Retruca Shaka.


– Por ser tão ignorante, eu vou rebaixar você de posto, Shaka.


– Ora!Eu só estava brincando Grande Mestre,queira me perdoar. Sua roupa é bela e muito digna. Gostei da forma que o símbolo de Athena foi desenhado nela. Diz Shaka com um pequeno sorriso.


– Você acha que o azul caiu bem em mim? Pergunta Saga.


– Azul é a sua cor.


Saga desiste de punir Shaka e vai embora.


– É melhor eu falar com de Athena antes que Saga apareça assim na frente de alguma amazona.



Saga chega à casa de Leão e encontra Aioria e Marin prestes a dar um beijo e os cumprimenta:


– Boa tarde você dois.


Assim que vê Saga, Marin vira seu rosto mascarado para o outro lado de tanta vergonha.


– O que deu no senhor Grande Mestre?Perdeu a vergonha? Pergunta Aioria chocado.


– Então vocês não estão vendo a minha roupa nova? Os dois estão rebaixados e vão ajudar Afrodite na limpeza de todos os banheiros do Santuário!


E como nas outras casas onde ninguém viu sua incrível roupa Saga sai muito chateado.



Enquanto isso Afrodite,Shaka, Shura e Aioros vão falar com Athena. Saori está em sua sala se atualizando da situação do Santuário,junto de Shion e Seiya, quando percebe a aproximação dos cavaleiros.


– Desculpe,minha senhora,mas precisamos muito lhe falar.Diz Afrodite.


– O que houve? Pergunta Athena.


– Saga enlouqueceu de vez,Athena. Ele está andando pelo Santuário sem roupas afirmando estar com uma roupa que só os muito inteligentes podem ver. Explica Shaka.


Seiya não segura a risada que contagia Shura e Aioros.Porém Afrodite não consegue rir e pede ajuda à Athena:


– Faça alguma coisa,senhora!Ele me mandou limpar os banheiros do Santuário.


Saori manda chamar Saga até sua sala.



Nesse momento Saga chega à casa de Câncer. Máscara da Morte está colocando em ordem seus livros sobre assassinos em série,quando Saga aparece.



– Ei!Satã!Cai fora!Eu tenho me comportado o melhor que eu posso, não tem porque me levar pro inferno. Diz Máscara da Morte muito orgulhoso de si.


– Eu não sou satã,sou o Grande Mestre.De onde tirou essa ideia que eu sou satã?


– Porque eu vejo as gravuras de alguns livros onde satã é um sujeito que anda por aí pelado e tem chifres.


– Eu não estou nu, estou usando uma roupa especial que só os muito inteligentes podem ver. Explica Saga.


‘’ E depois eu é que sou o maluco.’’ Comenta Máscara da Morte para si mesmo.


– Parece que os psicóticos também não conseguem enxergar a minha roupa,por tanto marque uma consulta com um psiquiatra imediatamente.


– Por quê?Eu tenho melhorado bastante no controle da ira.


– Não interessa. Vá procurar um psiquiatra agora mesmo!Ordena Saga furioso.



Quando Saga chega à sua casa,encontra Kanon conversando animadamente com uma das servas. Uma das moças dá um grito e esconde o rosto ao ver o Grande Mestre sem roupa.


– Saga, você está bem? Por que está sem roupa? Pergunta Kannon.


Saga vai dar uma punição ao irmão, quando Aldebaran entra na casa de Gêmeos.


– Com licença Kanon e Saga,mas Athena deseja falar com o Grande Mestre Saga. Avisa Aldebaran forçando para não soltar uma gargalhada ao ver Saga usando apenas o elmo de Grande Mestre do Santuário.


Eis que Shun, Hyoga e Ikki entram na casa de Gêmeos pedindo passagem para falar com Athena. Hyoga e Ikki começam a rir de Saga,enquanto Shun fica chocado.


– Não devemos rir assim das pessoas que não têm noção do que fazem. Diz Shun criticando Ikki e Hyoga.


– Eu vou falar com Athena e quando eu voltar aqui vocês receberão uma punição exemplar!


E assim Saga vai até a sala de Athena para falar com ela. Quando chega a enorme sala, onde fica o trono, onde Athena está sentada, Saga se ajoelha diante de sua deusa.


– Saga, por que está andando nu pelo Santuário?


– Com todo respeito Athena, mas a senhora é deusa da sabedoria deveria ver perfeitamente a minha roupa. Responde Saga com máximo respeito que consegue diante da suposta ignorância de Athena.


– Está me chamando de burra, Saga?


– Longe de mim, Athena, mas…


– Mas nada! Eu soube que você atravessou as doze Casas nu e foi injusto com seu companheiro. E como punição por suas injustiças você limpará as doze casas.



Enquanto cumpre sua punição, Saga jura para si mesmo em voz alta:


– Quando eu colocar a mão em Mu ele verá!




Longe do Santuário o cavaleiro de Áries destrói a ponte para Jamiel.


– Por que fez isso mestre?



– Quero evitar problemas com o Santuário. Responde Mu.


Mas o cavaleiro de Áries pensa ‘’ Espero que isso desanime o Saga quando ele descobrir a farsa da roupa especial.’’



Nota da autora: Essa foi uma das primeiras fanfics que eu escrevi. Ela estava na leva das fanfics que perdi por causa de um problema no computador, por sorte eu tinha imprimido essa fic.

Originalmente ela tinha capítulos, mas vi que não era nescessário dividir em capítulos curto Espero que gostem.





A deusa e a ervilha

Personegens Principais: Julian Solo e Saori Kido.

Gênero:Humor/Paródia;classificação:Livre.

Cavaleiros do Zodíaco pertence a Masami Kurumada e demias detentores da obra. Essa é uma história sem fins comerciais feita de fã para fã.

A deusa e a ervilha

Há muito tempo num reino muito distante vivia o príncipe Julian Solo. O jovem príncipe descobriu ser o hospedeiro de Poseidon, o imperador dos mares. Por isso decidiu casar-se apenas com uma verdadeira deusa. Muitas jovens foram ao palácio, mas nenhuma era deusa de verdade.

 O príncipe estava desanimando de encontrar sua esposa, quando uma jovem usando um vestido branco muito longo surgiu no palácio.

– Meu nome é Saori Kido, eu sou a reencarnação da deusa Athena. Vim aqui disposta a sacrificar a minha própria vida pela humanidade e me casar com sua Alteza.

Tanto as palavras e as roupas da jovem deixaram Julian um pouco duvidoso, mas ele achou Saori linda e pediu que ela dormisse no palácio. O príncipe conduziu a suposta deusa até um dos quartos e se despediu dela.

Enquanto Saori se preparava para dormir o quarto começou a inundar, mesmo assim a jovem suportou a água com bravura, porém algo no colchão a incomodava e ela não conseguia dormir. Logo Saori encontrou uma ervilha e com seu cosmo. Depois de descobrir a ervilha, Saori consegue dormir a baixar o nível da água no quarto.

 No dia seguinte durante o café da manhã Julian perguntou amavelmente:

– Dormiu bem noite passada?

– Na verdade não consegui dormir, por causa de uma ervilha no colchão.

Ao ouvir aquelas palavras, o príncipe Julian constatou que aquela jovem era uma verdadeira deusa, pois só uma deusa verdadeira se incomodaria com uma ervilha no colchão, apesar do volume de água que entrava no quarto. Assim o jovem príncipe descobriu-se apaixonado pela deusa.

– Saori, não gostaria de casar-se comigo e torna-se imperatriz dos mares?

– Perdoe-me Julian, mas eu prefiro me casar com Seiya de Pégaso. Mesmo ele sendo um simples humano ele tem lutado ao meu lado em nome da justiça e da paz na Terra. Diz Saori.

– Então por que veio até aqui? Pergunta Julian Solo furioso.

– Vim selar a alma de Poseidon antes que faça estragos na terra. Diz Saori.

Saori aponta a ânfora para Julian Solo e sela a alma de Poseidon. Seiya e Shun se aproximam e aplaudem a vitória de Saori.

– Que baita sacada, senhorita Saori. Diz Shun.

– Isso aí, Saori! Agora a gente pode pedir uma férias. Diz Seiya pulando de alegria.

Fim.

– Mas assim não vai ter a Saga de Poseidon  e eu não vou aparecer no anime. Reclama Sorento.

Nota da autora: Essa foi uma das primeiras fanfics que eu escrevi. Sou uma grande fã de contos de fada e por isso fiz algumas fanfics paródias nesse estilo, mas só reataram duas. Reescrevi o final, porque achei que o final original não era muito bom.

Expectativa

Samurai X pertence a Nobuhiro Watsuki e os demais detentores da obra. Essa história foi feita sem fins lucrativos de fã pra fã.

Expectativa

‘’ Talvez seja a hora de beijar o Kenshin. Então finalmente poderemos tomar banho juntos e fazer aquelas coisas de casal que a Megumi falou. Isso é tão ousado que eu morro de vergonha de pensar.’’ Diz Kaoru a si mesma durante um passeio com Kenshin.

Kenshin não sabe o que dizer quando percebe Kaoru com o rosto vermelho e olhos fechados.

– Se sente bem, senhorita Kaoru? O seu rosto está vermelho.

– É apenas o calor. Diz Kaoru chateada.

Kenshin vê uma cerejeira e diz a Kaoru:

– Que tal nos sentarmos na sombra daquela cerejeira?

‘’ Ai que romântico! Com certeza o Kenshin quer me beijar sob a sombra daquela cerejeira. ‘’ Pensa Kaoru.

Kenshin e Kaoru sentam um ao lado do outro. Então Kaoru se aproxima de Kenshin e pergunta:

– Tem alguma coisa que você gostaria de fazer?

– É claro que sim, mas esse servo não sabe como dizer a senhorita. Responde Kenshin.

– Ora não seja tímido, Kenshin. Pode dizer.

Kenshin fica com as bochechas vermelhas e diz:

– Esse servo esqueceu de lavar a roupa de cama. Peço que me desculpe, senhorita Kaoru.

Kaoru fica vermelha de raiva e diz:

– Vamos embora, Kenshin. Aquela roupa não vai se lavar sozinha.

Bem-vindos!

Esse é o meu segundo arquivo de fanfics. A maioria das fanfics desse blog são cômicas e bem curtas. Espero que gostem desse humilde blog.